Numa manhã de verão, uma garota se afoga na piscina. O corpo fica lá até que sua mãe o encontre. Ela deixa a outra filha, Cleo, sozinha em casa por algumas horas. A menina espera sua tia, que chegará com suas primas: Leoncia, Manuela e Nerina. Cada uma se encontra em um diferente tipo de microcosmo particular. Cleo, junto com as primas, mergulha no mundo feminino da infância, repleto de questões que falam muito sobre amadurecimento.
3,5
Bom
Mamãe, Mamãe, Mamãe
Flor da idade
por Barbara Demerov
Mamãe, Mamãe, Mamãe é um filme que diz muito com cenas que não precisam de nenhuma palavra para impressionar ou sensibilizar. Na verdade, sensibilidade define bem este filme de Sol Berruezo Pichon-Rivière, que se apropria dos universos particulares de cinco meninas para ilustrar a complexidade do feminino.É bastante efetivo o modo como Pichon-Rivière desenvolve sua história, uma vez que ela começa da maneira mais fria e angustiante possível para, então, desabrochar tal como uma flor, mostrando as múltiplas camadas que compõem o mesmo cenário. Apesar de sempre ter como principal olhar o da pequena Cleo, que perdeu sua irmã inesperadamente quando esta se afoga na piscina de casa, o filme consegue atravessar o universo da protagonista enquanto mostra, também, as vivências de suas primas.Quando as demais garotas chegam à casa de Cleo para auxiliar nas atividades domésticas e também serem com
Ler a crítica
Nacionalidade
Argentina
Distribuidor
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Ano de produção
2020
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
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Orçamento
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Idiomas
Espanhol
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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