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    Chorão: Marginal Alado
    Média
    3,4
    28 notas e 2 críticas
    distribuição de 2 críticas por nota
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    2 críticas do leitor

    Tiago Soares
    Tiago Soares

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    5,0
    Enviada em 10 de abril de 2021
    Para quem, assim como que eu, que é fã, e acompanhou a história do começo até hoje, não trás muitas novidades, vários trechos que estão disponíveis em vídeos de YouTube... mas Tbm teve logicamente uns arquivos pessoais, bem legais. Foi muito bem dividido, em o começo, e a busca pela fama, durante, e sua parte final da vida.... As escolhas dos relatos de ex-esposa, irmão, segurança, motorista, membros da bandas, filho, produtor musical, amigos de rock, consegue captar a realidade, detalhadamente de sua vida. Achei o áudio e fotografia boas e conseguiu passar o que se é proposto para esse tipo de produção.
    Cleiton Donizete Corrêa Tereza
    Cleiton Donizete Corrêa Tereza

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    3,0
    Enviada em 15 de abril de 2021
    Assistam... mas sem grandes expectativas. Aguardei com certa ansiedade o documentário “Chorão: Marginal Alado”, e fiquei decepcionado. Não sei se houve dificuldades com recursos para fazer o filme, limitações de equipe ou algo do tipo, mas o resultado foi pra lá de razoável. Algumas reportagens citaram que foram centenas de horas de filmagens, mas o documentário tem apenas 1h16min, com muitas abordagens superficiais e diversos trechos já muito conhecidos, disponíveis no Youtube, a partir gravações realizadas por redes de TV. Portanto, pouca coisa nova. Além disso, o documentário não aprofunda questões que seriam essenciais, como o processo de composição de Chorão e da banda, que catalisou com maestria diferentes estilos musicais que marcaram os anos 1990 e 2000. Não foi feita uma contextualização com a história do Brasil e da cena da cidade de Santos, isso apenas foi citado. Aliás, o documentário inteiro é cheio disso, algo relevante é citado, mas não é mostrado, esmiuçado, um exemplo foi a construção de uma ala no Hospital para tratamento de câncer em Barretos, com o financiamento de Chorão. Faltou demonstrar também maior conhecimento e detalhes de sua infância e de outros integrantes da banda. Alguns ex-integrantes, como Pinguim e Heitor, nem apareceram como entrevistados, assim como senti falta de artistas como Marcelo D2 e Falcão, que conviveram com Chorão e fazem parte de uma geração brilhante. Alguns dos shows mais emblemáticos da banda, como com o Link Park, no Morumbi, em 2004, também não constam no filme. Há poucas cenas de bastidores, e essas são as melhores, como no encontro de Chorão como uma fã pela janela da van e Champignon explicando sua animação (vodca com energético) para entrar no palco. Outra falha, não mencionaram a relação de Chorão com o time do Santos. Enfim, um documentário que, embora seja respeitoso, deixa muito a desejar. Como mostrado no próprio documentário, um cara exigente e complexo como Chorão, provavelmente reprovaria um documentário preguiçoso como esse. No entanto, quando terminamos de assistir o filme e comecei a reclamar da produção, olhei pra minha filha, e ela estava chorando, emocionada, podendo conhecer um pouco melhor o artista e o ser humano tão citado e ouvido pelo pai. Ela pode acompanhar depoimentos e imagens que mostram as complicações da vida adulta e entender que a fama não é tão glamourosa assim. Para isso o documentário serve bem, apresentar Chorão e o Charlie Brown Jr ao mais novos. É um pequeno registro de uma grande trajetória.
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