Média
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É até difícil falar de um abacaxi como esse! NÃO OLHE PARA CIMA é um filme tão ridículo e desce tão fundo na ruindade que fica complicado encontrar palavras que o descrevam...O mais irônico disso tudo é que o filme se leva à sério e se imagina inteeellllliiigente e essspeeeerrrrrtto em sua pretensa crítica sobre o estado atual da sociedade norte americana e, quiçá, mundial. NÃO OLHE... serve apenas para mostrar o poder da publicidade e propaganda em se vender um produto vazio como se conteúdo tivesse, ou seja, produto classe Z vendido como e com o preço de classe A! Se o filme tivesse um pingo que fosse de senso de humor e de autodepreciação como, sei lá, um O ATAQUE DOS TOMATES ASSASSINOS, as coisas seriam somente engraçadas, mas o jeito arrogante e pretensioso que NÃO OLHE... tenta se impor torna a situação, além de estapafúrdia, constrangedora...E para terminar: é impressionante como algo que se vende como "universal" se mostra tão provinciano, brega e jeca!
Adam aqui tem uma direção poucas vezes vista em 2021, segura e totalmente focada numa mensagem que chega ao fundo dos ouvidos dos incomodados. Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence e Meryl Streep estrelam esse filme que vem forte para as premiações do ano e por méritos.
Bom filme, ótimas sacadas, final surpreendente.
Ficou no meio termo entre ser engraçado e ser sério, se tivesse escolhido um lado, provavelmente teria tido mais sucesso.
Ficou no meio termo entre ser engraçado e ser sério, se tivesse escolhido um lado, provavelmente teria tido mais sucesso.
O filme não vai agradar 25% da população brasileira que optou pela escolha ideológica do negacionismo. Portanto 3,5 estrelas é excelente.
Uma das funções principais do cinema é nos auxiliar a compreender o mundo em que estamos inseridos. O filme “Não Olhe Para Cima”, dirigido e escrito por Adam McKay, tem essa função. Apesar do longa ser caracterizado como uma sátira sobre o fim do mundo, a verdade é que a obra possui uma ressonância direta com a realidade de muitos países, principalmente o nosso Brasil atual.
Em “Não Olhe Para Cima”, a descoberta da existência de um cometa que está em rota de colisão com o planeta Terra nos revela a presença de líderes mundiais inaptos, do negacionismo frente à ciência, da predileção pelos interesses econômicos e empresariais, e da disputa - e criação - de narrativas - seja nas redes sociais ou na grande imprensa.
Tudo isso num filme com a grande marca de Adam McKay. “Não Olhe Para Cima” tem uma edição ágil, um elenco estelar (nomes como Leonardo DiCaprio, Meryl Streep, Jennifer Lawrence, Cate Blanchett, Jonah Hill, Tyler Perry, Timothée Chalamet e a cantora Ariana Grande) e um excesso de informações que são jogados na tela. Seus 145 minutos de duração, facilmente, poderiam ser enxugados sem prejuízo da trama a que assistimos.
Porém, a sua maior sacada está neste paralelo entre a ficção e a realidade. “Não Olhe Para Cima” é um lembrete de que não devemos aceitar passivamente tudo aquilo que nos relatam. Que devemos buscar a informação, que devemos questionar. Se todo mundo está dizendo para você “não olhar pra cima”, olhe! Você pode se surpreender!
Em “Não Olhe Para Cima”, a descoberta da existência de um cometa que está em rota de colisão com o planeta Terra nos revela a presença de líderes mundiais inaptos, do negacionismo frente à ciência, da predileção pelos interesses econômicos e empresariais, e da disputa - e criação - de narrativas - seja nas redes sociais ou na grande imprensa.
Tudo isso num filme com a grande marca de Adam McKay. “Não Olhe Para Cima” tem uma edição ágil, um elenco estelar (nomes como Leonardo DiCaprio, Meryl Streep, Jennifer Lawrence, Cate Blanchett, Jonah Hill, Tyler Perry, Timothée Chalamet e a cantora Ariana Grande) e um excesso de informações que são jogados na tela. Seus 145 minutos de duração, facilmente, poderiam ser enxugados sem prejuízo da trama a que assistimos.
Porém, a sua maior sacada está neste paralelo entre a ficção e a realidade. “Não Olhe Para Cima” é um lembrete de que não devemos aceitar passivamente tudo aquilo que nos relatam. Que devemos buscar a informação, que devemos questionar. Se todo mundo está dizendo para você “não olhar pra cima”, olhe! Você pode se surpreender!
Péssimo crítica sociais exageradas e muitas vezes, sem nexo. Fala mal do capitalismo sem ele ser realmente daquele jeito. Muitos países não agiram sobre tal situação, algo que também não seria real.
Esse filme foi uma decepção. Quando ouvi falar do que se tratava e dos atores que estavam no fime, logo fiquei empolgado para assistí-lo. Contudo, a decepção veio rapidamente. Basicamente, o filme se esforça em repetir a mesma crítica o tempo inteiro. Se você assistir os primeiros 10 minutos do filme, pode saber que o restante vai ser a mesma coisa. É como se o filme inteiro se resumisse em uma cena que se repete várias e várias vezes, mas com personagens e cenários diferentes. Os personagens são extremamete caricatos, idiotizados e são todos iguais, tornando os diálogos previsíveis e entediantes. O roteiro é fraco e forçado. O diretor/roteirista deveria ter apostado na sutileza, mas invés disso transformou o filme em 2h30 de repetições enfadonhas. Sequer consegui terminar de ver o filme.
Otimo filme e infelizmente por conta da situação em que vivemos no lançamento do filme retrata muito bem o cenario não só politico mas principalmente da população
É um filme sobre negacionismo e fim do mundo. O filme meia-boca, com boa dramaturgia. é uma metáfora que serve para tudo e qualquer coisa. Um meteoro, primeiro negado, depois aproveitado por um
governo, pode ser uma doença mortal que vai destruir a Terra, a perda da liberdade de trabalho e de ir e vir, vista claramente sobre nossas cabeças por uma comunidade científica que deseja lucros exorbitantes através da tragédia ou o domínio ditatorial progressivo de países da América Latina que sucumbem ao aceno populista de caudilhos de esquerda, com promessas progressistas que oferecem segurança, esmagam a liberdade e impõem a fome e a miséria a seus cidadãos ludibriados. Perifericamente, críticas a uma mídia acéfala, superficial e sensacionalista se somam a interesses escusos de donos de empresas de celulares, computadores e engajamentos ideopatas, histéricos e passionais coletivos de redes sociais. O filme soa óbvio de tão explícito que é em sua crítica. A realidade parece ser bem mais surreal que a própria ficção apresentada, se percebemos que o longa foi feito exatamente com recursos e incentivos de quem crítica (uma ditadura sócio-cultural progressista financia as produções da Netflix e toda uma ideologia progressista por trás). O coronavírus foi a ponte para a tentativa cada vez mais real de comando absoluto de entidades não eleitas como ONU e OMS, que comandam sua vida física, o que você pensa e o que faz. Tudo pelo seu bem. A teoria da conspiração da realidade é muito mais ampla e realista que a farsa apocalíptica. “Não Olhe Para o Lado” seria o título do negacionismo progressista.
O curioso filme, elaborado como alerta progressista, vai além de seus interesses políticos. Bom que seja assim, como obra de arte. “Não Olhe Para Cima” é uma boa dramaturgia, caso não se leia o filme como o que ele pretende ser: uma crítica metafórica ao “negacionismo conservador”. Diabolicamente, esqueça a intenção do diretor e terá uma crítica real à superficialidade da mídia e das redes sociais, que são essencialmente comandadas por progressistas que financiaram o filme. Se conservadores fizessem uma arte (ou entretenimento de marketing) tão persuasiva como os progressistas — e que fosse além dos moldes ideológicos da intenção do próprio autor —, teríamos uma guerra cultural justa. Só faniquito raivoso e indignado não constrói um alicerce cultural.
