Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
pedro santos
1 seguidor
29 críticas
Seguir usuário
0,5
Enviada em 26 de fevereiro de 2025
"Coringa: Delírio a Dois" tenta seguir o impacto do primeiro filme, mas acaba se enrolando nas próprias escolhas. A trilha sonora, que aparece o tempo todo, só atrapalha o drama. Toda vez que uma música começa, ela interrompe o momento, tirando o peso de cenas que poderiam ser muito mais impactantes.
Todd Phillips, que conseguiu usar bem referências em Taxi Driver no primeiro filme, dessa vez não sabe pra onde ir. Sem uma base pra "se inspirar", a direção parece sem originalidade. O filme fica perdido entre querer ser um drama psicológico e um filme de quadrinhos, mas sem a intensidade de nenhum dos dois. O roteiro tenta forçar uma dualidade entre Arthur e o Coringa, mas fica superficial. Essa divisão não era necessária; Joaquin Phoenix poderia fazer isso de forma sutil. No primeiro filme, a gente vê ele se transformar naturalmente pelo que sofre, mas aqui essa evolução perde impacto. É como na série Pinguim, onde a Sofia Falcone vai enlouquecendo e acaba no Asilo Arkham, e isso acontece de forma natural e progressiva. Delírio a Dois poderia ter seguido uma linha parecida, mostrando o descontrole de Arthur de forma orgânica. Joaquin Phoenix faz uma boa atuação, como sempre, mas merecia um roteiro à altura. Ele deu tudo de si no primeiro Coringa, mas aqui, a história não permite que ele explore o personagem como poderia. E Lady Gaga? Ela tá ali, mas nem fede, nem cheira. Parece que o único motivo dela estar no filme é pra cantar. Ficou claro que não usaram o potencial dela de verdade. No fim, Coringa: Delírio a Dois não é nem um drama profundo como o primeiro, nem um bom filme de quadrinhos. Fica no meio do caminho, tentando ser algo que não consegue sustentar. E eu não vou nem falar do coringa não ser o coringa
Uma sequência mal pensada quando se decide transformá-la em um musical. Coringa, Delírio a dois, na verdade é um surto coletivo. A aprovação desse filme é que foi um delírio a sei lá quantas mãos. Com sequências musicais praticamente descartáveis, o longa entrega uma sensação de que tais cenas precisaram existir como uma condição para se ter a Lady Gaga no papel da Harley. O filme em si, tem o seu valor, Joaquim Phoenix continua espetacular no papel e prova que além de tudo consegue cantar. Mas, entrega um roteiro fraco e quase dispensável. Em relação ao primeiro filme que é perfeito, esse, se perde em não avançar e ao mesmo tempo, tentar inovar demais. O que foi apresentado em 2h e 12 minutos, não condiz com o que foi criado anteriormente. Poderia sim, ser um musical, em um outro momento, após a própria história já ter sido apresentada, mas não como uma continuação. Nada contra a um bom musical, mas tudo tem a sua hora e lugar. Infelizmente, esse, chegou a beira do insuportável. Uma pena.
O filme não é divertido, não é cativante, não é interessante, não é dinâmico, não tem história, não explora absolutamente nada do personagem. Sem brincadeira estou com mais raiva de mim mesmo de não ter parado de assitir no meio que do próprio filme. Eu pulei todas as cenas de musical da metade para frente do filme ainda assim é massacrante, tudo que você quer é que acabe logo para fazer outra coisa.
É impressionante como liquidaram com a franquia. O primeiro filme foi muito bom inclusive como diretor conseguiu distorcer a percepção de um maluco criminoso fazendo o público se compadecer do vilão por ser um coitado vítima da sociedade.
A continuação simplesmente liquida com tudo isso. E o personagem se torna um nada. Não é nem uma coisa nem outra.
o filme é um bom entretenimento porém, não ajuda a refletir sobre a realidade do mundo ficando preso em uma ficção muito irreal e desagradável (violenta e sem experança). As músicas são ótimas e o roteiro muito bom.
Obra prima. A começar pela forma. Tudo brilhantemente horrível, de tal modo a esvaziar as salas de cinema, cada vez mais dominada por crianças de 15, 20, 30, 40 anos... Este filme simplesmente vem para mostrar o que Coringa é: um doente mental - em toda sua fragilidade e insanidade vil. Algo muito longe do vilão mitificado e idolatrado. E isso não agrada um público perverso e infantil que aprendeu a venerar criminosos. Ver seu herói (deveria ser vilão) destruído e reduzido a um mero doente mental frágil, solitário, confuso, etc, não é algo que agrada a esta gente que quer ver bandidos matando impunemente com doses cavalares de humor negro. Este filme é um tapa na cara desses Peter Pans perversos. O vilão idolatrado deles aqui é só um verme. E um verme doente. Não há nada de bom para se ver aqui. Apenas a mais crua miséria humana. Na música, no cenário, no desprazer dos atores, em tudo. E se há algo que se pode tirar de grandioso desta obra é que, apesar de tudo, ela é muito humana. Ela revela a miséria de todos nós. Isso, definitivamente, não agrada as crianças. E isso é tudo, pessoal.
horrível, totalmente sem prestígio, durante o filme você não sabe se as cenas foram "reais" ou somente imaginação da cabeça dele, ficou muito ruim do começo ao fim, não da pra explicar, mas simplesmente um desperdício de tempo, não sou de comentar filmes, e nesse me senti obrigado a vir avisar antes que se decepcionem também.
Que filme ruim! Já é de se esperar que sequências raramente superem os originais, mas o que fizeram nesse filme é brincadeira. Antes de ir assistir já tinha visto algumas criticas, mas pensei que fossem da turma que leva o quadrinho muito a sério e se sintam ofendidos com qualquer mudança. Nem sou fã de quadrinhos, mas achei o primeiro filme do Coringa excelente. O Coringa, com toda sua complexidade conseguiu me cativar. Já a continuação é filme lento, roteiro pobre e história sem pé e nem cabeça. Um filme modorrento que você torce para acabar. A impressão que passa é que fizeram um filme para Lady Gaga cantar.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade