Kill Bill - Volume 1
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4,3
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100 Críticas do usuário

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drigosr
drigosr

7 seguidores 17 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de outubro de 2016
O que acontece quando o exagero é tão bem feito que passa do ridículo ao incrível? Kill Bill é uma trama que, a princípio, é encarada com o filme mais trash da atualidade. Desde suas cenas de lutas completamente irreais até sua trama maluca que mistura forasteiros com "ninjas". Surpreendentemente, a busca da Noiva de Uma Thurman por Bill é incrivelmente curiosa, talvez até mesmo por conta da loucura de sua história. A protagonista é bem construída e suas motivações são muito bem definidas, até porque são elas que movem toda a trama do filme. Apesar da total fuga da realidade, as cenas de lutas são divertidíssimas e empolgantes, com destaque a cena em que a Noiva lida sozinha com centenas de assassinos em ternos pretos. Quentin Tarantino joga um sangue pulsante na tela com o eletrizante Kill Bill, mas também cria um filme cult, pop e único, que, por estranhas razões, causa um enorme êxtase para quem assiste.
Elvira A.
Elvira A.

937 seguidores 266 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de outubro de 2016
Este quarto filme de Quentin Tarantino, roteirista e diretor, já dá mostras do seu talento que vai se aprimorando no decorrer das suas obras. Uma Thurman, uma das atrizes preferidas de Tarantino, está perfeita no papel da vingativa Black Mamba, cujo objetivo é eliminar um a um os membros da organização criminosa da qual ela fazia parte e que assassinaram muitos dos convidados ao seu casamento, deixando-a em coma, ainda grávida. Esse coma durou quatro anos, e aí começa o seu plano de vingança. Com extrema frieza, ela executa um a um os seus inimigos. Tarantino usa de recursos variados para narrar a história: imagens em preto e branco, anime, homenagem aos filmes de kung fu,a sua costumeira fina ironia e o seu humor negro. A trilha sonora, como sempre, merece um destaque à parte. Ao final do filme, o público fica na expectativa da sequência da vingança de Black Mamba. Afinal, falta chegar ao mandante,Bill. Um ponto interessante a ressaltar é que ela poupa crianças. A única falha do filme é que os diálogos em japonês não são traduzidos, dificultando a compreensão de quem não entende a língua.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 6 de junho de 2016
Um típico filme do Tarantino! O maior destaque aqui está na excelente direção do diretor, que não economiza nem um pouco no sangue, e também na grande atuação de Uma Thurman como a Noiva que tem uma sede interminavel por vingança. As cenas de ação, mesmo que algumas sejam bem mentirosas, são muito bem dirigidas e recheadas de violência Tarantinesca, o diretor realmente faz o sangue jorrar a vontade. O roteiro é bem estruturado, há uma boa dose de humor negro também e o resultado é um excelente filme

Admito que não sei definir com certeza qual meu filme favorito do Tarantino, mas se tratando de entretenimento Kill Bill com certeza vence, pois diversão é o que não falta aqui.
Macaco Louco
Macaco Louco

9 seguidores 43 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2016
Há exatos dez anos, o Mestre Quentin Tarantino resolveu escrever aquele, que é o seu épico cinematográfico mais ousado e bem feito da sua história.

Depois da sua mal-sucedida homenagem ao blaxploitation Jackie Brown (1997), ele ficou extremamente ocupado ao criar, junto com a atriz Uma Thurman, uma história que envolve artes maciais, faroeste e vingança, cuja protagonista tem o mistério do Homem Sem Nome de Clint Eastwood, mas com a faca nos dentes de um Bruce Lee.

Durante a concepção de Kill Bill, Uma estava grávida (assim como sua protagonista) e Tarantino esperou-a para dar continuidade. com o auxílio do Shaw Brothers (Hong Kong), ele filmou tanto que a duração passou de quatro horas (acredita nisso!). Para que seus fãs não se enjoam, dividiu em duas partes.

Como acontece sempre em suas obras, a história da Noiva/Mamba Negra, que se vinga do Esquadrão Mortal das Víboras Assassinas, que massacrou toda a sua família no dia do seu casamento, é não-linear (como ocorreu em Pulp Fiction), com vários flashbacks, roteiro bem escrito e diálogos intermináveis.

spoiler: O primeiro volume começa com um provébio Klingon (do Star Trek) "A vingança é um prato que se come frio", ao ouvir a noiva (cujo nome não foi revelado) respirando depois de seu extremamente espancada. Bill (David Carredine) caminha em direção à ela, e atira em sua cabeça. Após quatro anos, ela acorda do coma, descobre que sua filha que carregava em seu ventre está morta. É aí que ela se fode de raiva, mata os necrófilos no hospital, pega a PickUp das Gostosas e tenta mexer seus dedos, enquanto recorda da O-Ren Ishii/Bola de Algodão (Lucy Liu), cuja sua história é mostrada em uma sensacional animação, ancorada por uma música-tema de Luiz Bacalov. Sua família foi morta por seus capangas de Matsumoto, um dos chefões da Yakuza. O-Ren se vinga, matando-o em sua cama e se transforma em uma matadora profissional. Outra parte do filme é quando encontra a Venita Green/Cabeça de Cobra (Vivica A. Fox), disfarçada de dona de casa, enquanto sua filha chega da escola, e encontra as duas ensanguetadas e a sala de estar quebrada. Ao se recuperar, A Noiva viaja ao Japão para ver Hattori Hanzo (Sonny Chiba), um antigo fabricante de espadas de samurai, disfarçado de chef de cozinha, ex-mestre de Bill, que cria a espada perfeita para ela. Durante todo o filme, ela enfrenta uma gangue de Crazy 88, liderado por Johnny Mo (Gordon Liu), numa sequencia pra lá de impagável, com direito a cabeças decepadas, braços cortados, olhos arrancados e sangue jorrando, até obter seu embate com sua rival, num jardim recheado de neve.


Vale destacar que a intenção do diretor é APENAS homenagear os clássicos filmes de Kung fu, Western spaghetti e blaxploitation. Kill Bill - Volume Um é uma adaptação de Lady Snowblood, de 1973, cuja história é quase similar ao da Noiva (e o da O-Ren Ishii). Na versão japonesa, a protagonista se vinga dos assassinos de sua família. Outro filme com enredo semelhante é A Noiva Estava de Preto (1968), em que uma mulher se vinga de cinco homens, que mataram seu noivo no dia do seu casamento.

Outras referências também são encontradas, como o figurino da Noiva, tirado do filme O Jogo da Morte, de Bruce Lee, além dos filmes O Besouro Verde (cuja música tema é tocada), Gone in 60 Seconds, o citado Star Trek e Era Uma Vez No Oeste.

A trilha sonora eclética é recheada de temas que entraram em nosso cotidiano, como o famoso assobio de Elle Driver/Cobra Californiana (Darryl Hannah), tirado do filme Twisted Nerve, composto por Bernard Herrmann, alem de Ironside por Quincy Jones. Outros temas, como Don't Let Me Be Misunderstood (Santa Esmeralda), Bang Bang My Baby Shot Me Down (Nancy Sinatra), Battle Without Honor or Humanity (Tomoyasu Hotei) e Woo Hoo (The 5,6,7,8's - que participam no filme) marcam presença.

Com quase duas horas, Kill Bill - Volume Um é um filme para ser levado à... diversão. Está certo que algumas cenas de violência, como corpos esquartejados, sangue, frases inadequadas e linguagem imprópria não são recomendados à menores, mas, para quem trabalhou em uma locadora, o ideal é vê-lo na seção de comédias.
Jamerson M.
Jamerson M.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de janeiro de 2016
Dizer qual é o melhor filme de ação é algo quase impossível, mas quem gosta desse gênero de filme "Kill Bill" não pode ser esquecido. O enredo, genérico à primeira vista, é bem elaborado; a trilha sonora é variada e os atores são incríveis. Kill Bill é o paradigma nos filmes de ação.
Lucas S.
Lucas S.

