Média
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"Elegante e profundo, o filme encanta pelo elenco e abordagem histórica, mas falta ousadia narrativa."
O Baile das Loucas transporta o espectador para o final do século XIX, centrando-se no hospital La Salpêtrière, onde loucura e controle social se entrelaçam. Fanny, interpretada brilhantemente por Mélanie Thierry, busca sua mãe entre as internas, enquanto se desenrola um retrato fascinante de mulheres marginalizadas — algumas diagnosticadas, outras apenas indesejadas. O elenco poderoso, com Carole Bouquet e Josiane Balasko, eleva o drama, e o “baile” funciona como metáfora para libertação e resistência.
O Baile das Loucas transporta o espectador para o final do século XIX, centrando-se no hospital La Salpêtrière, onde loucura e controle social se entrelaçam. Fanny, interpretada brilhantemente por Mélanie Thierry, busca sua mãe entre as internas, enquanto se desenrola um retrato fascinante de mulheres marginalizadas — algumas diagnosticadas, outras apenas indesejadas. O elenco poderoso, com Carole Bouquet e Josiane Balasko, eleva o drama, e o “baile” funciona como metáfora para libertação e resistência.
Isso foi um filme apensa romantizado. porque na realidade era muito pior.
excelente filme com grandes elenco e um roteiro bem trabalhado.
Termos | política de privacidade |Todos os direitos reservados | © 2006 - 2021 NICK DWTYAY
excelente filme com grandes elenco e um roteiro bem trabalhado.
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Um filme sobre espiritualismo e esperança. Retrata a frieza e maldade dos hospitais psiquiátricos do passado, mas mostra que em toda a parte o bem se descortina. Um filme sensível, emocionante e com um final surpreendente.
Filme muito bonito e sensível que consegue mostrar de forma leve a ignorância que durante muitos anos rondou e ainda ronda a psiquiatria, onde médicos supostamente geniais do seu pouco conhecimento experimentavam tratamentos inócuos e doloridos a pacientes muitas vezes apenas incompreendidos, mas vale lembrar que isso não ocorria apenas no século 19, basta assistir o terror mostrado sem filtros em bicho de sete cabeças. Vale a pena assistir para aprender com os erros do passado e presente seja quanto a loucura, como o espiritismo e abrir a mente para aquilo que não compreendemos.
Não consigo assistir nem até a metade. Sinto revolta pela ignorância dos franceses. Até hoje sinto repugnância pela França. Até hoje são mal educados e arrogantes. Que Deus me poupe de algum dia precisar reencarnar naquele lugar. Se depender de mim não ajudo nem sequer converso com algum espírito que tenha tido sua última encarnação na França. Digo o mesmo para os países árabes. Para o filme em si dou 4 estrelas.
Com atuações convincentes, o filme mostra várias realidades:
* A precariedade da medicina psiquiátrica do século XIX, com seus métodos desumanos, uma verdadeira tortura física e psicológica imposta aos pacientes.
* O completo banimento da família e da sociedade infligido às pessoas que, de alguma forma, eram diferentes, pelo seu jeito de ser, pela sua crença ou por um comportamento que fugisse ao que era esperado.
* O despreparo, carregado de preconceito, no modo de lidar com um tema não compreendido e que está, cada vez mais, pedindo passagem: a mediunidade. Trata-se tão somente de um sentido humano e, mesmo nos dias de hoje, ainda sofre com o desconhecimento, quase geral, do que vem a ser a capacidade de perceber e de interagir com uma dimensão viva e real, mas invisível aos olhos.
Parabéns por tratar de maneira brilhante destes assuntos.
Filme sensacional. Recomendo.
* A precariedade da medicina psiquiátrica do século XIX, com seus métodos desumanos, uma verdadeira tortura física e psicológica imposta aos pacientes.
* O completo banimento da família e da sociedade infligido às pessoas que, de alguma forma, eram diferentes, pelo seu jeito de ser, pela sua crença ou por um comportamento que fugisse ao que era esperado.
* O despreparo, carregado de preconceito, no modo de lidar com um tema não compreendido e que está, cada vez mais, pedindo passagem: a mediunidade. Trata-se tão somente de um sentido humano e, mesmo nos dias de hoje, ainda sofre com o desconhecimento, quase geral, do que vem a ser a capacidade de perceber e de interagir com uma dimensão viva e real, mas invisível aos olhos.
Parabéns por tratar de maneira brilhante destes assuntos.
Filme sensacional. Recomendo.
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