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O clássico Poderoso Chefão em sua parte 2, nos apresenta um enredo melhorado em relação ao primeiro. Este filme aborda a história das famílias italianas que se radicaram no EUA. Contudo, alguma dessas se tornando parte de uma máfia, a tão famosa máfia italiana com seus trejeitos e peculiaridades da cultura italiana.
Precisamente a família Corleone que é apresentada em duas fases, intercalando entre o tempo presente com Michel e o passado com Vito, este desde sua infância até atingir o ápice. Enquanto a história de Michel é em relação a seus conflitos, ameaças, inimigos, mortes, promessas, dinheiro... E tudo mais que pode se pensar.
O filme é longo, mas sem criar monotonias sendo prazeroso de assistir.
Precisamente a família Corleone que é apresentada em duas fases, intercalando entre o tempo presente com Michel e o passado com Vito, este desde sua infância até atingir o ápice. Enquanto a história de Michel é em relação a seus conflitos, ameaças, inimigos, mortes, promessas, dinheiro... E tudo mais que pode se pensar.
O filme é longo, mas sem criar monotonias sendo prazeroso de assistir.
É uma obra-prima do cinema com grandes atuações e uma continuação digna do primeiro filme. Sem dúvidas um marco na carreira de todos os atores e um filme pra ficar na memoria dos fãs de cinema
Excepcional continuação do Poderoso Chefão. Melhor que o primeiro. Um desempenho primoroso de Al Paccino.
É muito difícil dá continuidade a uma obra perfeita, mas coppola conseguiu, “Poderoso chefão parte II” pode não ser a personificação perfeita do cinema como seu antecessor, mas é um filme espetacular, como fotografias sublimes, os elementos de tela dessa trilogia são perfeitos, todas as características dos personagens, os figurantes, até a mobília contrasta com a cena, e a trilha sonora desse filme é algo magnifico, eu já comentei na minha analise anterior da parte I sobre a parte técnica do filme, que continua impecável, juntamente com as atuações, que bom, se aqui não temos Marlon temos De niro, que embora são Supla a falta do padrinho, nos deixa preso em seus momentos de atuação, e Al Pacino, bom, nem se fala....o único pecado aqui é o roteiro, que embora seja muito bom, contrastando o inicio da família corleone ao seu momento máximo de crise, mas o roteiro não prende como o primeiro, e em certos momentos se torna confuso, e tem 20 minutos a mais de filmes, que de certa forma são bem aproveitados , e no final ele nos brinda com uma cena pôs credito, para ficar em nossas cabeças durante os I5 anos até a parte III, assistir essa trilogia é mais que ver um filme, é aprender sobre cinema.
Igualmente excelente como o primeiro. Toda trilogia uma obra de arte. Capolavoro. Uma verdadeira aula de cinema.
Sabe aquela sensaçao que voce tem depois de ver algo quase perfeito e pensar que nao tem como ficar melhor?Entao esqueça pois voce nao sentira essa sensaçao vendo o Poderoso Chefao 2,pensava que o primeiro da trilogia seria o melhor mas o dois e igual ou se nao ate superior que o seu anterior.
Simplesmente perfeito.
Simplesmente perfeito.
Al Pacino consegue reunir todos as qualidades de um ator. O que dizer de Marlon Brando então? que filme, que obra do cinema..
Eu acho esse até melhor que o primeiro um filme brilhante, falas bem escritas,boas atuações e uma ótima direção, e mais uma história muito boa
Francis Ford Coppola colheu os frutos de O Poderoso Chefão parte 1 e a Paramount deu a ele a oportunidade de filmar e produzir a segunda parte. novamente com a parceria do escritor Mário Puzo, O Poderoso Chefão parte 2 é mais ousado, criativo e com roteiro inspirado. com mais de 3 horas de duração, ganhou 6 estatuetas (incluindo Melhor filme e Diretor).
Michael Corleone (Al Paccino) assume, definitivamente, os negócios da família. Mas terá uma tarefa difícil: proteger sua mulher e filhos, seus negócios, enfrentar as acusações do governo e eliminar os seus inimigos. Em uma de suas frases mais famosas: "Mantenha os amigos mais perto, e os inimigos mais perto ainda". A película mostra o paralelo entre Michael e seu pai, agora interpretado por Robert DeNiro (rendeu um Oscar por Ator coadjuvante), em que Don Vito é retratado no passado.
Sua infância sofrida na Sicília, os anos turbulentos em Nova York, sua associação com um mafioso, até a construção de seu império familiar. Enquanto Michael mostra-se um homem consumido pelo poder, menosprezando seu irmão Fredo e descobrir que sua mulher Kay (Diane Keaton) abortou o próprio filho.
Uma curiosidade: Marlon Brando faria uma participação nesse filme, mas não apareceu. O diretor fez uma alusão ao personagem ao criar uma festa surpresa. Sem que o público veja, todos gritam e o espectador pensa que Don Vito está na casa.
Por mim, Coppola teria parado no segundo. Assim já tava valendo. Mas, isso fica para a próxima. E quem não ler, vai dormir com os peixes!
Michael Corleone (Al Paccino) assume, definitivamente, os negócios da família. Mas terá uma tarefa difícil: proteger sua mulher e filhos, seus negócios, enfrentar as acusações do governo e eliminar os seus inimigos. Em uma de suas frases mais famosas: "Mantenha os amigos mais perto, e os inimigos mais perto ainda". A película mostra o paralelo entre Michael e seu pai, agora interpretado por Robert DeNiro (rendeu um Oscar por Ator coadjuvante), em que Don Vito é retratado no passado.
Sua infância sofrida na Sicília, os anos turbulentos em Nova York, sua associação com um mafioso, até a construção de seu império familiar. Enquanto Michael mostra-se um homem consumido pelo poder, menosprezando seu irmão Fredo e descobrir que sua mulher Kay (Diane Keaton) abortou o próprio filho.
Uma curiosidade: Marlon Brando faria uma participação nesse filme, mas não apareceu. O diretor fez uma alusão ao personagem ao criar uma festa surpresa. Sem que o público veja, todos gritam e o espectador pensa que Don Vito está na casa.
Por mim, Coppola teria parado no segundo. Assim já tava valendo. Mas, isso fica para a próxima. E quem não ler, vai dormir com os peixes!
Um bom filme. leva-me a crer que o sucesso do primeiro ofuscou um pouco esse segundo. Mesmo assim, vale a pena assistir. Al Pacino mata a pau na interpretação.
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