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de janeiro de 2016
Uma história de vingança contra aqueles que tentaram matar a ''Noiva'', essa é a trama de Kill Bill que parece simples, mas ao decorrer do filme vai ficando mais complexa graças ao roteiro não linear que vai se conectando. Com uma atuação implacável de Uma Thurman e direção de Quentin Tarantino o filme tem tudo para dar certo, um filme hardcore com cenas violentas e muitos jorros de sangue que não dá sossego ao telespectador. E o final te deixa louco para assistir o Vol.2 despertando ainda mais o interesse por uma das maiores sagas de vingança das telonas.
Wilson Gabriel M.
Wilson Gabriel M.

5 seguidores 16 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de janeiro de 2016
Tarantino consegue prender nossos olhos no filme com um ritmo forte, com uma historia pequena ele faz um filme bonito e com varios acertos, nas partes dos atores e nas partes dos cenarios.
Cada vez mais fã do que esse diretor pode fazer na direção de seus roteiros aguardados.
Marcos M.
Marcos M.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de setembro de 2015
Tarantino tem um raro talento de unir personagens tão fora do padrão, banhos de sangue e diálogos tão memoráveis em dosagens bem equilibradas, que em um quadro geral do gênero de ação, não são todos que conseguem esse nivel de coerência.
Logo de inicio você ouve os gemidos da noiva enquanto aparece os créditos. Juro que aquilo me deu uma sensação de agonia que só me fez ficar mais preso a cadeira. Ao longo do filme, a historia segue um percurso não linear, o que mantem o filme ativo e não nos cansa durante suas duas horas de duração. E é claro que não podemos deixar de lado a parte anime do filme super bem produzida contanto a história de Ohen.
O elenco não poderia está mais em forma. Uma arrasa em seus papeis de ação e convence bem. Sua frieza e requinte de crueldade foram muito bem incorporados pela atriz em busca de se vingar dos comparsas. Luce- Liu também está memorável com a chefona do submundo, Ohen. Sua beleza asiática e sua transmissão de serenidade em boa partes das cenas, consegue, ainda assim, transmitir medo e autoridade. Sua dinâmica com Uma deu super certo.
A assassina Elle driver interpretada por Dary Hannah com sua cena vestida como enfermeira e acentuada pela trilha sonora, torna uma vilã impar. Já Chiaki na pele de Gogo, minha personagem favorita, apesar de não parecer muito e não ter lá muitas falas, passa uma intensidade insana naquele uniforme de colegial. Fiquei triste quando ela morreu. E Vívica Também merece aplausos.
As locações também não deixam a desejar e a luta na casa das folhas azuis e os vários efeitos visuais usados foram uma ótima homenagem aos filmes asiáticos.
A criatividade de Tarantino é posto a prova nesse filme e, felizmente, passa com louvor, nos entregando um longa criativo, marcante e que não deixa o público a desejar em nenhum momento, a não ser o próximo volume.
Júlio O.
Júlio O.

8 seguidores 7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de abril de 2015
Sensacional, a estética, profundidade, exagero e intensidade que não corrige, mas que segundo a obra repara...
Rogerio A.
Rogerio A.

5 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de janeiro de 2015
Com certeza um excelente filme , impecável. As cenas de luta são magníficas, Exageradas é claro. Mas magníficas.

O duelo entre O-Ren Ishii e a Noiva é soberbo, poético, a bica de água, a neve, os pés de O-Ren Ishii. A mistura no ponto exato de anime com o filme em si.

E claro impagável ver a Uma Thurman de macacão amarelo pilotando uma moto e usando uma katana para decepar cabeças.
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