Tão chato que nem consigo escrever uma crítica, lento, sem diálogos, atuações ruins… o que salva são as paisagens magníficas. Tinha tudo pra ser um enredo f***, mas se perdeu e não cativa, não nos identifica com os personagens para torcer pelo Príncipe… so boring.
Quando se vê algo baseado em Shakespeare se espera um final assim e se espera algo grande. Há uma complexidade no roteiro que lembra Shakespeare sim. Mas para meu gosto, essa mistura com a cultura nórdica simplesmente não funcionou. Ficou exageradamente desconfortável. Perdi interesse logo no inicio. Tentei me arrastar mas não vingou.
Não gostei. Quase fui ele embora no começo do filme, mas não fui. Logo depois percebi que tinha que ter ido embora mesmo. O companheiro de poltrona ao lado dormiu. O filme é chato.
Um diretor com dois belos filmes em seu passado, com noventa milhões de dólares nas mãos e com o apoio de historiadores e antropólogos. Resultado: uma produção visualmente muito bem feita com detalhes primorosos e uma bela fotografia. Por outro lado, um resultado decepcionante quando se espera por uma história mais adulta e não um remake de videogames com seus heróis musculosos participando de lutas insípidas. A interpretação do Alexander Skarsgård me deixou com saudades do Arnold Schwarzenegger. Parece que não avisaram que ele poderia mostrar mais do que apenas uma expressão facial e/ou corporal. Sonífero, não como querem alguns, pelo ritmo lento, mas pelo desenvolvimento linear dos acontecimentos, sem quaisquer ocorrências secundárias que poderiam ajudar a tornar a trama mais interessante. Infantil. Infantilóide. Bobinho.
Um diretor com dois belos filmes em seu passado, com noventa milhões de dólares nas mãos e com o apoio de historiadores e antropólogos. Resultado: uma produção visualmente muito bem feita com detalhes primorosos e uma bela fotografia. Por outro lado, um resultado decepcionante quando se espera por uma história mais adulta e não um remake de videogames com seus heróis musculosos participando de lutas insípidas. A interpretação do Alexander Skarsgård me deixou com saudades do Arnold Schwarzenegger. Parece que não avisaram que ele poderia mostrar mais do que apenas uma expressão facial e/ou corporal. Sonífero, não como querem alguns, pelo ritmo lento, mas pelo desenvolvimento linear dos acontecimentos, sem quaisquer ocorrências secundárias que poderiam ajudar a tornar a trama mais interessante. Infantil. Infantilóide. Bobinho.
A produção é boa em muitos sentidos, figurino, cenários, as cenas dos rituais e os efeitos. Agora na história em si esperava muito mais, desfecho fraco, muita enrolação pra ele matar o antagonista, a expectativa era maior, podia ter sido um filme melhor, não sei como isso concorreu ao Oscar.
Uma porcaria, lamentável a Nicole Kidman e Alexander Skarsgard aceitarem trabalhar nesta porcaria! Não passa nem perto de Vikings com a inesquecivel Largueta!
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