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Cleibsom Carlos
18 seguidores
223 críticas
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0,5
Enviada em 11 de abril de 2026
The Voyeurs é constrangedor!!Espécie de Janela Indiscreta sem senso do ridículo, o filme causa desconforto pela falta de noção de seu enredo e sua estupidez exacerbada até o infinito...
botei muita expectativa pelo roteiro com potencial, fotografia bem feita e um soft porn bem produzido. mas exageraram nos plots em cima de plots sem sentido e explicação no final.
Um filme do qual eu não esperava muito, mas que acabou sendo uma grata surpresa. Do começo até a metade, entrega uma experiência boa, mas morna, recorrendo a cenas com apelo sexual para tentar prender a atenção.
Porém, no último ato, o filme realmente engrena e se revela um excelente suspense, com um plot muito bom. Na minha opinião, porém, deveria ter parado por aí. Quando tentam emendar um plot do plot do plot, acabam exagerando e deixando o final menos não tão bom quanto poderia ser. Parece que perderam um pouco a mão na hora de encerrar.
Ainda assim, o filme é uma grata surpresa. Vale o ingresso. Ainda mais por poder agraciar esses dois monumentos de mulheres que são as atrizes principais, principalmente a oriental.
O começo do filme é interessante, a temática que ele explora também. Algumas cenas mais forcadas de sexo também estão presentes.
O desenrolar do enredo vai bem até um certo ponto em que acontece uma revira volta ridícula. Eu realmente odiei o final, na minha opinião estragou todo o enredo que foi construído. Não veria novamente nem recomendaria.
Fazia tempo que um filme não me prendia assim. “The Voyeurs” começa com uma curiosidade inocente, mas logo vira um mergulho tenso no desejo, na obsessão e nas escolhas erradas que a gente faz quando tenta viver a vida dos outros.
Pippa, a protagonista, é oftalmologista — e não por acaso. A ironia é clara: ela trabalha com visão, mas passa o filme inteiro sem enxergar o óbvio. Junto com Thomas, seu namorado, ela começa a observar os vizinhos do prédio da frente, e o que era só voyeurismo vira uma fuga da própria realidade. O relacionamento deles começa a se desfazer quando ela se entrega mais à fantasia do que à vida real.
O filme usa detalhes visuais de forma genial: cenas como os ovos pochê se partindo ou o binóculo com uma lente rachada representam, de forma simbólica, o rompimento do casal e a desconexão entre os dois. Thomas já via que estavam passando dos limites; Pippa, não. Ela estava viciada na intensidade da vida alheia.
A virada final é um tapa na cara. A “moral da fábula” que os próprios vizinhos-artistas contam diz tudo: quem vive observando os outros, esquece de viver a própria vida. E nesse caso, Pippa paga o preço — com juros e humilhação pública.
Visualmente bonito, sexualmente ousado e cheio de pequenos sinais escondidos, “The Voyeurs” é um thriller erótico que vai além da nudez. Tem crítica social, tem tensão, tem reviravolta, e sim, tem peitos da Sidney Sweeney (o que nunca é um problema).
A fotografia do filme é maravilhosa!!!! Já começa com o nome Voyer, quem prática tem uma visão totalmente diferente do enredo. O filme fala sobre relacionamentos. E sobre as várias facetas de uma mesma verdade, de acordo com os valores e princípios de cada um. A cena dos olhos no início e o ovo frito, a profissão da loira... A música de abertura e final. Tudo se encaixa perfeitamente. Até a última fotografia da sua imagem através do binóculo quebrado (acidente que ocorreu durante o percurso da observação)... Até onde observar as verdades ocultas nos quebram?! Super recomendo!
Podemos dizer que essa trama demostrar em pequeno detalhes ao mais complexo interligados. Não é atoa que o cineasta escolhe realizar cortes de cenas associativas durante o filme. Em resumo, um casal resolve ter um espaço (apartamento) logo após se casar e logo o filme trata de demostrar que existe muito mais companheirismo na relação do que algo de se esperar de alguém recém casado. Essa relação faz crescer a vontade pelo Voyeurs (título original do filme) da protagonista Pippa (Sydney Sweeney) que por sinal fez um excelente papel, pelo seu vizinho com que na qual observa diversas vezes transando, seja com sua suposta esposa e com outras mulheres. O ditado: a grama do vizinho é sempre mais verde. Aparece de forma clara inclusive em um diálogo no filme. O filme abre espaço para o desejo, sendo de justiça e curiosidade da protagonista em se envolver com seus vizinhos. A trama vai crescendo ao logo dos atos num efeito de suspense progressista e desemboca num final surpreendente e eletrizante. Um bom filme.
Filme que começa bem e depois cai numa mesmice, só ficando Jim cenário e com um desfecho de mal gosto. Tipo do filme que tw deixa com raiva no final e você levanta indiferente, procurando algo para fazer e que apesar do elenco bonito, tem a sensação de ter perdido seu tempo.
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