Planeta dos Macacos: O Reinado
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4,0
618 notas

157 Críticas do usuário

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ERIKA FBS
ERIKA FBS

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0,5
Enviada em 2 de junho de 2024
Pior filme da história, decepcionada, muitas pessoas saindo da sala de cinema, filme cansativo, chato e sem conexão com a saga.
Cronos C
Cronos C

17 seguidores 182 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de junho de 2024
Realmente, o filme tem muitas falhas e é muito arrastado. A primeira hora do filme é apenas mostrando um pouco da vida de Noa, sem qualquer ligação com os acontecimentos anteriores. A história confunde mais do que ajuda na conexão com os outros filmes. Não explica muitas situações e esquece praticamente de tudo que foi vivido e criado anteriormente. Vale assistir para quem é fã de cinema, mas os fãs da saga dos macacos ficarão decepcionados.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 14 de setembro de 2024
A mais recente adição à franquia Planeta dos Macacos, intitulada O Reinado e lançada em 2024, apresenta-se como uma continuação ambiciosa dos eventos estabelecidos na trilogia anterior. Este quarto filme retoma a narrativa após a libertação dos macacos e a quase extinção da humanidade, momentos que culminaram com a morte de César, líder revolucionário da espécie símia. Séculos após esses eventos, a trama conduz o público a uma sociedade liderada pelos descendentes de César, imbuída de ensinamentos passados, ainda que, ao longo do tempo, distorcidos por diferentes facções.

O protagonista, Noa, é membro do Clã da Águia, um grupo de anciãos que tenta manter viva a sabedoria do antigo líder. Entretanto, a destruição de sua aldeia e a morte de seu pai o forçam a uma jornada de vingança e redenção, onde ele busca resgatar seus amigos e enfrentar Proximus César, um líder autoproclamado que personifica a corrupção dos ensinamentos originais de César. Acompanhado por Raka, um orangotango fiel às verdadeiras ideias de César, e Mae, uma das últimas humanas sobreviventes, Noa representa o conflito central entre diferentes interpretações da liderança de César e a luta pelo poder.

O filme, com 2 horas e 25 minutos, possui uma estrutura longa, mas envolvente, combinando elementos de ação e aventura em um cenário pós-apocalíptico, onde a coexistência entre humanos e macacos é insustentável. A narrativa, embora emocionante, levanta questões fundamentais sobre o futuro da humanidade e a natureza do poder. Contudo, ao passo que o longa-metragem constrói uma atmosfera tensa e repleta de conflitos, é inevitável perceber a formulação um tanto previsível de alguns de seus elementos. O protagonismo de Noa e a jornada heroica que empreende seguem um padrão narrativo comum em filmes de ação, com um vilão que, apesar de marcante, carece de profundidade em sua motivação.

Os aspectos visuais e a construção do universo distópico são, sem dúvida, pontos altos da produção. A direção de arte e os efeitos especiais colaboram para criar um mundo convincente e esteticamente impressionante, destacando-se entre os blockbusters recentes. Ainda assim, a tentativa de abordar temas mais profundos, como a distorção ideológica e a sobrevivência de valores em meio ao caos, parece superficial em determinados momentos. A trama, ao focar-se nas batalhas externas entre os clãs e a tirania de Proximus, poderia ter explorado com mais profundidade os dilemas internos de seus personagens, especialmente Noa, cujos conflitos emocionais mereciam mais atenção.

Por fim, Planeta dos Macacos: O Reinado consegue, em grande parte, manter o padrão de qualidade da franquia e oferece uma experiência cinematográfica satisfatória para os fãs de longa data. No entanto, se este filme pretende ser o início de uma nova trilogia, espera-se que os próximos capítulos se aprofundem nas complexidades morais e filosóficas que a série sempre insinuou, mas que aqui aparecem apenas como pano de fundo para uma história de ação.
Dudu S.
Dudu S.

21 seguidores 71 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de maio de 2024
"Planeta dos Macacos: O Reinado Honra o legado de Caesar e traz novos ares para a franquia. "

Em 2011, a franquia ‘Planeta dos Macacos’ foi revivida e nos presenteou uma trilogia beirando a perfeição, acompanhando a jornada do personagem Caesar. Esses filmes foram um grande sucesso tanto de público como de crítica. Diante disso, decidiram fazer uma continuação que se passa séculos após os eventos do último longa, introduzindo novos personagens, mas honrando o legado deixado por Caesar e as obras anteriores.

Qual a História de Planeta dos Macacos: O Reinado?
Situando-se em um futuro distante após os eventos de Guerra pelo Planeta dos Macacos de 2017. Com muitas sociedades de macacos surgindo, a divisão entre eles é evidente: alguns desconhecem completamente os feitos de Caesar, enquanto outros distorcem seus ensinamentos para construir impérios poderosos. Neste novo mundo, um líder macaco busca escravizar outros grupos para adquirir tecnologia humana, desencadeando uma luta pelo poder e sobrevivência. Enquanto isso, um jovem macaco testemunha a captura de seu clã e inicia uma jornada em busca da liberdade. No entanto, é uma jovem humana que se torna a chave para os destinos entrelaçados dessas diferentes facções. Planeta dos Macacos: O Reinado fala em questões de poder, liberdade e coexistência, enquanto os primatas evoluídos e os humanos lutam para encontrar seu lugar em um mundo pós-apocalíptico onde os segredos do passado podem determinar o futuro de todos.

