O Exorcista
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4,5
3166 notas

228 Críticas do usuário

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Thais Fernanda Oliveira
Thais Fernanda Oliveira

24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de setembro de 2024
Clássico, o melhor de todos em se tratando da saga de O Exorcista. Muito bem feito, elaborado, isso é um terror de verdade.
Julianna P.
Julianna P.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 23 de julho de 2013
e uma merda puta q pariu iso n tem jeito q merda >:(
Firmezão
Firmezão

1 seguidor 8 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um grande clássico que deixa a maioria dos atuais filmes de terror (com muitas mutilações e nenhuma história) para trás. Dada a época, os efeitos especiais um tanto "trash" são completamente perdoáveis. O elenco atuou muito bem, sem deixar nada a desejar! O diretor William Friedkin realmente merece os parabéns!
Jean G.
Jean G.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de setembro de 2013
Aterrorizante... Sombrio... Melancólico... Sangrento... Fortíssimo e Intenso...

Tive dificuldade em dormir após ter vistos (isso que revi várias vezes).. acho excepcional
Uma história realmente assustadora e atores brilhantes...

A pessoa tem que ser corajosíssima para ver esse filme... Mesmo eu sendo ateu esse filme me assusta kk...

Querem ver um verdadeiro filme de terror.. assistam esse... NENHUM FILME SUPERA ESTE NO GÊNERO TERROR...

FILMAÇO!!

O MELHOR FILME DE TERROR DO MUNDO!!!
Erick Perin (Exider)
Erick Perin (Exider)

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de maio de 2024
O exorcista não se trata apenas de uma simples história sobre o bem contra o mal, ou sobre Deus contra o Demônio, mas também sobre a renovação da fé.
Clara Cristiny Damasio Simão
Clara Cristiny Damasio Simão

6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de maio de 2024
Um dos filmes mais terroristas e comediante da América, antigo e louvado a realidade do aee humano. 0
Alan M.
Alan M.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de abril de 2015
Dono de uma das trilhas sonoras mais icônicas de todos os tempos, O exorcista, ainda provoca tensão e medo mesmo tendo sido realizado a mais de quarenta anos atrás, e é a prova viva de que terror bem feito é constituído por uma série de elementos bem construídos e não só uma colagem de sustos baratos como a maioria dos filmes atuais deste gênero apontam.

O filme acompanha Chris MacNeil ( Ellen Burstyn ), uma famosa atriz de cinema, enquanto a sua filha começa a ser possuída por um tipo de entidade. Após tentar levar Regan ( Linda Blair ) a médicos e psicólogos e não conseguir nenhum resultado, Ellen decide realizar um exorcismo na menina, com a ajuda do pastor Karras ( Jason Miller ) e do pastor Merrin ( Max von Sydow ).

Logo no primeiro plano do filme, um sol ocupando boa parte da tela, Uma imagem mística que remete a relação do homem com o sol e o endeusamento histórico deste astro. Vemos o quão forte, jovem e cru era aquele cinema do final dos anos 60 e inicio dos anos 70 e quão destemida era a geração encabeçada por Scorsese, Friedkin, Coppola e tantos outros

E essa personalidade forte e distinta do cinema desta época me fez refletir sobre os filmes que são realizados atualmente. Filmes como Insurgente, produzido mais de quarenta anos depois de O Exorcista e que se recusa a exibir sangue em brigas ou uma cena de sexo. Não sabemos que as pessoas sangram ? Ainda temos vergonha de falar sobre sexo ? ...

A obra de William Friedkin é de uma riqueza temática enorme. No filme, vê-se uma mulher forte que cria sua filha sozinha e administra a casa. Não há uma figura masculina para “tomar conta” da família, além disso, um padre que está perdendo a sua fé que é recuperada pela possessão, por alguma entidade, de uma menina de doze anos. E essa entidade, vem de um deserto remoto do iraque.

Estes aspectos demonstram pensamentos presentes no inconsciente coletivo americano. O que pautava suas discussões, seus medos e angústias naquela época. A ameaça que vem de “fora”, mais precisamente do iraque, denota um medo crescente contra atentados e a segurança, bem como a aversão a imigrantes. Já a descrença corresponde a própria perda da fé católica e a concepção de que “Deus” é ruim. Um ser que se manifesta apenas em adversidades e nunca em ações benéficas. Deus, em O Exorcista assiste calado ao internamento e morte da mãe do padre Karras e a possessão de uma menina de doze anos é o que faz com que o padre volte a acreditar em “Deus”.

