Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Anderson G.
1.372 seguidores
409 críticas
Seguir usuário
4,5
Enviada em 4 de setembro de 2016
“Cidade dos sonhos” tem uma direção quase que impecável, uma fotografia ótima, trilha sonora impressionante, corte, montagem, mixagem de som..., bom, tecnicamente ele não tem erros, poucos filmes no cinema tem um suspense como esse, a cada cena, a cada take, você está com o coração na mão, as atuações são boa, mas o roteiro, bom, é um filme do Lynch, diretor que criou um mercado num nicho, aparentemente não tem sentido, mas tem, esse é o problema, não é um filme fácil para o grande publico(que muitas vezes abandona o filme na metade), e nem para os cinéfilos, que acabam confusos e tem que recorrer a artigos para complementar seu entendimento sobre essa película. Para alguns isso é um problema, já outros, piram completamente na ideia do filme, que não parece ter sua moral própria, essa é a arte que o Lynch traz ao cinema, o filme tem uma historia e cabe a cada telespectador interpretar de acorda com sua ideologia e experiência, é um obra completa, com momentos marcantes, filme que todo cinéfilo deveria ver, mesmo que não goste, ao menos uma vez para ter uma visão mais ampla não apenas sobre cinema mas sobre a arte em geral.
Um dos melhores filmes que já vi. É genial. O roteiro, direção, trilha sonora, diálogos, tudo incrível. Tem q ver mais de uma vez para as coisas ficarem bem esclarecidas.
Muitos Psicólogos, dramaturgos, Psiquiatras... enfim diversos profissionais tentaram decifrar os diversos mistérios que se articulam neste exercício maravilhoso e surreal orquestrado pelo sempre enigmático David Linch. E alguns deles devem ter ficado decepcionados com uma declaração de Linch de que ele não teria realizado a película para ser entendida... mas sim para que os cinéfilos de plantão se divertissem. Não é uma experiência divertida para quem assiste, mas nem por isso deixa de ser prazeroso de assistir. As idas e vindas do roteiro, as metamorfoses de identidade, os sempre estranhos personagens que irrompem diante de um brilhante argumento, o clima sexy e ao mesmo tempo assustador, só demonstram a originalidade deste diretor que consegue fazer deste mosaico surreal: uma obra que mesmo difícil de ser compreendida ela impacta quem assiste. No sumo de um caleidoscópio de subtramas, Naomi Watts é sem sombra de dúvida a estrela do filme: pela sua entrega, sensualidade e viscerabilidade que possui a química perfeita com a madurez sexy de Laura Elena Harring. Irretocáveis e belíssimas as cenas mais picantes do filme, que contrastam com as outras que carecem de lógica e que evidenciam ao sempre surrealismo contido nos filme de Linch: com exceção de o Homem Elefante e Uma História real - que são filmes baseados em fatos reais. Um drama psicológico para ser obrigatoriamente assistido, apreciado, mas como o próprio cineasta explicou: é uma perda de tempo entender completamente a sua trama.
Assisti e não entendi nada. Pareceu muito ruim, mas como os inteligentes e apreciadores da 7ª arte disseram ser bom para quem pensa, eu vou revê-lo. Espero mudar essa critica, no entanto nesse momento: Não recomendo.
Quem diz que interpreta o filme do jeito que quiser está completamente enganado. A história só tem um, absolutamente um sentido. É uma obra-prima de David Lynch. Quem não gostou é porque não gosta nem um pouco de filmes que fazem pensar. Porque, numa boa, esse é ums dos melhores do gênero. A história é cheia de símbolos, significados. Quem não entendeu mande email que eu explico o filme.
Resumindo, só enigmas e também um pouquinho de enigma, o filme é bom, mas poderia ser muito bom se além de enigmas houvesse algo diferente de enigma... mas é muito enigma. umm... cometi o mesmo erro do diretor no meu comentário; MUITO ENIGMA. Mas é um prato cheio pra quem está com a auto-estima intelectual baixa assistir-lo e encontrar sentido em tudo (uma chavezinha que significa a compreensão dos sonhos de "num sei quem", ou um mendigo que significa os desejos escondidos no coração do ser humano frustrado...) o problema foi muitos destes pseudo-intelectuais terem descarregado suas interpretações "inteligentíssimas" e orgulhosamente terem as escrito em comentários de sites e depois aparece o diretor dando uma entrevista desmentindo tudo... rsrsrs em outras palavras ele disse "Não é nada disso que vocês acham que entenderam seus babacas rá rá rá rá". uiiiii!!! "foi se embora" o sonho de se tornar o intelectual, o "fodão" cinéfilo, ohhh diretor FDP em galera?
Mulholland Drive é um filme de trama e suspense lançado em 2001 e dirigido por David Lynch.
Esse é um dos filmes mais diferentes e criativos que já assisti, é impossível descrever toda sua complexidade em apenas um texto, e além de tudo é um dos (talvez o melhor) filme da carreira de Lynch, muito disso se deve ao fato de que o estúdio deu total liberdade ao diretor para que ele fizesse o filme que desejasse, e deu muito certo. É extremamente difícil compreender o filme vendo-o apenas uma vez, pois, além dele contar diversas alegorias e simbolismos, não possuí uma "interpretação oficial", sendo assim, cada pessoa consegue ter uma percepção diferente da obra, e muitas vezes até aconselho ler alguns artigos sobre o filme.
O longa conta com um visual incrível, dês da fotografia a palheta de cor escolhida e os os atores estão todos ótimos. Por mais que o filme tenha quase duas horas e meia de rodagem, a história te prende de um jeito que em nenhum momento torna-se um filme cansativo ou maçante, cada momento é extremamente preciso e necessário, nada poderia ser descartado, a experiência de assistir a Mulholland Drive se equivale quase a montar um quebra cabeça, o diretor te dá as peças, e o espectador ás monta, e isso é muito legal e interessante de se fazer.
Mulholland Drive é um dos melhores filmes da carreira de David Lynch e assisti-lo é muito mais que entretenimento, é uma experiência.
Amigos cinéfilos de plantão.... Não assistam esse filme!!! Simplesmente pelo fato de que deixa muitas pontas soltas. Dá até pra perdoar a falta de lógica em função de uma trama fantasiosa iniciada na cabeça de Betty. Que se apaixona por Camilla e acaba inventando um universo de situações que, apesar de se relacionarem com a realidade, se perde no tema principal do filme, que se tratava de dar uma explicação ao que desencadeou a patologia psicológica sofrida pela protagonista. E não venham falar que foi pela simples inveja relatada por ela no final do filme. Enfim, não me convenceu.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade