Esse filme tem algumas coisas que não encaixaram direito, por isso não teve sucesso. No começo parecia um documentário, depois foi engrenando mas parece que o diretor ficou com medo de cair no lugar comum de tantos filmes sobre lutadores e tentou encaminhar a estória para um lado que as vezes a trilha sonora destoava da cena. Um filme para pessoas que como eu já conhecia um pouco da história e é familiarizado com os nomes dos personagens.
Particularmente, não sei por que esse filme recebeu tantas críticas. É inegável que existe um sentimento a ser explorado e colocado à prova. É um filme feito com carinho, que transmite com clareza o sentimento de vitória e derrota, a euforia do confronto e o medo, além de diversas subcamadas envolvendo amor, sabotagem e ego. E ainda conta com a melhor atuação de Dwayne Johnson até hoje.
Vejo como principal problema do filme a história que ele decide contar — e isso é compreensível. Ao optar por realizar uma cinebiografia, o mais difícil é escolher qual momento da vida do artista será retratado, já que nem sempre é possível adaptar uma trajetória inteira. O trecho escolhido da vida de Mark Kerr pode não ter sido o mais interessante, mas, ainda assim, é possível relevar.
O filme entrega o que promete e, em alguns momentos, me lembrou bastante The Wrestler, de 2008. Quando uma obra é feita com afinco e carinho, isso fica nítido — e Dwayne aqui manda muito bem. Aliás, todo o elenco é muito bom.
The Rock alavanca e muito esse filme com uma performance maravilhosa digna de pelo menos uma indicação ao Oscar! Roteiro já é bem repetitivo com uma edição muito limitada. Mesmo com essas falhas vale muito a penas pelas ótimas atuações!
Coração de lutador é um drama que envolve esporte que contou com a direção e roteiro de Benny Safdie. Na trama, acompanhamos uma parte da trajetória de vida de um dos pioneiros dos esportes de combate misto: Mark Kerr (Dwayne Johnson) e Mark Coleman (Ryan Bader). Apesar das vitórias, prêmios e fama, Kerr passa por drama pessoais e deve aprender a lhe dar com isso. O filme é baseado no documentário The Smashing Machine, o filme como dito, procura retratar apenas uma parte da vida de Kerr, especialmente quando deve lutar contra seus demônios pessoais: problemas emocionais com sua companheira Dawn (Emily Blunt) e a luta contra o vício em opioides. Isso é bom, pois Safdie conduz não um simples drama esportivo, mas com outras dimensões. Isso explica o enquadramento da câmera durante as lutas, as cenas curtas de combate e a coreografia de luta pouco atraente. Atuação convincente de The Rock ao mostrar a vulnerabilidade do seu personagem. O mesmo podemos dizer com Blunt, mas acredito que o roteiro tenha errado em pintar demais a sua personagem como vilã. Embora tenha ocorrida as inovações dentro do roteiro, o terceiro ato é mais do mesmo que se espera em filme de esportes: uma competição final (que foi boa, mas talvez mal aproveitada). No mais um boa trilha sonora para os amantes do final do anos 1990, especialmente com Jon Secada.
É um bom retrato de uma história de superação no esporte. E sim, o marketing que se fez para a atuação do Dwayne Johnson é válido, foi a melhor coisa do filme e uma virada de chave pra carreira dele. Achei bem interessante a filmografia(não sei se esse é o termo correto) onde muitas vezes parece uma gravação de um câmera dos anos 90. Porém, apesar de uma boa história de superação, não tem nenhum fator diferente de outras histórias do tipo que fizesse me encantar pelo filme.
Que incrível ver o talento do The Rock finalmente transbordando numa interpretação intimista, verdadeira e intensa! Adoro o ator e adoro seus filmes engraçadinhos de aventura, mas aqui ele está fenomenal. Aliás, todo o elenco brilha do início ao fim. Assistir a esse filme foi uma ótima experiência, valeu cada centavo. Tem luta, tem romance (meio tóxico, mas tem) e muito drama. Adorei.
Filme sem enredo, sem historia, sem final, sem desfecho. MUITO RUIM!
Nao tem desfecho a historia da mulher dele, somente um texto no final, a luta do coleman é horrivel, a forma com que ele perde é muito mal feita, em resumo, odiei o filme
O filme é bom, traz aspectos importantes na vida de um atleta de alta performasse, mostrando como é o cotidiano de duas pessoas que se mostram humanos (que erram), para mim esse foi um dos pontos fundamentais do filme o cotidiano, mas oq pecou na minha opinião foi o final do filme,spoiler: não pelo fato dele ter perdido a luta mas pq acabou sem mais sem menos, sem ele ter comemorado com o amigo dele que sempre estava lá por ele, sei lá achei que faltou um pouco de um final glorioso ou um final de compaixão entra a amizade dos mesmo.
Fui assistir esse filme hoje e gostei. A história é manjada como sempre, mas mostra que força e determinação superam barreiras. O filme conta a história de um lutador de MMA dos anos 80 cujo o único objetivo é lutar para ganhar. Emily Blunt faz sua esposa a qual se preocupa com ele e o uso excessivo de esteroides o qual se sujeita. Os problemas começam quando eles se distanciam, pois lutar é o objetivo de vida dele colocando sua família (no caso a esposa) sempre em segundo plano. Enfim: É o típico clichê americano: Heroísmo, mania de grandeza, superação etc.
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