No Brasil, por exemplo, tivemos o maior criminoso corrupto da história da República, Lula, solto da prisão e colocado como favorito às eleições à Presidência. Temos um Judiciário leniente com o crime e que arruinou a única força-tarefa judicial que combateu a corrupção de colarinho branco. Temos um dos maiores oposicionistas de Lula implorando para ser seu vice, enquanto um presidente é acusado de fascista e genocida por ter clamado por liberdade de expressão e de trabalho, e seus aliados são presos sem processo, por crimes de opinião. Temos um roteiro pronto de uma realidade surreal que espantaria George Orwell, Franz Kafka ou o mais alucinado dos autores. A realidade no mundo e no Brasil superam em muito a ficção.
governo, pode ser uma doença mortal que vai destruir a Terra, a perda da liberdade de trabalho e de ir e vir, vista claramente sobre nossas cabeças por uma comunidade científica que deseja lucros exorbitantes através da tragédia ou o domínio ditatorial progressivo de países da América Latina que sucumbem ao aceno populista de caudilhos de esquerda, com promessas progressistas que oferecem segurança, esmagam a liberdade e impõem a fome e a miséria a seus cidadãos ludibriados. Perifericamente, críticas a uma mídia acéfala, superficial e sensacionalista se somam a interesses escusos de donos de empresas de celulares, computadores e engajamentos ideopatas, histéricos e passionais coletivos de redes sociais. O filme soa óbvio de tão explícito que é em sua crítica. A realidade parece ser bem mais surreal que a própria ficção apresentada, se percebemos que o longa foi feito exatamente com recursos e incentivos de quem crítica (uma ditadura sócio-cultural progressista financia as produções da Netflix e toda uma ideologia progressista por trás). O coronavírus foi a ponte para a tentativa cada vez mais real de comando absoluto de entidades não eleitas como ONU e OMS, que comandam sua vida física, o que você pensa e o que faz. Tudo pelo seu bem. A teoria da conspiração da realidade é muito mais ampla e realista que a farsa apocalíptica. “Não Olhe Para o Lado” seria o título do negacionismo progressista.
O curioso filme, elaborado como alerta progressista, vai além de seus interesses políticos. Bom que seja assim, como obra de arte. “Não Olhe Para Cima” é uma boa dramaturgia, caso não se leia o filme como o que ele pretende ser: uma crítica metafórica ao “negacionismo conservador”. Diabolicamente, esqueça a intenção do diretor e terá uma crítica real à superficialidade da mídia e das redes sociais, que são essencialmente comandadas por progressistas que financiaram o filme. Se conservadores fizessem uma arte (ou entretenimento de marketing) tão persuasiva como os progressistas — e que fosse além dos moldes ideológicos da intenção do próprio autor —, teríamos uma guerra cultural justa. Só faniquito raivoso e indignado não constrói um alicerce cultural.
No Brasil, por exemplo, tivemos o maior criminoso corrupto da história da República, Lula, solto da prisão e colocado como favorito às eleições à Presidência. Temos um Judiciário leniente com o crime e que arruinou a única força-tarefa judicial que combateu a corrupção de colarinho branco. Temos um dos maiores oposicionistas de Lula implorando para ser seu vice, enquanto um presidente é acusado de fascista e genocida por ter clamado por liberdade de expressão e de trabalho, e seus aliados são presos sem processo, por crimes de opinião. Temos um roteiro pronto de uma realidade surreal que espantaria George Orwell, Franz Kafka ou o mais alucinado dos autores. A realidade no mundo e no Brasil superam em muito a ficção.
O filme é legalzinho, cansativo e longo demais. Acho engraçado algumas pessoas dizendo que é ótimo, pois nas suas cabecinhas ideológicas, o filme serve como crítica para o governo do Brasil.
É uma comédia inteligente, que foca em vários pontos importantes. E peço para não pensar como uma crítica a determinada pessoa ou determinado político, senão pode ter sua análise em cima de uma questão muito ideológica. Mas analisar fatores como mídia, internet e política como um todo. Aí se entende mais a crítica.
É uma comédia inteligente, que foca em vários pontos importantes. E peço para não pensar como uma crítica a determinada pessoa ou determinado político, senão pode ter sua análise em cima de uma questão muito ideológica. Mas analisar fatores como mídia, internet e política como um todo. Aí se entende mais a crítica.
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