O Exorcista se assemelha bastante a Bebê de Rosemary (Roman Polanski, 1968 ) e Psicose ( Alfred Hitchcock, 1960 ) criando uma atmosfera única que perdura durante o filme inteiro. E não só isso tem em comum com esses filmes, mas o próprio desenvolvimento do gênero terror deve, especialmente, a eles. A esta obra o aspecto sobrenatural, que tem em comum com Bebê de Rosemary, prevalece como o aspecto que é mais explorado pelo diretor.

Esse ponto é realçado pela direção fantástica de Friedkin. Por rimas visuais, o diretor recorre, brilhantemente, ao simbolismo de cruzes e imagens de santos, bem como objetos específicos como o pingente de Chris e o amuleto do padre Merrin. Em uma cena, a personagem de Ellen Burstyn caminha pela rua quando avista duas freiras caminhando. Suas roupas brancas balançam com o vento, remetendo-nos a fantasmas. Ajudado pela monumental trilha sonora, este consegue ser um dos momentos mais estranhos e místicos do filme.

Os enquadramentos e a composição de Friedkin são de uma beleza enorme. Em alguns planos abertos o diretor destaca a bela direção de arte, bem como os movimentos corporais dos excelentes atores. Chris MacNeil e Jason Miller trazem uma profundidade enorme aos seus personagens ao retrata-los com complexidade. Destaco a cena em que a entidade reproduz a voz da mãe, que acabara de falecer, do padre Karras. Percebe-se ali uma construção consciente e complexa de um personagem que se encontra divido em ajudar a garotinha, odiar o demônio e a saudade da mãe.

E Chris, ao mesmo tempo em que é uma mãe forte e independente, veste sempre cores claras que demonstram o seu carinho e afeto com sua filha. E é talvez dai que venha uma curiosa interpretação que tive enquanto assisti a esta obra. Por ser a chefe da casa, algo que vai de encontro a sociedade patriarcal, a possessão de Regan, seja a punição. Para o imaginário coletivo daquela época ( ainda hoje ! ) uma mãe ser a chefe de família é errado e os acontecimentos aquela família são consequência disso.

“ Um filme de terror não é feito de sustos baratos por aparições súbitas na tela ou aumento repentino de volume, mas sim de uma atmosfera misteriosa, uma história bem construída e personagens bem estruturados” Talvez seja essa a maior lição de O Exorcista e, ao mesmo tempo, a mais desrespeitada. Disso podemos, e devemos, refletir sobre como fazer terror e como está sendo feito terror.

Nota – 5,0
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 10 de outubro de 2014
Roteiro, direção e enredo são ótimos. Porém, como agnóstico/ateu, é algo muito raro avaliar positivamente filmes com temática sobrenatural.
Afonso
Afonso

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de setembro de 2022
O Exorcista é um clássico de terror considerado por muita gente o melhor de todos os tempos, eu não sei se é o melhor efetivamente mas está muito perto. O filme está repleto de cenas memoráveis, que sempre que alguém começa a falar do filme a nossa cabeça começa lembra-se de imagens das cenas mais icónicas. Depois de "O Exorcista" toda as pessoas tentaram criar um filme de possessão tão bom mas nenhum chegou perto deste filme, pois se eles usavam muitos clichês do género é porque "O Exorcista" os criou. Uma roteiro sem falhas que mostra o desenvolvimento dos personagens de forma espetacular, atuações incríveis (eu gosto de destacar a da Linda Blair), uma das trilhas sonoras mais reconhecidas de todo o género de terror, uma produção que para a época era demasiado boa e para os dias de hoje continua demasiado boa e tudo isso somado dá igual a um dos melhores filmes de terror de todos os tempos.
Alexandre D.
Alexandre D.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de setembro de 2015
Filme realmente sem igual! Levando em conta a história envolvente, as boas atuações, a direção também foi muito detalhista, isso tudo torna o filme diferente de qualquer outro.
E as histórias, fictícias ou não, dos bastidores do filme... Fazem o filme tornar-se melhor ainda!
Assisti a esse filme cerca de 12 vezes! (Sim, eu gosto mesmo!).
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