O filme começa nos apresentando o Clã Águia, de onde o personagem principal faz parte, e nos mostra como é a sociedade dos macacos, suas regras e costumes. Isso é feito de forma muito eficaz, pois nos permite conhecer um pouco sobre esses novos personagens e compreender sua essência. Após a introdução do Clã Águia, vemos que o mundo está dividido entre várias tribos, e uma delas invade o grupo no qual o protagonista faz parte, capturando a família dele. A partir desse ponto, Noa(interpretado por Owen Teague) parte em busca de sua família, dando início à sua jornada.

Durante sua aventura, Noa encontra dois personagens que se tornam seus aliados: Mae (interpretada por Freya Allan) e Raka (interpretado por Peter Macon). Raka é um personagem intrigante, o último macaco da ordem de Caesar, que segue os ideais e dogmas deixados por ele. Raka desempenha um papel fundamental na jornada do protagonista, transmitindo informações sobre Caesar, seu legado e seus ensinamentos. Raka assume um papel de mentor para o personagem principal, sendo um macaco sábio que compartilha seu conhecimento.

Mae também é uma personagem interessante. Conforme a trama avança, exploramos o mundo além do Clã Águia e percebemos que poucos humanos sobreviveram. No entanto, o desenvolvimento da humanidade é limitado no filme, sugerindo que isso pode ser melhor explorado em uma possível continuação. Mae desempenha um papel crucial na narrativa ao ser fundamental para a jornada e amadurecimento de Noa. Ela está sendo caçada pelo clã de Proximus Caesar( interpretado por Kevin Durand), pois é a chave para que ele alcance seus objetivos.

O antagonista do Filme homenageia Caesar, mas distorce seus ensinamentos em busca de poder e dominação, tornando-se assim um vilão tirânico e uma grande ameaça.

O final do longa parece um pouco apressado, deixando algumas questões em aberto e apresentando uma resolução meio rápida.

O arco narrativo de Noa é bem desenvolvido, sua jornada e relacionamento com Mae o levam a amadurecer e aprender muito ao longo do filme. No final, ele está significativamente diferente do que era no início, sugerindo que pode haver uma continuação de sua jornada. Embora Noa seja um bom personagem, ele não alcança o mesmo patamar grandioso que Caesar. Talvez, com as sequências, ele possa se tornar tão impactante quanto o protagonista dos Longas anteriores.

O filme se passa em um futuro distópico, onde um vírus devastou a Terra, resultando na morte da maioria dos humanos. Os cenários são muito bem elaborados e construídos, transmitindo a devastação do planeta e a escassez de vida. Neste vasto universo pós-apocalíptico, há pouca presença de civilizações humanas, sendo os macacos a espécie dominante.

A iluminação é muito bem feita, contribuindo significativamente para a ambientação do filme e proporcionando uma compreensão visual do mundo retratado. Dado que a maioria das cenas ocorre em ambientes externos, é predominante o uso de luz dura. Durante as cenas diurnas, a iluminação natural do sol é aproveitada, enquanto durante as cenas noturnas, o fogo, as fogueiras e as tochas são utilizados, evidenciando a ausência de recursos modernos para os macacos e reforçando sua condição de vida primitiva.

Os enquadramentos são cuidadosamente selecionados, alinhando-se com as necessidades narrativas. Como o cenário desempenha um papel crucial na contextualização do mundo, os planos gerais são frequentemente empregados para transmitir a vastidão e grandiosidade desse ambiente, destacando sua importância. Além disso, nos momentos de movimento, os planos gerais são adotados para mostrar a ação e enfatizar a interação dos personagens com o cenário e demonstrar como eles se inserem nesse contexto. Por outro lado, os planos fechados são reservados para diálogos e para capturar as expressões faciais dos personagens, transmitindo seus sentimentos de maneira eficaz.

Os efeitos especiais são incríveis, levando o espectador a acreditar que os macacos são reais. A criação dos macacos para a tela é extremamente bem-feita, repleta de detalhes. Nos planos fechados, conseguimos ver nitidamente os rostos dos macacos, e é impressionante a atenção aos detalhes, que torna crível a aparência deles, fazendo-nos realmente pensar que estamos vendo um macaco em cena, e não apenas um ator por meio de captura de movimento.

A montagem consegue proporcionar linearidade, além de contribuir para um ritmo adequado. No início, o ritmo pode ser um pouco lento devido à necessidade de apresentar os novos personagens e situar a situação do mundo várias gerações após a morte de Caesar. No entanto, conforme o filme avança, a montagem encontra o ritmo ideal. Os cortes são feitos nos momentos certos, mostrando com clareza os acontecimentos, e geralmente mantendo uma continuidade visual entre eles.

