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Ramon Carvalho
2 críticas
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0,5
Enviada em 12 de janeiro de 2025
O filme pra ser ruim teria que melhorar muito! A atuação de Lady Gaga sejamos justos não interferiu negativamente, simplesmente o filme foi uma decepção!
Definitivamente decepcionante. Perda de tempo total. Quem viu o primeiro filme, fica esperando a hora de o Coringa entrar realmente em cena, mas parece que isso não acontece.
“Coringa: Delírio a Dois” tenta ser um filme ousado e inovador, mas sua execução vacila ao longo do caminho. A escolha de transformar a narrativa em um musical não é o maior problema, mas sim a falta de coesão entre os elementos que deveriam sustentá-la. Todd Phillips parece empenhado em desconstruir a imagem do Coringa, retirando a aura de herói trágico que a cultura popular criou em torno do personagem. Contudo, essa proposta, por mais interessante que seja, esbarra em uma narrativa desconexa e um ritmo desequilibrado.
Um dos grandes equívocos do filme é a tentativa de conciliar as temáticas políticas do primeiro longa com uma abordagem psicológica, embalada em números musicais que não se integram organicamente à história. As cenas musicais, ao invés de agregar profundidade, surgem como interrupções que quebram o fluxo da trama, criando uma experiência confusa. Essa falta de fluidez também afeta as atuações de Lady Gaga e Joaquin Phoenix, que parecem habitar filmes distintos, reforçando a impressão de que a direção não conseguiu unificar as visões.
A falta de desenvolvimento dos personagens é outro ponto fraco. A narrativa parece circular em torno de si mesma, sem progresso significativo, o que acaba desgastando o espectador. Ao final, “Coringa: Delírio a Dois” não consegue entregar uma experiência envolvente ou surpreendente, tornando-se um filme que, apesar de suas ambições, deixa a sensação de um exercício frustrante, sem a força necessária para sustentar suas próprias pretensões.
Em continuidade ao primeiro filme, o enredo e a história são perfeitos. Alem de mostrar a realidade que vive no hospital/presidio, denota todo o contexto do julgamento pelos crimes que Arthur cometeu e como sua vida mudou ao se apaixonar por Arlequina. Por outro lado, apesar de compreender que os musicais são uma espécie de “fuga da realidade” de ambos os personagens (por isso o nome “delírio a dois”), achei que “desconectam” o expectador, causando um pouco de desinteresse enquanto a música está rolando. Outro ponto negativo foi o final, pois com a morte de Arthur, não conseguimos entender como o Coringa se perpetuou como o maior vilão das histórias dos quadrinhos. Será que o Coringa que se perpetuou até hoje é o suposto filho de Arlequina (já que ela afirmou estar grávida de Arthur)? Ou será que algum fã do Arthur apareceu e decidiu dar continuidade à história do Coringa? Dúvidas que ficaram no ar e que dão a entender que “Coringa: delírio a dois” não terá continuidade.
De longe o pior filme que vi pelo menos os últimos 12 meses. Trama sem nexo, o filme é ruim no início, no meio piora e no fim surpreende, negativamente. Coringa merecia uma continuação descente.
Acredito que poderiam sim ter feito algo muito maior e melhor, focado nos traumas e principalmente no transtorno de personalidade dele. Achei triste o final, não gostei da forma superficial que trataram, visto que poderiam explorar muito mais.
Um filme extremamente cansativo. Você espera muito, tem uma história muito top e eles tinham tudo pra fazer um filme absurdo. Mas, se resume a Lady Gaga cantando e o julgamento do Coringa. Você fica ansioso do começo aí fim, esperando um conflito, uma ação, algo que saia da linearidade, mas não tem nada até o final
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