Enrico Casanova já vinha realizando boas coisas para a Pixar.Com grandes méritos consegue sua primeira direção de um longa dentro do estúdio.Os gráficos são altamente incríveis.Muito detalhe a cada cena,cada objeto a cada rua percorrida.O ambiente da cidadezinha nos traz uma paz sem igual.O clima chuvoso,as cores,a brisa do mar...tudo ganha forma nessa animação.
O final é único.Impossível não se emocionar com a dupla de amigos.
Luca é mais um acerto da Pixar, a história é mais simples, e não tão emocionante, mas funciona muito bem, é colorido, divertido e tem um roteiro bem bacana.
Filme muito divertido e gostoso de assistir. Mas o melhores filmes da Disney continua sendo os mais mais antigos. Os atuais são apenas ok, mas nada de tão memorável... Com exceção de: Viva – A Vida É uma Festa e Toy story 4 que são filmes recentes acima da média, os demais lançamentos são apenas legais...
Relutei um pouco em dar a esse filme a cotação máxima. No entanto, após seu término, fica praticamente impossível não se render a essa pequena obra-prima da Pixar, que trás reflexões importantes como a inclusão, a lealdade e o amor. Muitos comentários do filme relatam algo subjetivamente LGBT, digo sim e não. Quem pensa que se trata de um romance entre os personagens está fadado ao engano, a partir do momento em que o segredo de um dos personagens é revelado para A vila Italiana é que percebemos de cara, do que se trata o filme e o que muitos fazem para não ser alvo de perseguição. É uma cena triste, cruel, mas extremamente necessária para se chegar ao objetivo principal do roteiro. Os gráficos embora belos, principalmente no tangente a Vila dos pescadores e a coloração brilhante, deixa a dever no estilo dos bonecos arredondados. Mas quem se importa quando estamos presenciando após um início morno, um filme que te deixa marcas e reflexões com uma trilha sonora de clássicos italianos sessentistas maravilhosos. Para se emocionar!
Sinopse: Luca vive aventuras com seu novo melhor amigo, mas a diversão é ameaçada por um segredo: seu amigo é um monstro marinho de outro mundo que fica abaixo da superfície da água.
Crítica: "Luca" é um filme de animação que se destaca não apenas pela sua estética visual deslumbrante, mas também pela profundidade de sua mensagem. A trama se passa em uma vibrante e ensolarada Riviera Italiana, onde acompanhamos Luca, um jovem menino que vive aventuras ao lado de seu novo melhor amigo, Alberto. O enredo se torna intrigante ao revelarmos que Alberto é, na verdade, um monstro marinho, algo que pode gerar medo e preconceito entre os humanos. Essa dualidade entre o mundo subaquático e a superfície é uma metáfora poderosa para questões contemporâneas sobre aceitação e compreensão do outro.
A direção de Enrico Casarosa, em sua estreia, é uma demonstração clara de sua sensibilidade e habilidade narrativa. Ele consegue equilibrar momentos de humor e aventura com temas mais profundos, como a necessidade de aceitação e o confronto de medos. A animação, rica em detalhes e cores, cativa tanto crianças quanto adultos, proporcionando uma experiência visual que é ao mesmo tempo divertida e encantadora.
A escolha do elenco de vozes, incluindo Jacob Tremblay, Jack Dylan Grazer e Maya Rudolph, é outro ponto forte da produção. Cada ator traz uma autenticidade às suas personagens, permitindo que os espectadores se conectem emocionalmente com a jornada de Luca e Alberto. A interação entre os personagens é natural e muitas vezes hilariante, adicionando camadas à amizade que se desenvolve ao longo do filme.
A trilha sonora é igualmente memorável, contribuindo para a atmosfera leve e emocionante que permeia a obra. As composições não apenas complementam as cenas, mas também ajudam a estabelecer o tom emocional do filme, tornando as experiências de Luca ainda mais impactantes.
"Luca" não é apenas uma história sobre amizade, mas também um convite à reflexão sobre preconceitos e diferenças. À medida que os protagonistas enfrentam desafios e superam barreiras, aprendemos que a verdadeira aceitação vem da compreensão e da abertura ao novo. O filme nos lembra que, embora as aparências possam ser enganosas, a essência de uma pessoa é o que realmente importa.
Pra mim, o melhor filme da Disney dos últimos, sei lá, 10 anos? Sensível, bela fotografia, o ritmo não é lento, tocante sem ser piegas, clichê ou apelativo, leva uma ótima mensagem e realmente foge dos finais felizes onde tudo se resolve de forma óbvia. Amei e vou assistir várias vezes!
Só não gostei de um detalhe: a rapidez ou lentidão que os "monstros marinhos" se transformam sem critério.
O filme é lindo, colorido, divertido e carrega uma temática muito importante sobre preconceito, exclusão, intolerância, mas também de acolhimento, amizade e aceitação. O cenário acalorado do verão num litoral italiano é confortante, muito bem detalhado.
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