Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Rodrigo Gomes
6.171 seguidores
973 críticas
Seguir usuário
3,5
Enviada em 14 de junho de 2022
Esperava mais! No entanto o roteiro é pontuado sobre grande riqueza cultural e a parte cênica é perfeita. É obscuro e de muita beleza, mas carece de ação.
Quando se vê algo baseado em Shakespeare se espera um final assim e se espera algo grande. Há uma complexidade no roteiro que lembra Shakespeare sim. Mas para meu gosto, essa mistura com a cultura nórdica simplesmente não funcionou. Ficou exageradamente desconfortável. Perdi interesse logo no inicio. Tentei me arrastar mas não vingou.
Após dirigir A bruxa e o Farol, Robert Eggers teve em mãos o seu projeto mais audacioso: O homem do norte. É interessante perceber que o mesmo consegue imprimir sua marca registrada que são os detalhes realistas, efeitos sonoros e fotografias de qualidade. Entretanto, a obra derrapa por ser um exaustivo sonolento épico filme. O filme é bem mais de que uma simples narrativa de vingança, mas uma apresentação da rica cultura Vikings. Porém, o seu desenvolvimento lento é crucial para ser um pouco tedioso. O grandes destaque são as cenas de batalhas na qual são extremamente violentas e excelente atuação de Nicole Kidman.
É um filme comum sobre vikings, com lutas, derramamento de sangue e rituais. Não tem nenhum diferencial que o torne digno de uma melhor avaliação. Recomendado somente para quem é fã desse gênero, pois de resto é um filme bem clichê.
Assisti ontem ao filme "O Homem do Norte", e simplesmente ODIEI!! O protagonista Amleth (Alexander Skarsgard) morre, no final, vingando um pai que não vale nada (estuprou a própria esposa, para gerá-lo!), e uma mãe que também não vale p0rra nenhuma (tramou com o próprio cunhado, para matar o marido e o filho - no caso, o protagonista -, e viveu feliz com o mesmo); depois, assassinou a própria mãe (Nicole Kidman) e os irmãos por parte de mãe.
E, quando sua amada Olga (Anya Taylor-Joy), já grávida dele, o chama para viver uma vida melhor e tranqüila, e ser feliz ao lado dela, Amleth simplesmente volta à Islândia para matar o tio Fjölnir, somente para (como eu já disse acima) vingar um pai e uma mãe que não valem o chão que pisam, morrer matando o tio e deixando a amada Olga para cuidar sozinha dos dois filhos gêmeos que ele havia gerado nela! LIXO TOTAL!!郎郎郎 Cento e vinte e dois reais do meu bolso (e mais de duas horas da minha vida) jogados fora!!!
Amei o filme AMEI! gostei da filmografia da trilha sonora do ELENCO gosto do Willem Dafoe das partes onde mostram as cerimonias todas bem detalhadas gostei da locação POREM esse filme é uma mistura de Rei Leão com novela mexicana mais Rei Leão do que novela mexicana isso fica bem claro.
Para quem gosta da Cultura Viking,suas Crenças ,Valores e Promessas.Com Reviravoltas e aquela Trilha Sonora Sombria e Medieval é um bom Entreterimento.
Não gostei. Quase fui ele embora no começo do filme, mas não fui. Logo depois percebi que tinha que ter ido embora mesmo. O companheiro de poltrona ao lado dormiu. O filme é chato.
Um diretor com dois belos filmes em seu passado, com noventa milhões de dólares nas mãos e com o apoio de historiadores e antropólogos. Resultado: uma produção visualmente muito bem feita com detalhes primorosos e uma bela fotografia. Por outro lado, um resultado decepcionante quando se espera por uma história mais adulta e não um remake de videogames com seus heróis musculosos participando de lutas insípidas. A interpretação do Alexander Skarsgård me deixou com saudades do Arnold Schwarzenegger. Parece que não avisaram que ele poderia mostrar mais do que apenas uma expressão facial e/ou corporal. Sonífero, não como querem alguns, pelo ritmo lento, mas pelo desenvolvimento linear dos acontecimentos, sem quaisquer ocorrências secundárias que poderiam ajudar a tornar a trama mais interessante. Infantil. Infantilóide. Bobinho.
Um diretor com dois belos filmes em seu passado, com noventa milhões de dólares nas mãos e com o apoio de historiadores e antropólogos. Resultado: uma produção visualmente muito bem feita com detalhes primorosos e uma bela fotografia. Por outro lado, um resultado decepcionante quando se espera por uma história mais adulta e não um remake de videogames com seus heróis musculosos participando de lutas insípidas. A interpretação do Alexander Skarsgård me deixou com saudades do Arnold Schwarzenegger. Parece que não avisaram que ele poderia mostrar mais do que apenas uma expressão facial e/ou corporal. Sonífero, não como querem alguns, pelo ritmo lento, mas pelo desenvolvimento linear dos acontecimentos, sem quaisquer ocorrências secundárias que poderiam ajudar a tornar a trama mais interessante. Infantil. Infantilóide. Bobinho.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade