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@cinemacrica
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107 críticas
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2,5
Enviada em 24 de fevereiro de 2022
(Insta; @cinemacrica): A falta da adição de camadas de aprofundamento se associa a uma estética opaca. A simplicidade, quando bem usada, é capaz de gerar minimalismos sedutores. Mas aqui, a falta de complexidade visual e narrativa estimulam um infeliz alinhamento que caminha para as convenções novelescas. Caso interesse, comentei mais no perfil.
O roteiro é bastante previsível e as diferentes linhas da narrativa não conversam muito bem. Rossy de Palma foi totalmente subutilizada, em um papel bem irrelevante. Almodóvar pode muito mais do que isso. Está longe de ser o melhor trabalho da Penelope Cruz, de modo que a sua indicação ao Oscar não se justifica.
"Mães Paralelas", embora carregue as marcantes assinaturas visuais de Almodóvar, tropeça em seu roteiro, tornando-se uma experiência aquém das expectativas associadas ao renomado diretor espanhol. As características distintas, como a paleta vibrante de cores e a cinematografia sofisticada, continuam presentes, mas não conseguem compensar totalmente as lacunas no enredo. Penélope Cruz entrega uma atuação notável, destacando-se como um ponto brilhante no filme. No entanto, mesmo com sua habilidade excepcional, a narrativa não oferece material suficiente para justificar uma indicação ao Oscar. A trama parece fragmentada e falta o impacto emocional característico das obras anteriores de Almodóvar. "Mães Paralelas" se destaca mais pelas características visuais distintas do diretor do que pela força narrativa, resultando em uma obra que, apesar de seus méritos visuais, deixa a desejar em termos de desenvolvimento de história e profundidade emocional.
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