Bem feito boa fotografia, mas para aí. Para quem leu os primeiros 3 livros da saga Duna sabe que Chani é um personagem secundário e nessa versão nesse filme é colocada em pé de.paridade ao Paul Atreides, o que é ridículo. A atuação da Zendaya é exagerada e ridícula. Aliás a mesma tática de sempre diminua o papel masculino, escolha um ator fraco sem carisma para o papel masculino. Valorize os papéis femininos. É assim que funciona a cultura woke. Poderia ter sido bem.melhor. poderia ter sido como nos livros.
"Duna: Parte Dois" não apenas mantém o ritmo impressionante do primeiro filme, como também eleva a complexidade de sua trama, oferecendo uma experiência cinematográfica ainda mais rica e envolvente. A narrativa expande de maneira magistral, mergulhando o espectador nas intrigas políticas, traições e tensões crescentes das guerras em Arrakis. Cada cena parece cuidadosamente orquestrada para prender a atenção, e a construção do mundo continua a deslumbrar com seu design visual impressionante, capturando a vastidão desértica e a grandiosidade dos cenários futuristas.
O desenvolvimento do protagonista, Paul Atreides, é um dos pontos altos do filme. Sua jornada emocional e psicológica ganha ainda mais profundidade, revelando novas camadas de sua complexa personalidade e de seu destino como Kwisatz Haderach. A luta interna de Paul e os dilemas morais que ele enfrenta tornam sua evolução particularmente envolvente.
As atuações continuam impecáveis, com destaque para os personagens coadjuvantes, cujas presenças enriquecem a trama e a tornam mais densa. As interações entre os personagens são cheias de nuances, e o elenco entrega performances carregadas de emoção e intensidade. Além disso, a trilha sonora poderosa e a direção de fotografia contribuem para criar um ambiente imersivo, onde cada detalhe visual e sonoro parece pensado para potencializar a tensão e a imersão do público.
Apesar de "Duna: Parte Dois" não concluir completamente a saga, o filme constrói um final que, embora deixe muitas questões em aberto, é satisfatório e deixa o público ansioso pela próxima fase dessa épica jornada. A sensação de urgência e a expectativa pelo que está por vir são palpáveis, tornando este capítulo uma continuação digna e eletrizante da saga de ficção científica.
É absurdo o quanto esse filme consegue prender a nossa atenção. As atuações, fotografia e direção, são absurdas. Uma obra que era extremamente complexa de adaptar, e conseguiram entregar um trabalho desse nível, capaz de até mesmo melhorar o primeiro filme. Superou as expectativas.
Gente, é tipo uma continuação que não decepciona, sabe? É um verdadeiro espetáculo, com ainda mais ação, reviravoltas e momentos emocionantes. A direção do Denis Villeneuve continua impecável, e os efeitos especiais são de outro mundo! E o melhor de tudo é que a história fica ainda mais envolvente, com um desenvolvimento incrível dos personagens e da trama. Ah, e prepare-se pra algumas surpresas que vão deixar você de queixo caído! Sério, é um filme que vai te fazer vibrar do começo ao fim e te deixar ansiosa pela próxima parte. Imperdível!
Muito bom esse ser superou porque o primeiro foi bem fraco parado esse foi bem feito é com bastante ação só achei o vilões um pouco fracos isso deixou a desejar.
Duna: Parte 2 é um espetáculo visual e narrativo que mostra como Denis Villeneuve sabe conduzir uma grandiosidade cinematográfica. Dou nota 4 de 5 porque, apesar de ser uma continuação mais intensa e com ritmo melhor que o primeiro, ainda exige um pouco de paciência — é um filme que se constrói com calma, e isso pode afastar alguns.
A estética é deslumbrante. Cada cena é um quadro, e a trilha sonora de Hans Zimmer mergulha a gente naquele universo árido e ao mesmo tempo místico de Arrakis. A construção do mundo continua impecável, e os elementos políticos e religiosos ganham mais força. A história de Paul Atreides se aprofunda, e a transformação dele em um possível messias é tão fascinante quanto preocupante. A atuação do Timothée Chalamet está muito mais intensa, e a Zendaya finalmente tem um papel mais ativo e relevante na trama. O destaque também vai para os novos personagens, como Feyd-Rautha, que traz um ar mais ameaçador pro lado dos Harkonnen.
O filme tem batalhas épicas, estratégias de guerra, fanatismo, profecias… tudo bem amarrado, mas nunca mastigado. É um filme que exige atenção e entrega. A complexidade política e a crítica ao culto de heróis são muito fortes, e Villeneuve não subestima o público.
O único ponto que me segurou de dar 5 é que, apesar de ser grandioso, ainda carrega uma frieza emocional. É tudo muito bonito e poderoso, mas faltou um pouco mais de calor humano em alguns momentos. Ainda assim, é uma continuação que honra e eleva a história, deixando um baita impacto no final. É cinema feito com ambição e propósito.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade