Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas
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4,4
1364 notas

64 Críticas do usuário

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Cícero P.
Cícero P.

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3,0
Enviada em 20 de janeiro de 2013
O drama pai-e-filho parece ser a temática dessa história com excelentes misturas de imaginação e realidade. Mas o mal relacionamento entre eles não emociona e é isso que não deixa esse filme ser perfeito.
Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de fevereiro de 2020
É um filme bonitinho, mas tão chato. O final é tocante, mas o andar da história não foi atrativo....
Ricardo L.
Ricardo L.

63.289 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de novembro de 2015
Um filme para um ótimo elenco, como o grande Alber Finney, Ewna MAc Gregor, Jessica Lange e Danny de Vito, uma história bacana e uma fotografia maravilhosa, vale a pena vê!!!
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 11 de agosto de 2014
O cinema,e sua imaginaçã Grande e Suas Histórias,traz aquela velha fórmula de conquistar o público,com histó delas simples de entender,conduzida pelo o elenco de bons nomes,travestidos em bons dos pontos mais curiosos,é ver a direção de Tim até que ele saiu um pouco daquele mundo misterioso,e sombrio que conquistou o cinema,e cria uma história super histórias cruzadas,são o que dão animo ao filme,muitas delas interessantes,vivendo de passado e McGregor ,mostra todo o seu indo grande parte do filme í mais,apenas um lindo final.
Bismark L.
Bismark L.

3 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de abril de 2015
Bem vindos à Forrest Gump versão Tim Burton!
Não estou querendo comparar, até porque, Gump é muito melhor, mais fica muito evidente que esse filme tem muitas referências no filme de Robert Zemeckis. Quem gostou de Forrest Gump narrando suas histórias, provavelmente irá gostar de Ed Bloom narrando suas aventuras fantasiosas em Peixe Grande.
Peixe Grande conta a história de Ed Bloom e suas aventuras narradas por ele mesmo, seu filho Will Bloom, desde pequeno ouve essas histórias. Agora adulto, Will Bloom começa a se irritar com as histórias de seu pai, no qual conta pra todo mundo. Will acaba percebendo que não conhecia seu pai direito, apenas ouvia suas histórias. No decorrer da trama, Will tenta saber mais sobre seu pai, revivendo histórias e mitos que ele contou sobre sua vida.
Esse é um daqueles filmes inspiradores, que te faz pensar mais na sua vida e fica claro o que ele quer dizer pra gente, se aventure mais, conheça mais, faça novas amizades, saia um pouco da sua zona de conforto, saia mais da sua rotina e vá se aventurar pelo mundo, porque lá pra frente você vai ter o que contar e relembrar! Esse é o grande foco do filme, e ele realmente funciona, pois vemos um personagem se aventurando, passando por lugares incríveis, conhecendo pessoas diferentes e na hora que vemos isso, dá uma certa vontade de passar por tudo aquilo que o personagem viveu, mesmo sabendo que parte dessas histórias tenha sido inventadas, ou melhor, aprimoradas por Ed.
Peixe Grande tem um bom roteiro que te prende na tela, querendo mais histórias do protagonista, só que seu roteiro é um daqueles que vendo pela primeira vez, você se surpreende, se encanta e embarca no filme, só que ele não fica na sua cabeça por bastante tempo, você acaba esquecendo rápido, ele não te deixa com muita vontade de ver outra vez. Sua fotografia é um dos pontos fortes do filme ela é incrível no estilo filmes de Tim Burton, as atuações não há nada de especial, o destaque fica apenas pra Ewan McGregor interpretando Ed Bloom jovem, e como de costume e uma das principais características nos filmes de Burton, a presença de personagens esquisitos comparecem em Peixe Grande, personagens que pode divertir ou assustar as crianças como o gigante Karl.
Peixe Grande é um filme que infelizmente faltou algo a mais pra ficar na sua cabeça e com vontade de rever várias e várias vezes, mesmo assim é um filme que diverte, ensina e te faz embarcar nas aventuras de Ed Bloom.
Mary M
Mary M

18 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de junho de 2021
Já adianto que esse não é meu estilo de filme e que eu não sou muito fã dos trabalhos do Burton, por isso minha nota, digamos, ok. É um filme tecnicamente bem feito, com boas atuações e um roteiro legalzinho, porém, não me envolveu em absolutamente nada. Não consegui sentir muitas emoções e nem apego pelos personagens. Acho que a história pula muito rápido de uma parte para outra, sem dar aparente explicação para a anterior. Também é irreal (por isso, já adiantei, eu não gosto muito de filmes de fantasia). No geral, porém, foi um bom passa tempo. Daí vai da questão de cada um: se gostar de fantasia, o filme pode se tornar um dos seus favoritos. Se não...é, passa, mas não marca.
Thalita Uba
Thalita Uba

66 seguidores 52 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de abril de 2013
Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (Big Fish) é uma aventura fantasiosa lançada em 2003 e que foi baseada no livro homônimo de Daniel Wallace, autor americano. Em seu leito de morte, Edward Bloom, um homem pra lá de imaginativo (alguma semelhança com o diretor do filme?) e que passou toda a vida contando histórias espetaculares ocorridas (aparentemente) com ele durante sua existência, tenta se reconciliar com seu filho Will, que jamais acreditou nos contos do pai e exige, agora que ele está prestes a morrer, saber a verdade.

O filme retrata diversas dessas histórias contadas por Edward, repletas de criaturas fantásticas como gigantes e lobisomens, abrilhantadas pelo trabalho excelente do produtor Richard D. Zanuck (vencedor do Irving G. Thalberg Memorial Award, conferido pela Academy Awards – mais popularmente conhecida como “Oscar” –, dado a “produtores criativos cujos trabalhos refletem uma consistente alta qualidade de produção cinematográfica”, nas palavras da própria Academia) e das equipes de direção de arte e de fotografia, que fizeram do filme uma produção linda de se ver.

Além do visual agradável, destaque também para a trilha sonora original, produzida por Danny Elfman – compositor do famoso tema de Os Simpsons – e para a (sempre) boa atuação de Ewan McGregor, abrilhantada pelo trabalho conjunto com Albert Finney, Danny DeVito e Helena Bonham Carter – conhecida esposa (ou seja lá o que for) de Tim Burton. Ótima pedida para relaxar e permitir a entrada de um pouco de imaginação em nossas vidas tão estressantes e sem graça.
Bya93
Bya93

6 seguidores 57 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2012
Interessante, encantador, bastante charmoso e tecnicamente perfeito. Porém, o drama pai-e-filho não chama atenção, e no final das contas, você percebe que não se importou com nenhum dos personagens. É um filme que parece emocional mais não é. Ele não toca você nem um pouquinho. Apenas te diverte com as fantásticas histórias de Edward Bloom.
Gabriel Santos
Gabriel Santos

5 seguidores 38 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de novembro de 2020
O filme começa arrastado e incompreensível, mas ao longo da trama, conseguimos entender a proposta do roteiro e aceitar as diversas ''bizarrices'' que ocorrem. É um filme interessante para ser visto apenas uma vez ou ser passado como um trabalho escolar para crianças do ensino fundamental.
Evelyn K.
Evelyn K.

5 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de janeiro de 2016
Ed consegue pescar um peixe famoso na região por nunca ser pescado, no dia do nascimento do seu filho Will. A isca é uma aliança e a mensagem: um peixe grande precisa de uma aliança para ser pescado. (Entenderam homens? quando encontrarem uma mulher que seja muito para vocês, o único jeito de pesca-la é com uma aliança).
Ed é um homem ambicioso, cativante e social e cheio de criatividade. Sempre tinha uma história inacreditável com lições. Seu filho Will é um homem prático, prestes a ter seu primeiro filho, que se sente distante e magoado por acreditar que cada história é uma maneira do pai esconder seus sentimentos.

Pra quem já viu...
spoiler: Ed é um pescador, e sua história favorita, traz seus três elementos favoritos: sua esposa e seu filho. Ele não se acomoda com o confortável, e é muito persistente. Essas características fizeram dele um grande garoto. Quando criança uma doença o impediu de sair da cama por 3 anos o que fez ele ler e desenvolver a criatividade. Com uma auto estima forte, ele acredita que isso contribuiu para que ele tivesse uma perspectiva única sobre o restante da sua vida. Ele foi o único que passou por isso, e por isso ele era o mais resistente, forte e veloz de sua cidade. Foram tantas conquistas em sua cidade que ele decidiu procurar uma cidade maior. Fez amizade com um homem peculiar, que por ser muito grande era solitário, incompreendido e ameaçador. Ed consegue ver nele alguém que também procurava um desafio do "seu tamanho". Ele não cria raízes, e continua saindo de sua zona de confronto, mesmo encontrando uma cidade utópica e pitoresca, perfeita. Em determinado momento ele encontra Sandra, e coloca toda sua energia para conquista-la. Mesmo apaixonado, ele é chamado para guerra, trabalha como vendedor externo, e tem pouco tempo para ficar com ela. Ed tem sorte dela ser compreensiva e apaixonada por ouvir suas cativantes histórias. Ed foi um pai ausente, passando muito tempo fora de casa e voltando com histórias inacreditáveis, que Will amadurece e entende como mentiras para justificar suas ausências. Adulto, após anos sem falar com o pai, que está agora morrendo ele o confronta, pedindo "a verdade". Percebe por fim, que a vida de Ed foi inacreditável e sente novamente orgulho do pai, assumindo o papel de contador de histórias.
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