O filme é intrigante, mostra que nem sempre a maternidade é um sonho maravilhoso. Apresenta escolhas que serão cobradas de alguma forma no futuro. A conexão da protagonista com uma mulher que a faz relembrar sua história pregressa como mãe é o ponto alto do enredo, mas a maneira usada para livrá-la das amarras da infeliz escolha do passado, a transporta para uma atitude doentia, durante suas férias de verão, a ser interpretada por cada telespectador, como algo simbólico, meio sem nexo.
Excelente atriz, mas merecia um filme a sua altura. História boba, sem nexo...a personagem com aquela boneca... ela era surtada ou o quê? Aff...perdi foi tempo
Um dos melhores roteiros adaptados para o cinema dos últimos tempos, o filme aborda com maestria os grandes conflitos maternos da mulher do século XXI, tão profundamente explorados por Elena Ferrante no seu livro A Filha Perdida. Com interpretações magistrais de Olivia Colman e Jessie Buckley, ambas como a protagonista Leda Caruso em idades distintas, e o grande Ed Harris ( o inesquecível Pollack) como Lyle, o filme tem qualidades para concorrer ao próximo Oscar.
O filme gira em torno de Leda, uma mulher, mãe de duas garotas, mas que também tem uma carreira a seguir. Leda está sozinha, de férias em uma praia, e começa a relembrar o seu passado. Escolhas a fizeram chegar onde está atualmente. A personalidade difícil de Leda é algo que chama bastante atenção no decorrer do filme. Uma incrível atuação de Olivia Colman, que faz a Leda do presente.
Filme provocativo, especialmente para as mulheres, em suas preocupacoes com as obrigacoes da maternagem. O filme me instigou para comhecer o livro. Concordo com as opinioes anteriores sobre as atuacoes das atrizes. Particarmente me chama atencao a figura da boneca em todo seu sentido metaforico do apego à necessidade da presença das filhas. O cuidado em preparar a boneca para o momento da entrega é primoroso e carregado de simbologias, que eu diria que transita entre a referencia feita a Camus e à Feud. Nao ha como escapar dessa possibilidade de dialogo. Filme inteligente e angustiante!
Passei o filme inteiro querendo ser surpreendida,e acabei sendo!Que filme ruim,que história arrastada.Personagens chatos,diálogos chatos,uma chatice total!Se tivesse entrado aqui antes e visto as estrelas,já teria desistido de assistir logo de cara!
Um logro, é a única forma que me ocorre de adjetivar este filme, que tirando Olivia Coleman e uma temática com potencial, é do príncipio ao fim um sucessivo de erráticos desenvolvimentos, com recurso a falaciosos ganchos, que de forma desonesta, procuram agarrar o espectador à fita. Desde insidiosas trocas de olhares desprovidas de qualquer sentido na história, cenas sexuais semeadas em jeito soft porno, a vulgares simbologias como a do verme que emerge da paranóia à volta da boneca. Uma imerecida nomeação para o oscar, em contraponto com a merecidissima nomeação de O Poder do Cão, este sim, um filme que dá tudo o que promete, desde o magnifico desempenho de Benedict C. à profundidade, coerência e sensibilidade, tanto do argumento como da realizaçào de Jane Campion
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