Os efeitos sonoros desempenham um papel importante, pois ajudam a contextualizar o mundo do filme e a criar uma atmosfera imersiva. Dado que o longa se passa em ambientes naturais em vez de grandes cidades, são empregados diversos sons da natureza para estabelecer a ambientação.

A trilha sonora complementa de forma eficaz as imagens na tela, sendo utilizada de maneira inteligente. Em momentos de maior tensão e perigo, uma música tensa é utilizada para intensificar a cena. Em momentos mais emocionais, uma música mais melancólica é empregada. A trilha sonora complementa perfeitamente o que está ocorrendo na tela, estabelecendo uma conexão significativa com a narrativa.

A maioria dos atores está envolvida na captura de movimentos, e suas performances são boas ao nos apresentar os sentimentos, reações e motivações dos macacos. A atriz Freya Allan é uma das poucas que não está envolvida nesse processo. Mesmo assim, ela oferece uma performance sólida, retratando com precisão sua personagem e sua luta pela sobrevivência em um mundo dominado por macacos.

O diretor do filme é Wes Ball, conhecido por sua direção na trilogia Maze Runner, ele se sente bem a vontade em fazer longas do gênero de ficção científica ambientados em futuros distópicos. Sua direção é eficaz, proporcionando uma visão detalhada do mundo várias gerações após a morte de Caesar. Ele consegue manter o que foi estabelecido nos filmes anteriores da franquia, ao mesmo tempo em que introduz elementos novos, resultando em uma obra visualmente impressionante.

Planeta dos Macacos: O Reinado é um filme muito bom, que honra os longas anteriores enquanto introduz elementos novos de forma eficaz. Ele se destaca como um primeiro capítulo de uma nova trilogia, o que parece ser o plano para a franquia.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de outubro de 2024
Segue a mesma pegada do anterior, sendo inferior em roteiro, mas com uma direção de arte muito bonita. Protagonista poderia ser melhor.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de setembro de 2024
Nunca fui um grande fã dessa franquia, porém assisti alguns. É possível nitidamente ver a progressão de qualidade da imagem dos macacos. Para quem conhece pelo menos quem é Cesar dos filmes anteriores, já dá pra ter uma boa noção e assistir esse tranquilamente. Bom filme.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 895 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de outubro de 2024
Matt Reeves passa o bastão da direção dos planeta dos macacos para Wes Ball que tenta, dentro de suas condições, seguir temas e tons que já foram antes definidos nessa nova franquia. Vale lembrar que é o primeiro filma sem o macaco César e com um longo salto temporal de gerações, na qual é possível verificar que a espécie humana está praticamente extinta. O salto temporal deu a possibilidade de todos os macacos conseguirem se comunicar normalmente, enquanto os humanos praticamente perdem o dom da fala. A grande problemática do filme permanece sendo a mesma: a batalha pela civilização ou sobre o que restou dela, e que tipo de sociedade nascerá dela, uma de conciliação ou de violência? O roteiro depara um pouco em ter melhorado o aproveitamento de alguns personagens como o intelectual macaco interpretado por William H. Macy que apareceu apenas para apresentar os princípios de César e dar uma profundida moral no filme. Por fim, o reinado não parecer ser um derivação ou repetição dos filmes antecessores dessa franquia e sim um passo adiante para novos filmes.
NerdCall
NerdCall

60 seguidores 485 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de maio de 2024
O filme claramente foi concebido como o início de uma trilogia, o que justifica o ritmo mais pausado, necessário para a introdução de personagens e a resolução de questões pendentes do filme anterior.

No entanto, esse aspecto não compromete a presença de excelentes cenas de ação, classificando-o como um dos melhores da franquia nesse aspecto. Os efeitos visuais também se destacam, mantendo a qualidade observada na trilogia anterior, de forma impressionante.

Embora "Planeta dos Macacos" não se posicione como o ápice da franquia, também não figura como o pior filme. Ele desempenha bem sua função de iniciar uma trilogia promissora, especialmente sob a direção de Wes Ball.
MAGRAOBL
MAGRAOBL

29 seguidores 402 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de agosto de 2024
[27/08/2024 Disney Plus]

Gostei do filme e manteve a mesma entrega dos dois primeiros onde somente o terceiro filme foi o mais fraco.
O gancho no final (se não for ter mais filmes) deixou subentendido a ligação com o Planeta dos Macacos original...
Igor C.
Igor C.

17 seguidores 442 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de janeiro de 2025
O filme impressiona com seu visual deslumbrante, cheio de cenários e efeitos que realmente capturam a atenção. No entanto, a história deixa a desejar. Apesar de um começo promissor, o roteiro se perde ao longo do caminho, com partes desconexas que acabam comprometendo a narrativa.

É um daqueles filmes que, apesar de serem agradáveis de assistir, não deixam um impacto significativo. Ele entrega momentos de entretenimento, mas falta profundidade e coesão para torná-lo memorável. Um filme visualmente incrível, mas que, no fim das contas, não consegue ir além de sua beleza estética.
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