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Antonio Gomes
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13 críticas
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3,0
Enviada em 24 de outubro de 2024
Crônica de loucura de um maníaco apoiado por outra doente mental. Excelente desempenho dos dois protagonistas. Quem for ver o filme pensando ser ACAO como estamos acostumados em Batman se decepcionará.
Coringa Delírio a Dois explora com maestria a dualidade entre Arthur Fleck e o Coringa, utilizando o formato de musical para intensificar a idolatria em torno da figura caótica do vilão, enquanto expõe a negligência social enfrentada pelo homem real. As músicas desempenham um papel fundamental, trazendo uma leveza que suaviza momentos duros e intensos, criando um contraste intrigante. Joaquin Phoenix mais uma vez entrega uma atuação brilhante, utilizando seu corpo para distinguir claramente o frágil Arthur do descontrolado Coringa, reforçando as camadas psicológicas e emocionais do personagem.
Veja meu pitaco completo em vídeo em @pitacos.cinematograficos.
"Coringa 2" decepciona ao desvirtuar a essência do vilão icônico. O filme se perde em uma narrativa excessivamente melodramática e tenta humanizar o Coringa de forma que contradiz sua natureza caótica e imprevisível.
Ruim. É incrível como caiu muito de rendimento e não tem nada a ver com o primeiro filme. E o diretor afirmar que ele ainda não é o Joker isso é inacreditável
Infelizmente o filme não foi suficientemente bom pra sequer prender a minha atenção. Me distraí tanto durante a sessão que nem reparei quando ela acabou. Mais uma DCpção.
O filme "Coringa: delírio a dois" é a obra cinematográfica mais anarquista que conheço! O filme faz crítica aos elementos hodiernos da performance (delírios alienantes) que a sociedade, corrompida pelos fetiches capitalistas, tanto venera. O super-anti-herói vitorioso, que todos almejam, é atacado pelo fracasso e fragilidade! O juízo final para cada um de nós é o que merecemos. Trazendo, assim, para a realidade as consequências de nossas virtualidades esquizofrênicas cujo o gozo é fingir o que gostaríamos ser, mas não somos. Esta obra violenta o sistema que se alimenta das nossas fantasias e nos convida, sem piedade, a perceber a nossa miserável escatologia da morte indigna. Diante dela, a Morte, a realidade será nossa Juíza. Não haverá "like".
Um filme que sai totalmente do primeiro filme. Tão ruim cheio de dança cheio de músicas quebra muito o clima do filme. E que eu me surpreendeu foi o próprio diretor dizer que o Arthur nunca foi o coringa então ele era o quê !
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