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Um visitante
5,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2025
"O Menino que Matou os Pais" é um filme impactante e envolvente que narra de maneira magistral os eventos do infame caso Richthofen. A produção é executada com excelência, apresentando uma narrativa coerente e bem estruturada. As atuações são impressionantes, trazendo uma profundidade emocional que prende a atenção do espectador do começo ao fim. A fidelidade aos acontecimentos reais, combinada com uma direção cuidadosa, resulta em um filme que não apenas entretém, mas também informa e provoca reflexão. Em resumo, "O Menino que Matou os Pais" é uma obra cinematográfica notável que merece ser assistida e apreciada.
Em resumo, "O Menino que Matou os Meus Pais" é um filme com uma premissa intrigante, baseada em um crime real de grande repercussão. No entanto, sua execução deixa a desejar em termos de desenvolvimento dos personagens e ritmo narrativo. Embora apresente diferentes perspectivas, o filme falha em capturar a profundidade emocional e as motivações dos envolvidos, prejudicando o envolvimento do público na trama. É uma experiência que pode interessar a quem acompanhou o caso na mídia, mas que deixa a desejar em sua entrega cinematográfica.
Gostei muito dos dois filmes, apesar de para muita gente terem sido uma decepção para muita gente. Gostei muito da construção dos personagens, de como os filmes reprsetaram a escalada dos conflitos e dos relacionamentos entre a Suzane, o Daniel e os pais, até o ponto da noite do assassinato e das atuações especialmente a da Carla Diaz. Provavelmente nenhuma versão seja a verdadeira, mas ambas as versões são igualmente interessantes tanto essa aqui que é a da Suzane quanto a do Daniel Cravinhos
O cinema brasileiro tá cada vez melhor,bem dirigido ,boas atuações e o clima do Amor tóxico te irrita e te faz refletir que é claro em versões separadas para o publico decidir em qual das Histórias acreditar.
Acho este filme tão ruim quanto A MENINA QUE MATOU OS PAIS..., pois possui os mesmo defeitos, ou seja: estética MALHAÇÃO, roteiro raso e apressado e "imparcialidade" que se transforma em frieza e indiferença aos assassinatos. Só que aqui, tendo em vista o ponto de vista da história, CARLA DIAZ é desperdiçada diante de seu papel de "vítima" passiva de tudo o que ocorre ao seu redor, pois este papel exige bem menos do seu talento. Vou dar um desconto para os realizadores e pensar que eles fizeram algo tão gelado e sem vida devido ao medo de processos, mas isso não os inocenta de term feito 2 filmes tão ruins.
Atuação péssima. O que foi aquele sotaque da Carla Diaz? Pareceu a Tata Werneck imitando gaúcho de tão forçado. Não teve ninguém pra avisar... Tinha potencial, mas na minha opinião a atuação dos atores principais estragou muito.
Carla Diaz atuou muito mais no BBB, do que nesse filme. Ao contrário do ator Leonardo Bittencourt que estava muito bem. O filme muito aquém do que poderia entregar, muito raso. Assisti por curiosidade, mas muito documentário já entregou conteúdo melhor.
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