Celular - Um Grito de Socorro: Críticas - Página 2
Celular - Um Grito de Socorro
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Um visitante
5,0
Enviada em 12 de maio de 2014
Boa noite! Eu já assisti: Celular - Um Grito de Socorro, muitas vezes, e sempre que passa eu assisto novamente! É um grande suspense, é forte, interessante. Um rapaz que nunca ajudava ninguém recebe um toque em seu celular da vítima que foi sequestrada, a partir desse momento ele não consegue mais parar de pensar em como ajuda-lá! Envolvem o filho dela, o marido, porquê tem algo secreto sobre policiais e eles sabem, o rapaz acaba se envolvendo com outras coisas, porquê quer salvar essa mulher e seu filho! É um filme que lhe prende no sofá, adrenalina pura, ação! O elenco também foi sensacional! Eu adoro esse filme, portanto, aconselho à quem ainda não o assistiu, que veja, porquê vai gostar! Abraços
Celular-Um grito de Socorro,traz de volta o que os filmes que envolvem sequestros tem de bom, é esse mesmo objeto que consegue salvar quem está em péssimas situaçõ mesmo tendo uma história tão clichê,o filme traz um bom assunto,bem movimentado e quase que sem erros.E ainda por cima,tem um suspense leve,que consegue ganhar forças até seu final. O elenco,é outro ponto bastante útil,ao se ter ótimos nomes envolvido na trama.
Primeiros minutos de "Celular". Uma mulher é sequestrada. É jogada em um quarto, que possui um telefone. Epa, há algo de estranho. O que faz um telefone no quarto de uma refém de sequestro? Ok, logo vem o sequestrador para corrigir esta falha. Com uma marreta, lógico. Arrebentando o telefone, lógico. E por um triz não acertando a própria refém, lógico. Mas por que será que ele simplesmente não cortou o fio? Ora, simples, porque senão o filme acabava aqui. Depois destes dois momentos iniciais, não dá mais para levar "Celular" a sério. Ainda há salvação para o filme, caso se leve para o lado da sátira exagerada. Não dá. A quantidade de cenas ruins e a canastrice de Chris Evans e Kim Basinger não ajudam nem um pouco. O filme se torna um tédio, daqueles insuportáveis de serem assistidos. William H. Macy ainda tenta dar algum ânimo à trama, mas seu personagem sucumbe a tanta mediocridade. Um dos piores filmes de 2004, sem sombra de dúvidas.
Não considero este filme suspence, considero mais ação. A idéia do filme é boa,mas não foi muito bem aceita pelo grande público/maioria. Imagine atender o celular e do outro lado da linha uma pessoa afirma que foi sequestrada e que vida dela e de sua família está em suas mãos. Foi isso que aconteceu com Ryan (Chris Evans). Tendo que correr contra o tempo, contra falta de sinal e de bateria descarregada, ele deixa a sua vida egoista e tenta ajudar uma completa desconhecida a se salvar de bandidos mafiosos. Ação ininterrupta e algumas doses de humor, "Cellular" é ótimo e deve ser assistido sem pretensão, sem esperar frases memoráveis ou personagens emocionantes. Simplesmente esperando se entreter. - 9,0
Bom filme.Tirando as incoerências que o próprio Francisco citou acima no seu depoimento aqui,gostei do filme em si,achei até uma trama bem elaborada e com bastante ação,o que torna o filme mais interessante.Para quem gosta de filme desse tipo,vale a pena ver.
Jessica Martin (Kim Basinger, envelhecida, que em nada faz lembrar a sex-symbol que fez legiões de fãs com o filme 9 e 1/2 semanas de amor) é uma professora de biologia que é seqüestrada em sua casa em Los Angeles. O motivo? Ninguém sabe. Ela é levada para uma casa na periferia de Los Angeles. Lá é mantida num sótão, cujo telefone é destruído pelos seqüestradores. Alguns fios que restaram, no entanto, são o suficiente para que a esperta professora tente alguma ligação telefônica com alguém que possa avisar a polícia sobre a sua situação. O telefone celular de Ryan (Chris Evans) é acidentalmente acionado. Ryan, um garoto freqüentador das praias, incialmente se mostra discrente que Jessica foi raptada. Aos poucos a história dela a convence e ele procura a delegacia para expor o caso. Como ocorre uma rebelião de presos na delegacia e Ricky Martin (o filho de Jessica Martin, não o cantor porto-riquenho) está prestes a sair da escola e corre o risco de também ser pego pelos meliantes, Ryan sai da delegacia à toda velocidade em direção do colégio do pré-adolescente. Começam então, as peripécias de Ryan: ultrapassagens espetaculares, roubo de carro, compra de recarregador de celular - é importante que se diga que boa parte da trama se passa com os personagens principais se falando ao celular - etc e tal. Na verdade o que ocasionou toda a ação do filme foi o fato de Craig Martin (Richard Burgi) ter filmado alguns policiais corruptos assassinando vítimas inocentes. São eles os "bandidos" no filme, que no seu terço final assume seu lado policial "frenético" propriamente dito. Não que eu esperasse por um mínimo de realismo na narrativa, mas no momento em que Ryan mergulha no mar com o seu celular com as imagens que incriminam os policiais e nada, simplesmente nada, acontece ao aparelho, é duro de engolir. Nada de original. Entretanto, funciona como uma sessão da tarde descompromissada.
Ótimo, há tempos eu não assistia a um filme que rolava tanta adrenalina e um jogo de criatividade tão grnade. No dia em que fui assistir, tinha em mente ver um filme muito comentado do gênero suspense, mas acabei optando por assistir Celular. E com certeza a escolha não foi nada mal. Recomendadíssimo!
Simplesmente amei o filme, fiquei apaixonada pelo personagem de Chris Evans, e Kim Basinger. Eles fizeram uma atuação ótima, com perfeita performance... kkkkk é um filme que te prende do começo ao fim. Recomendo muito, para todos que gostam de filmes 'agitados' com um pouco de suspense e muita ação! haha
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