O Conde de Monte Cristo
Média
3,9
95 notas

24 Críticas do usuário

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Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de dezembro de 2024
Adaptação sólida, mas poderia ser mais ousada e profunda.
A adaptação de O Conde de Monte Cristo (2024), dirigida por Matthieu Delaporte e Alexandre De La Patellière, revigora o clássico de Dumas com uma narrativa intensa e bem estruturada. Em menos de três horas (sim, adaptação da obra exige), a ação é constante, mantendo o espectador atento. Pierre Niney brilha como Edmond Dantés, e Anaïs Demoustier se destaca como Mercédès, embora tenha pouco tempo de cena.

A história é condensada de forma eficaz, preservando a essência da vingança cega que caracteriza o romance. A inserção de personagens como Haydée (Anamaria Vartolomeï) e Andrea (Julien De Saint Jean) adiciona complexidade, e a direção garante uma adaptação envolvente e vibrante, mantendo o vigor e a paixão da obra original.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de março de 2025
Eu pessoalmente gostei bem mais do que a versão dos anos 2000. Pra ser mais específico, o outro filme é muito melhor do inicio até a parte onde ele fica no presídio, talvez um pouco mais. Mas a parte onde ocorre a vingança é muito mais elaborada, com mais personagens, mais detalhes, nesse filme. Não li o livro pra saber qual segue mais a realidade, mas essa me agradou bastante.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 508 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de janeiro de 2025
Sinopse:
Edmond Dantes é preso por um crime que não cometeu. Após 14 anos na prisão, ele consegue realizar uma fuga ousada. Agora rico além dos seus sonhos, ele assume a identidade do Conde de Monte Cristo e executa sua vingança.

Crítica:
"O Conde de Monte Cristo", sob a direção de Pablo Larraín, traz uma nova e cativante interpretação do clássico literário de Alexandre Dumas. Com uma estética visual envolvente e uma narrativa que equilibra drama e suspense, o filme oferece uma experiência cinematográfica intrigante.

A trama gira em torno de Edmond Dantès, um homem injustamente condenado. O papel de Dantès, interpretado de maneira competente, capta a transformação de um inocente esperançoso em um homem consumido pela vingança. Os 14 anos na prisão são retratados de forma impactante, mostrando a brutalidade do sistema que o aprisionou e a evolução psicológica que ele sofre. A fuga ousada é um ponto alto do filme, marcada pela tensão e pela coragem do protagonista.

Larraín, conhecido por sua habilidade em contar histórias complexas, imprime seu estilo pessoal na direção, focando em detalhes que ajudam a construir a atmosfera sombria e opressiva do enredo. A cinematografia destaca a opressão e o luxo, contrastando a miséria de Dantès com a riqueza que ele adquire como Conde. Essa dualidade é um reflexo da luta interna entre justiça e vingança.

Apesar de suas virtudes, o filme não é perfeito. Em alguns momentos, o ritmo pode ser irregular, especialmente durante os trechos de revelação das camadas de conspiração. Além disso, algumas escolhas de adaptação, enquanto visuais e intrigantes, podem deixar fãs da obra original um pouco desapontados. O aprofundamento em certos personagens secundários poderia ter sido melhor explorado.

No geral, "O Conde de Monte Cristo" é uma adaptação que vale a pena assistir. Com atuações sólidas, uma direção estilisticamente ousada e uma trama envolvente, o filme consegue capturar a essência da busca por justiça de Dantès, ao mesmo tempo em que apresenta questões universais sobre moralidade e redenção. Mesmo que alguns elementos possam desafiar as expectativas dos puristas, a obra de Larraín se destaca como uma contribuição significativa ao gênero, fazendo jus a um clássico da literatura.
Lino G.
Lino G.

9 seguidores 19 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de dezembro de 2024
Cenários belíssimos, figurinos caprichados. Ainda que a estória seja relativamente conhecida, o filme faz jus ao livro. Ótima opção de entretenimento.
Wilson Gomes Jr
Wilson Gomes Jr

1 seguidor 18 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 16 de maio de 2026
Mais uma adaptação da obra de Alexandre Dumas, a quarta delas... Longo e cansativo, foge muito do foco, que é a vingança do personagem principal... Recomendo a versão de 1975, com o Richard Chamberlant, na minha opinião a melhor delas...
Sudário Sousa
Sudário Sousa

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2025
2 estrelas pelo inicio do filme que te prende e você torce para o personagem. Não assisti a obra base, portanto, irei falar apenas dessa. Na minha opinião o filme desandou! Racionalidade presente, anos dedicados para a vingança mas no fim, tudo se perdeu por um rapaz burro, e uma menina com romance adolescente tosco, sem profundidade e desnecessário, spoiler: o fim comum deles sendo completamente esquecido por idiotices, esquecendo tudo ao que levou eles até ali, horrível, se você quiser passar raiva e ver tudo sendo destruído por um romance adolescente vá em frente
, mas eu me sinto roubado pelas 3 hrs de vida, e pelos transtornos causados. Péssimo.
Edila M.
Edila M.

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 21 de janeiro de 2025
Gérard Depardieu entregou um conde de Monte Cristo excepcionalmente melhor. Começo assim pois as atuações neste filme são sofridas e cenas lentas.
Jedsosantosqueiroz
Jedsosantosqueiroz

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2,5
Enviada em 20 de abril de 2026
O novo filme de 2024 é um espetáculo visual, mas deixa um gosto amargo para quem entende a verdadeira jornada de Edmond Dantès. Se por um lado a fotografia é belíssima e os cenários são grandiosos, por outro, o roteiro se perde em escolhas que enfraquecem a força da obra original.

Onde o filme acerta?
A estética é, sem dúvida, o ponto forte. O filme é "bonito de ver", com figurinos impecáveis e uma atmosfera que tenta resgatar a elegância francesa da época. Algumas atuações são sólidas, mas a beleza visual não sustenta a falta de profundidade emocional.

Onde o filme falha (e muito):
A Prisão Apressada: Para um homem que ficou 14 ou 15 anos apodrecendo em uma cela, a transição no filme é rápida demais. O espectador não sente o peso do tempo, da solidão e da transformação mental que Dantès sofre no Castelo d'If. Fica parecendo um "intervalo" rápido, tirando o impacto da ressurreição do herói.

Vingança Sem Alma: O filme é covarde na hora de punir os vilões. No livro, a vingança é um prato cozido lentamente. Aqui, os destinos de Fernand, Villefort e Danglars são confusos ou incompletos. Falta aquela satisfação de ver a justiça sendo feita com o rigor que os traidores mereciam.

A "Falsa Balança Moral": O filme tenta impor uma moralidade moderna e inocente, sugerindo que "vingança sempre tem um preço" e que o Conde deve terminar sozinho e triste. Isso é uma romantização pessimista. Na vida e no livro, a justiça serve para fechar ciclos e permitir recomeços, não para condenar o justiceiro à solidão eterna.

O Erro com Haydée: Ao dar Haydée para o jovem Albert, o filme foge da complexidade do livro. No original, Haydée é a esperança e o amor que cura o Conde. O filme prefere um final "agridoce" e solitário, o que soa mais como medo de polêmica do que como boa narrativa.

Minha Conclusão:
A versão de 2001, com Jim Caviezel, embora tenha suas liberdades e seja menos "sofisticada", consegue entregar o que o público realmente quer: satisfação e catarse. Em 2001, sentimos o ódio de Edmond e celebramos o seu triunfo final.

O filme de 2024, apesar de sua "capa" bonita e intelectual, acaba sendo uma adaptação confusa e vazia, que entrega um final solitário para um homem que já sofreu injustiças demais. No final das contas, falta a 2024 a coragem de ser tão épico quanto o livro de Alexandre Dumas.
Cid Penteado
Cid Penteado

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de dezembro de 2024
Não li o Livro, mas já assisti filmes com versões da mesma história e outros com mesmo tema de vingança e redenção. Se você gosta desse tipo de enredo, vai gostar do filme, mas assista sem comparar com outras versões, pra não estragar a experiência.
Prof. Eduardo Nunes
Prof. Eduardo Nunes

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de dezembro de 2024
Este filme é o mais fiel ao livro comparando com as outras versões que assisti, 2002 e 1975. Enquanto que no filme de 2002 tem um foco um pouco maior na parte do Castelo D'if, neste a passagem pela prisão é bem diminuto. No entanto, o planejamento da vingança e sua execução é bem mais fiel ao livro, pois contém personagens que não foram citados nos filmes anteriores. No filme de 2002 tem um pouco mais de carga romântica, neste um tom de insensibilidade é mais aparente, acho que por isso que o filme de 2002 consegue envolver um pouco mais. Mas é um belíssimo filme. Quem gosta da história e quem já leu o livro como eu, não vai se decepcionar.
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