Alerta Apocalipse
Média
2,3
42 notas

17 Críticas do usuário

5
2 críticas
4
2 críticas
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1 crítica
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2 críticas
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7 críticas
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Carol Araujo
Carol Araujo

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 11 de fevereiro de 2026
Pelo trailer, o filme prometia muito! Esse foi meu erro, acreditar no trailer. O que parecia promissor é um vazio completo. Apesar de terem um elenco muito bom e com grandes nomes, o filme seria facilmente um esquecido da Amazon, aquele que não vale o tempo assistindo. Coloquei tanta expectativa, que quando chegou o final, fiquei me perguntando se realmente era SÓ aquilo. Tem um explicação de como começa a história, ok. Mas, a maior parte do filme, é pura enrolação. Quando digo pura, É PURA. Tentam criar momentos de tenção ou engraçados, e falham miseravelmente. Foram incontáveis as vezes que senti vontade ou de dormir, pela enrolação do filme, só pra encher linguiça. Ou de sair da sala de cinema. Não paguem para assisti, será um dinheiro muito mal gasto.
Sandro L.
Sandro L.

5 seguidores 48 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2026
Filme esquecível. O roteiro é bobo, os personagens não convencem. Não funciona como terror e nem como comédia. Há apenas sangue, corpos explodindo e piadas sem graça. Zero suspense e tensão. Deve funcionar numa Netflix ou Prime.
Nelson J
Nelson J

51.034 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2026
Filme ágil e divertido. Liam Neeson valoriza qualquer filme. casal jovem que cuida de um depósito são os protagonistas com diálogos afiados e ação moderada.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2026
Eu gostei bastante! Tem início, meio e fim! Os efeitos especiais são muito bons! Eu assisti legendado no cinema e achei bom, não sei dizer uma nota em relação à dublação, tendo em vista que assisti no idioma original de forma legendada.
Camila Sant'ana
Camila Sant'ana

3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 31 de janeiro de 2026
Simplesmente horrível, revoltante, raso, vazio, óbvio, irritante, totalmente esquecivel, personagens ridículos, parece um filme de terror/ficção infantil...
Pedro Maciel
Pedro Maciel

2 seguidores 16 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 1 de fevereiro de 2026
Nunca saí tão revoltado do cinema em muito tempo, não sei se é porque eu tô ficando velho ou a minha exigência com filmes têm ficado mais rígida, mas a única certeza que eu tenho é que esse filme é sem dúvida nenhuma é um dos piores lançamentos que já presenciei no cinema.
Embora exista um elenco bom e venha com a proposta de misturar um terror com comédia, o filme falha pavorosamente nos dois quesitos, se apoiando em um texto fraquíssimo e um ritmo estranho(com diálogos forçadamente ruins e apelando para arrancar risadas baixas), atuações no piloto automático visto que o roteiro é de medíocre pra baixo, uma cinematografia que não chama nem um pouco a atenção, um gore e violência sub utilizada que poderia render facilmente um bom humor ácido pela classificação indicativa para maiores de 18 anos, mas o filme tampouco utiliza esse recurso a seu favor já que se leva a sério demais e aposta na dupla principal tão vazia e maçante quanto um pastel de vento.
É uma pena que um projeto com um bom potencial tenha sido essa decepção toda, pois haviam recursos aqui e ali que poderiam render bons momentos, a direção e os efeitos são a única parte boa do filme(destaco a cena da barata, que é sem dúvida a melhor coisa do filme), mas quando se trata de cinema, nem a melhor qualidade técnica possível pode salvar um filme de um roteiro porco e amador. Completamente decepcionante, nem pra dar uma única risada esse filme serve(até porque eu sentia apenas vontade de sair daquela sala de cinema assim que a tela apagasse no primeiro frame) e muito menos como um terror/ ação. Lamentável.

Nota 3/10
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 484 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de janeiro de 2026
Alerta Apocalipse não era um dos filmes mais aguardados do início de 2026, mas acaba chamando atenção por alguns nomes envolvidos. Joe Keery, logo após o encerramento de Stranger Things, Liam Neeson, que já se tornou figura recorrente em produções de apelo duvidoso, e principalmente David Koepp, um dos roteiristas mais influentes de Hollywood, responsável por títulos como Jurassic Park, Missão: Impossível (1996) e Homem-Aranha (2002). Além disso, o próprio filme parte de um livro escrito por Koepp, o que naturalmente cria uma expectativa de maior controle narrativo e segurança dramática. No entanto, o que se vê em Alerta Apocalipse é um filme que desperdiça sua premissa, seus talentos e sua proposta, entregando uma experiência esquecível, sem impacto emocional, sem urgência e com problemas claros de tom, ritmo e identidade.

Baseado no romance homônimo de David Koepp, Alerta Apocalipse acompanha Robert Quinn (Liam Neeson), um agente bioterrorista do Pentágono que tenta conter a liberação de um organismo altamente mutante, mantido por anos em uma instalação governamental. Quando esse organismo escapa, inicia-se uma epidemia com potencial de extinção global. Quinn acaba se unindo a um grupo improvável de civis que lutam pela própria sobrevivência, enquanto o mundo caminha para o colapso. A narrativa tenta equilibrar suspense, terror, ação e humor, explorando temas como sacrifício, sobrevivência e coragem em meio ao caos.

Jonny Campbell, com vasta experiência em séries de televisão, assume aqui seu projeto mais ambicioso no cinema, tanto em escala quanto em elenco. A expectativa era que sua familiaridade com narrativas seriadas ajudasse a construir tensão e ritmo. Porém, o resultado aponta para o contrário: um filme que parece nunca encontrar sua forma definitiva, oscilando entre gêneros sem conseguir sustentar nenhum deles de maneira consistente.

O ponto de partida de Alerta Apocalipse até apresenta um conceito curioso: um microrganismo que veio do espaço e se comporta de maneira semelhante a um fungo conhecido na Terra, lembrando diretamente o Cordyceps popularizado recentemente por The Last of Us. A semelhança, no entanto, não se limita à inspiração, mas também à superficialidade com que a ameaça é tratada. O filme não demonstra interesse real em desenvolver esse organismo ou integrá-lo de forma orgânica ao conflito. Ele existe mais como um atalho narrativo do que como uma força dramática consistente. As poucas explicações oferecidas, como a adaptação do vírus ao longo dos anos e sua relação com mudanças climáticas, surgem como comentários soltos, nunca totalmente incorporados à progressão da história.

Esse uso raso da ameaça compromete diretamente o envolvimento do espectador. O vírus está ali, mas não se sente sua presença como algo constante ou opressivo. Para agravar, a direção opta por repetir excessivamente a mesma representação visual da infecção. O que deveria causar impacto acaba sendo banalizado pela insistência, chegando ao ponto de o mesmo efeito ser mostrado duas vezes em menos de cinco minutos, como se fosse necessário reforçar algo que o filme já deixou claro.

Narrativamente, os problemas se acumulam. O roteiro apresenta decisões centrais movidas por motivações frágeis. Personagens arriscam a própria vida não por desespero humano ou laços emocionais, mas por razões pouco convincentes, como o medo de perder um emprego que sequer parece significativo para eles. Conveniências também se multiplicam: galpões com áreas secretas nunca questionadas, infectados que atacam apenas quando convém ao roteiro e situações em que a ameaça simplesmente deixa de agir quando teria todas as condições de causar um desastre maior. Esses problemas poderiam ser amenizados por uma direção que soubesse conduzir melhor a narrativa, mas Jonny Campbell acaba escancarando cada fragilidade do texto.

O maior erro do filme, no entanto, está em sua indefinição tonal. Alerta Apocalipse parece querer ser muitas coisas ao mesmo tempo: terror, comédia, ficção científica e ação. No fim, nenhuma delas se impõe de verdade. A comédia acaba se sobrepondo aos outros gêneros, mas não de forma consciente ou bem dosada. Em vários momentos, o filme parece flertar com a sátira, mas sem assumir isso por completo. Em outros, tenta resgatar uma seriedade que nunca se sustenta. Essa falta de decisão cria um filme que não se leva a sério, mas também não consegue rir de si mesmo de maneira inteligente.

Essa confusão se reflete diretamente na estrutura e no ritmo. O longa passa a sensação de estar dividido apenas em dois grandes blocos. O primeiro, excessivamente lento, dedica-se a apresentar personagens e situações sem conseguir fisgar o interesse. O espectador espera que o vírus finalmente entre em cena para movimentar a narrativa, enquanto o que se vê são diálogos leves e tentativas de humor que não criam tensão. Quando o filme finalmente chega ao que deveria ser seu desenvolvimento mais intenso, a transição é abrupta. Saímos desse longo preparo direto para o confronto final, seguido rapidamente pelo desfecho, sem qualquer construção gradual de perigo ou urgência.

E falando em urgência, este talvez seja o elemento mais ausente do filme. Em histórias de infectados ou zumbis, o senso de ameaça costuma nascer da proximidade do perigo e do vínculo com os personagens. Aqui, nada disso funciona. O risco é sempre tratado em uma escala global e abstrata, o medo de o vírus se espalhar pelo mundo, enquanto os protagonistas permanecem distantes emocionalmente. Soma-se a isso o fato de que o personagem de Liam Neeson, um ex-agente do Pentágono, enfrenta sozinho uma ameaça dessa magnitude, sem qualquer apoio militar plausível, o que enfraquece ainda mais a lógica interna do filme.

Tecnicamente, escolhas como o uso excessivo de animais em CGI também prejudicam a imersão. Em vez de reforçar o horror, esses momentos soam artificiais e quase reforçam a sensação de que o filme caminha para uma sátira involuntária dos próprios clichês do gênero.

No fim das contas, Alerta Apocalipse provoca talvez a pior reação que um filme pode gerar: a indiferença. Não funciona como terror, não se sustenta como comédia e tampouco entrega algo relevante dentro do já saturado subgênero de infectados. O interesse se mantém apenas pelos rostos conhecidos do elenco e pelo nome de David Koepp nos créditos, mas nada disso se traduz em envolvimento real. Falta clímax, falta construção de urgência e, principalmente, falta identidade. Se 2026 começou de forma promissora para o cinema, Alerta Apocalipse se estabelece rapidamente como um dos primeiros grandes tropeços do ano, um filme que passa sem deixar marcas e que dificilmente será lembrado quando os créditos finais surgirem.
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