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Leandro de Santana Andrade
1 crítica
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4,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2026
Em uma era dominada por filmes calculados por algoritmos e franquias seguras, Beau Tem Medo surge como um anomalia gloriosa. O filme de Ari Aster foi alvo de críticas que o rotularam como "autoindulgente", "longo demais" ou "caótico". No entanto, essas críticas falham em perceber o óbvio: o desconforto e o excesso não são defeitos de produção, mas a própria essência da obra. Beau Tem Medo é um ato de coragem cinematográfica, um belíssimo e aterrorizante retrato da castração masculina levada às últimas consequências.
Top filme mais maluco que já assisti. Fui apenas pela capa e diretor, e não me arrependi da escolha. Quando terminei, fiquei completamente confusa com o filme, mas não consegui parar de pensar nele, tanto que acabei fazendo um trabalho sobre o filme.
No fim a loucura original era de sua mãe, que abusou e endoidou o menino e agora adulto Boeu. Mentiras e mentiras mantidas por ela nos lembram a mãe de Bates. No fim, a loucura dos dois se misturam, mas o poder aquisito da mãe deixa tudo limpo para ela, que "compra" pessoas para manter suas loucuras. As alegorias tentam nos levar para esse mundo esquizofrênico e, de certa forma, consegue quando ficamos com as ideias fragmentadas, sem nexo e pertubadas. Quando o filme termina, temos a sensação de alívio, algo que vemos quando um lunático consegue sair de suas crises.
Atualmente, me parece que o exagero é obrigatório. Uma discussão sobre o amor abundante, e talvez abusivo, de uma mãe por seu filho gera, além da já famosa super proteção, uma super produção onde tudo é excessivamente grandioso. Plasticamente bonito de se ver, o cerne da questão se perde em intermináveis três horas que são preenchidas visualmente de forma tão hiperbólica. Se o interesse é mostrar as consequências do amor destrutivo, sou muito mais, mas muito mais mesmo, o formato de "Louca obsessão", de Rob Reiner, do longínquo 1990.
Do ponto positivo do filme Joaquin Phoenix está perfeito no personagem. Mesmo carrossel emoções que a trama te passa e seus quebra-cabeças e teorias para público,boa parte dele é arrastado,persistente e cansativo.
Drama que mais parece puro terror. Quem conhece alguém ou teve episódios maníacos, sabe o terror o qual me refiro e o incômodo que esse filme tão bem retrata. Não é para qualquer um.
Gostei muito do filme , muito por conta da atuação excelente de absolutamente todo o elenco. Mistura muito interessante de gêneros, drama / comédia / Terror . Interessante conhecer mais sobre o trabalho de Ari Aster antes de assistir.
Cansativo, cenas dispensáveis e final ridículo para ser " visto " uma unica vez e olha lá: Resumindo uma verdade ira bbobbobona, não perca seu precioso tempo.
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