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    Living
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    3,5
    33 notas
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    3 Críticas do usuário

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    Anderson
    Anderson

    8 seguidores 190 críticas Seguir usuário

    5,0
    Enviada em 10 de março de 2023
    "Living" é uma refilmagem baseada fielmente em "Ikiru", 1952, de Akira Kurosawa que, por sua vez, fez uma adaptação livre de "A morte de Ivan Ilich", cuja primeira edição é de 1886, de Tolstói. Veja o tamanho da responsabilidade do diretor sul-africano Oliver Hermanus que apenas deslocou a história de Tóquio para Londres. Ao ter a humildade de seguir um mestre da estatura de Kurosawa e juntando um bando de atores excelentes conseguiu reeditar uma pequena obra prima que conta a história da transformação profunda de um burocrata nem simpático, nem antipático, em uma pessoa sensível que desperta para a necessidade de não passar de forma inócua pela vida, quando confrontado com a iminência da morte. Como se nota, uma história muito simples, que trata de preocupações que deveriam ser inerentes a toda e qualquer pessoa, açodada ou não pela percepção da morte, mas que é contada de forma cativante, o que torna vê-la e ouvi-la um imenso prazer.
    Ricardo L.
    Ricardo L.

    57.561 seguidores 2.681 críticas Seguir usuário

    3,5
    Enviada em 13 de abril de 2024
    Bill Nighi estrela esse remake do clássico Viver de Akira Kirosawa, aqui está longe da pegada do mestre Akira, mas atende bem com uma boa atuação de Bill e alguns diálogos bem dirigidos.
    Stephanie SB
    Stephanie SB

    1 crítica Seguir usuário

    5,0
    Enviada em 20 de fevereiro de 2024
    Muito bom!

    Te faz refletir do início ao fim, não espere grandes emoções, creio que não foi criado pensando nisso. O filme meio no estilo CULT, expõe a vida de um servidor público e como ele usufrui da sua vida, sua rotina, como encara o dia a dia e o que seus colegas de trabalho e filho o enxergam. É mais próximo do fim que você consegue ligar todas as pontas soltas e compreender a reflexão proposta, ele expõe a inércia em que as pessoas se permitem cair deixando apenas que os dias e as noites, passem, fazem tudo no automático, riem por conveniência e não mais por se divertirem, deixam de valorizar os pequenos e genuínos momentos.

    Ele nos faz olhar para dentro e refletir se já não nos deixamos cair na inércia, se é que não estamos nela e refletir sobre como sair. Como dar o devido valor a cada atividade / oportunidade do nosso dia, encarar o trabalho como uma atividade para um meio e como de vez em quando ir além, ser excepcional. Assim como nos obriga a refletir sobre o nosso ambiente, como podemos colaborar para nossa própria felicidade através de atos simples para nós, mas que para outros pode ser a mudança de uma vida - pela oportunidade de viver melhor.

    Eu realmente amei o filme e está na minha lista de filmes a revisitar de tempos em tempos para me lembrar de que não sou um robô e de que vim ao mundo para VIVER! Ter novas experiências, conhecer novas pessoas e suas culturas e meios de diversão, de ir além dos limites que em algum momento deixo colocarem sobre mim por cair, sem perceber na inércia. A final nosso tempo é curto para VIVER de forma plena, curtindo desde as pequenas coisas até as grandes.

    Espero que consiga aproveitar esta obra, tanto quanto eu. Coloque atenção e não se deixe ser mais um em meio a um mundo de pessoas inertes.
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