Eu sempre ouvia falar desse filme e de como ele era famosinho, mas eu nunca tive vontade de ver. Seja pq a capa não me chamava a atenção ou talvez pq não havia nenhum ator que eu gostasse no elenco, mas Kill Bill conquistou meu coração.
É um filme muito bom. O enredo te prende do começo ao fim, roteiro bem construído e sem firulas, o que faz a história saltar longos periodos de tempo em piscar de olhos e te passa um sentimento de totalidade. As cenas de luta não se propoem a serem totalmente realistas, não parece ser essa a mensagem. Nesse ponto, vejo muita semelhança com o filme Harakiri, de Kobayashi.
Com certeza é uma das marcas registradas do diretor de cinema mais fora do quadrado que já acompanhei, a obra vale a pena para conhecer mais esse mundo oculto de criatividade desvairada do Tarantino. A obra não tem um pega forte suficiente de um bom filme de ação, mas dentro da proposta de escrachar ao ridículo o gênero de filme de luta a obra se sai bem. Uma Thurman faz sua parte, atuação calma e seguindo as regras de roteiro do mestre mor. E diga-se: fundou uma legião de seguidores da filosofia Kill Bill de filmes de ação. O filme com certeza, se sai bem em deixar explícito as cenas de sangue, marca clássica desse famoso diretor - Pulp Fiction que diga. Mas para assistir o Tarantino tem que ter um pouco de saco/paciência por causa dos seu escapismo em relação ao estilo padrão. Satisfeito isso dá para dar umas risadas com os deboches e invenções.
Filme: Kill Bill Vol. I Assistido: 22-12-23 Elenco: @tarantinouniverse @umathurman @lucyliu @msvfox @go_go_chiaki Sonny Chiba, Julie Dreyfus, Gordon Liu Modelo: #artesmarciais #ação Duração: 1h 51m Ano: 2003 Minha opinião: Um dos Best five de Quentino é Kill Bill, mas temos no cardápio Pulp Fiction, Bastardos Inglórios, Os 8 Odiados, Django, Jackie Brown,.... E com certeza é mais uma obra do diretor. Sempre voltado aquele tempero da década de 70 e 80 e trazendo daquilo que hoje é considera filme trash. E trazendo atores que estavam “esquecidos” Carradine, Gordon, Chiba. E neste filme ele trazer lembrança do filme de Bruce Lee com sua roupa toda amarela, uma saca incrível. A estoria gira em torno de Kiddo uma assassina de aluguel que faz parte da equipe de Bill. Mas ela quer sair gang pois descobriu que esta gravida. Bill descobre que ela pretende se casar. Invade os preparativos do casamento e mata todos junto com sua gang. O-Ren, Green, Driver, Sofie, Budd e Bill. Kiddo é baleada onde Bill imagine que ela esta morta e Kiddo imagina que perdeu a filha. Fica em coma até o dia que desperta e parte para a vingança. A 1ª Green que esta levando uma vida modesta e tem uma batalha em sua casa e onde sua filha vê a morte de sua mãe. E depois Kiddo vai ao Japão para pedir a Hatori Hanzzo para forjar uma espada para se vingar de Bill. Mas a ultima luta e contra os yakuzas de O-Ren onde ela tem uma batalha sangreta com os timpiras e contra Gogo Yubari e Mo. Em uma batalha épica chei de sangue e com exageros, mas que fazem a parte de Tarantino. Até a ultima luta contra O-Ren. Em uma clássica batalha de katanas e com um fundo clássico japonês. Um filme com exageros em suas lutas e no jorrar de seu sangue ao estilo Tarantino. E com certeza o volume 1 é melhor que o volume 2. Aqui é ação do inicio ao fim no 2º estes momentos de ação não é direto, pois tem muito mais diálogos e sem os exageros do 1º. Roteiro e enredo ao estilo Tarantino. E isso é bom. Vale apena assistir? Com certeza é um clássico do cinema. Nota: 9
Todo o exagero do filme, as vezes criticado, pareceu-me ser intencional. Tarantino queria passar justamente o exagero como parte do entredimento. O pé da atriz é bem feio e o dedão torto demonstra uma futuro problema para ela. Poderiam ter usado um pé dublê.
A sequência de ação no final já vale o ingresso.Tarantino comanda com perfeição um elenco super empenhado e faz de "Kill Bill" um de seus grandes clássicos.
Eu particularmente gosto de realismo nos filmes que assisto, obviamente em Kill Bill trata-se de referências com exageros propositais, ainda assim acho que daria para evitar algumas coisas. Dito isso, Kill Bill é uma obra divertida e de muita qualidade, Tarantino não faz filme ruim.
Eu acho que esse é o filme do Tarantino mais violento que assisti. Uma Thurman arrasou como protagonista e trouxe uma boa experiência. Particularmente, acho melhor que o segundo filme, mas mesmo assim, é excelente. Uma Thurman é uma atriz que admiro bastante.
O estilismo excessivo de Tarantino, se perdendo entre a auto-referência e a homenagens(nada discretas) a clássicos de ação de meados dos anos 60 e começo dos 70, incomodam. Durante todo o filme você fica com a impressão de que o cineasta, desesperado em criar uma marca forte ou um estilo que seja lembrado, se repete de filme a filme, dando a entender uma certa falta de originalidade mascarada de ''marca registrada''. Conotações pessoais irritantes à parte, Kill Bill - Volume 1 têm sim muitos méritos, um enredo bem estruturado desenvolvido de maneira criativa e enxuta, tudo complementado por uma direção firme de Tarantino. O roteiro não deixa uma ponta solta, é todo rápido e sem firulas, o último ato é particularmente brilhante, deixando toda uma expectativa para o Volume 2. É um filme todo redondinho, não dá ponto sem nó. Um defeito que quase ninguém repara são as cenas de luta, que embora escatológicas e criativas, soam um tanto artificiais, super ensaiadas, pouco orgânicas. Não sei se foi o orçamento limitado ou algo assim, mas não me pegaram mesmo...De resto, a produção está realmente de parabéns. Apesar de alguns deslizes bem infantis e fáceis de se evitar, Kill Bill cumpre bem a função de entretenimento adulto, com doses cavalares de ação e trama instigante. Uma Thurman destruindo como sempre. Recomendo!
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade