O documentário aborda de forma analítica as manifestações que aconteceram no Brasil em junho de 2013, apresentando seus desdobramentos e consequências. A obra também expõe momentos recentes de grande importância para o cenário político brasileiro atual, incluindo a Operação Lava Jato, a crise do PT, o impeachment da presidente Dilma Rousseff e a eleição de Jair Bolsonaro.
Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind
3,5
Bom
O Mês Que Não Terminou
Um convite à discordância
por Sarah Lyra
Há uma diferença, muitas vezes ignorada, entre debater o resultado final de um filme pelo que ele é e debater pelo que poderia ter sido. No caso de O Mês Que Não Terminou, a tendência para muitos será analisá-lo mais por ausências do que pelo que, de fato, foi apresentado. Isso porque ao se assumir como um liberal de esquerda, o cineasta Francisco Bosco acaba tocando na ferida dos dois lados, o que pode vir a ser interpretado como uma tentativa de agradar a todos, ou se colocar no famigerado “em cima do muro”. No entanto, o aspecto mais notável no trabalho de Bosco é o convite à discordância. Eloquente em seu discurso mais do que em sua direção cinematográfica, o escritor parece ver em seu documentário uma tentativa de falar com mais do que apenas palavras.A abordagem de Bosco é incômoda, mas necessária. Incomoda termos nossas convicções questionadas com argumentos tão bem embasados e co
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Mostra SP
Selecionado na 43ª Mostra Internacional de SP, em 2019, na categoria "Novos Diretores".
Festival do Rio
Longa selecionado para a mostra Fronteiras da Première Brasil no Festival do Rio 2019.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
-
Ano de produção
2019
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-