Clássico do cinema, muito bom filme, com uma atuação espetacular do ator principal. Peca apenas no final, porque é um filme que mantém a adrenalina lá no alto o filme todo, mas no final perde o ritmo e frustra um pouco. Tirando o final, o filme é um espetáculo, onde cada momento funciona muito bem e nos apresenta várias situações que o personagem principal é literalmente uma bomba relógio e consegue nos surpreender, excelente. Os policiais do filme tem uma atuação apenas regular, porque o personagem principal rouba literalmente a cena, arrasa durante o filme todo. Vale muito a pena assistir.
Um dia de fúria contou com a direção de Joel Schumacher e roteiro de Ebbe Roe Smith. O filme conta a história de William Foster (Michael Douglas) que no momento está desempregado e em processo de divórcio passa por um estresse em um dia quente de Los Angeles. William faz um verdadeiro caos nos locais que passa. Assim, um policial, Martin (Robert Duvall) que está em seu último dia de exercício, prestes a se aposentar é o responsável por conduzir as investigações e deter o homem descontrolado. A direção consegue ser eficiente ao construir uma armadilha muito bem estruturada, ao mostrar William sendo um cidadão comum, trabalhador e pai de família na qual o seu único desejo é ir para a sua casa e curtir o aniversário da sua pequena filha. Mas na medida em que somos apresentados ao personagem, vamos tendo ódio por ele. Pois somos apresentados a um homem preconceituoso, violento e intolerante. O roteiro aliado com a atuação brilhante de Michael Douglas nos mostra como o fascismo é atuante na sociedade (e infelizmente hoje ainda é), mas algumas pessoas podem se confundir e ser vitimas de algumas situações que são apresentadas durante o filme como a indignação do personagem como o preço das coisas, o anúncio falso de lojas de fast food, a rotina cansativa de grandes centros urbanos etc. Mas tudo isso é feito para construir o seu personagem para possamos gostar e depois odiar. O roteiro por vezes falha ao mostrar cenas vazias e sem necessidades apenas para mostrar o que já está claro como cenas de violência de William, além da narrativa e solução criada para o personagem do detetive ao buscar construir a ideia de família.
Um homem transtornado depois que todas as áreas de sua vida começam a desabar é acometido por um surto, gerando momentos de tensão e momentos cômicos. Um filme com a cara dos anos 90 que vale a pena ser visto.
Em Um Dia de Fúria, um dia comum de calor e congestionamento leva um homem aparentemente tranquilo a uma espiral de raiva, ao abandonar seu carro e caminhar pelas ruas de Los Angeles, assumindo um comportamento de vigilante. O filme, que concorreu ao prêmio principal em Cannes, oferece uma visão realista e sombria da vida urbana, onde a violência e a alienação são palpáveis nas grandes cidades. A história de um homem que, sobre o peso da frustração, explode de maneiras violentas, reflete a tensão social e o desgaste mental provocados pelo ritmo frenético da vida moderna.
Michael Douglas, no papel de William Foster, traz complexidade ao personagem ao humanizá-lo progressivamente. Inicialmente visto como uma figura intransigente e descontrolada, ele vai mostrando as fissuras de um homem à beira do colapso, o que torna sua jornada ainda mais angustiante. O filme, embora exiba de forma crua a violência, não perde a oportunidade de explorar a humanidade por trás da fúria, com Douglas conseguindo mesclar vulnerabilidade e desespero com sua crescente radicalização.
A direção de Joel Schumacher também merece destaque, pois constrói uma atmosfera tensa, utilizando a cidade como um personagem que, com seu caos e apatia, contribui para o colapso de seu protagonista. É um filme que vai além da violência por si só, oferecendo um estudo sobre a sociedade moderna e o impacto do isolamento e da frustração no comportamento humano.
Filmaço! Já assisti várias vezes, é um desses filmes que servem para mostrar que somos luz e sombra, o tempo todo, e que é preciso manter a saúde mental em dia. Além disso, a atuação de Michael Douglas está excepcional, insana, maravilhosa. Não sou crítico, sou apenas um cara comum que adora bons filmes.
Filme muito bom, Mostra aspectos do dia a dia do cidadão numa cidade grande.Se bem que comparando com as cidades do Brasil, parece uma disneylândia. Incluive algumas passagens deste filme estão mais para caricaturas do que para a realidade ; mas isto também faz do filme ser bem divertido.
Sensacional, roteiro original surpreendente que te prende do início ao fim, se contar a incrível crítica social que o enredo transmite e a boa atuação do Michael Douglas.
Após perde seu emprego e seu casamento, William entra em um surto psicótico, resolvendo com os próprios punho aqueles que entram no seu caminho. O filme não é empolgante, por isso darei 2 estrelas e meia!
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