Assim como nos demais filmes de Spike Lee, em Irmãos de Sangue temos um retrato da comunidade negra marginalizada da sociedade, insertos no mundo das drogas e da criminalidade, num ciclo que se repete a cada geração. Mais uma vez, Spike Lee não retrata os negros exclusivamente como vítimas da sociedade, mas também como humanos sujeitos a paixões e vaidades. Nesse filme ficou menos evidente o estilo peculiar do diretor, o que faz falta. É menos descontraído e mais melancólico, mas no geral é um bom filme.