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Bom filme sobre um tema que só traz tristezas e dor! Aqui temos um roteiro bom, com pequenas falhas de desenvolvimento, mas com um bom desfecho.
Muito bom na minha opinião, porém, poderiam ter colocado mais informações. Mas... Gostei muito mesmo desse filme.
Sinceramente faltou mais conteúdo a ser mostrado sobre o que de fato foi mencionado no protocolo que salvou muitos judeus na época pelos dois protagonistas. O início do filme começa interessante, mostrando em termos genéricos como os prisioneiros eram tratados, mas se torna massante no meio com algumas cenas sem muito diálogo. O final do filme é a melhor parte mas não durou nem 20 min. Enfim, poderia ter mais conteúdo sobre a declaração dos sobreviventes.
Excepcional, um pecado não ser indicado ao Oscar.
Emocionante, forte e uma luz no meio de tantos filmes medianos.
Emocionante, forte e uma luz no meio de tantos filmes medianos.
Baseado em uma história real, o filme "O Protocolo de Auschwitz", dirigido e co-escrito por Peter Bebjak, nos conta a história por trás de Freddy (Noel Czuczor) e de Valér (Peter Ondrejicka), dois jovens judeus de origem eslovaca, que conseguem escapar do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, em 1944, em plena II Guerra Mundial. Munidos de documentos que comprovam o genocídio cometido nestes campos, eles redigem um relatório minucioso sobre o que se passava naqueles locais. Porém, por incrível que pareça, encontraram a resistência daqueles que poderiam ajudá-los, principalmente a Cruz Vermelha. Na mente dessas instituições, o relato deles era muito duro para ser verdade. Não era concebível que aquelas atrocidades pudessem estar sendo cometidas.
Para o relato desta história, o filme se divide em duas linhas narrativas que acompanham o período de 22 dias que envolvem a preparação, o sumiço e a fuga de Freddy e de Valér. A primeira linha narrativa nos mostra o que ocorreu com quem ficou em Auschwitz-Birkenau, a partir do momento em que o desaparecimento dos jovens é percebido pelo exército alemão. A segunda linha narrativa nos mostra Freddy e Valér em sua jornada pela sobrevivência, durante e após a fuga, com a motivação maior de terem a oportunidade de contar a verdade.
"O Protocolo de Auschwitz" foi o representante da Eslováquia na disputa por uma das indicações ao Oscar 2021 de Melhor Filme Internacional. Assim como ocorreu com o representante brasileiro (o documentário "Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou"), o filme eslovaco não chegou nem a ser pré-selecionado pela comissão. A história que o diretor e co-roteirista Peter Bebjak nos apresenta já começa de uma forma bem dinâmica e movimentada, o que faz com que a gente demore um pouco a se situar sobre o que está acontecendo em tela. A trama ganha em qualidade quando chega no seu ato final, com o debate sobre o relatório escrito por Freddy e Valér. Ali, o filme encontra o seu clímax emocional e nos mostra o por quê dele valer a pena.
Para o relato desta história, o filme se divide em duas linhas narrativas que acompanham o período de 22 dias que envolvem a preparação, o sumiço e a fuga de Freddy e de Valér. A primeira linha narrativa nos mostra o que ocorreu com quem ficou em Auschwitz-Birkenau, a partir do momento em que o desaparecimento dos jovens é percebido pelo exército alemão. A segunda linha narrativa nos mostra Freddy e Valér em sua jornada pela sobrevivência, durante e após a fuga, com a motivação maior de terem a oportunidade de contar a verdade.
"O Protocolo de Auschwitz" foi o representante da Eslováquia na disputa por uma das indicações ao Oscar 2021 de Melhor Filme Internacional. Assim como ocorreu com o representante brasileiro (o documentário "Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou"), o filme eslovaco não chegou nem a ser pré-selecionado pela comissão. A história que o diretor e co-roteirista Peter Bebjak nos apresenta já começa de uma forma bem dinâmica e movimentada, o que faz com que a gente demore um pouco a se situar sobre o que está acontecendo em tela. A trama ganha em qualidade quando chega no seu ato final, com o debate sobre o relatório escrito por Freddy e Valér. Ali, o filme encontra o seu clímax emocional e nos mostra o por quê dele valer a pena.
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