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Phellype Morissette
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480 críticas
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4,5
Enviada em 19 de maio de 2020
Que filme Top! Para os românticos de plantão... Como as produções nacionais estão cada vez mais, melhores e sensacionais! Elenco maravilhoso, com participações memoráveis como o "beiçola" de "A Grande Família", e essa trilha sonora by DJ Alok? Digna de uma produção de Hollywood! O Roteiro é bem a cara dos filmes "Estadunidense" mas está bem desenvolvido e autêntico brasileiro! As cenas externas são belíssimas, e mostra Trancoso com belas paisagens, e não foca no Rio de Janeiro, como palco da atração principal! É uma excelente comédia romântica, divertida e empolgante... Parabéns ao cinema nacional, é um filme com a cara de cinema, eu pagaria um ingresso com maior honra.
É um filme muito bom de assistir, pra quem gosta de filme comédia romântica, vc tem obrigação de assistir. Na minha opinião é um dos melhores filmes brasileiros dos últimos tempos. Me segue no Adorocinema para não perder nenhuma crítica minha.
Filme bacana! Fala da conexão que fazemos pela vida e da desigualdade e dos previlegios de quem tem não percebe ou não se importa. Fotografia linda do Rio de janeiro, aprovado!
Apesar de ser uma comédia romântica com uma trama um tanto boba, Ricos de Amor, filme dirigido e co-escrito por Bruno Garotti, faz uma discussão muito interessante a respeito de um tema que entrou em moda nos últimos anos: a meritocracia. No filme, acompanhamos a história de Teto (Danilo Mesquita), que, aos 20 anos, é herdeiro de uma bem-sucedida fábrica de extrato de tomate, e que está sendo preparado pelo pai (Ernani Moraes) para a sucessão nos negócios da família.
A questão é que Teto não quer ver o seu caminho profissional ser determinado pelo fato dele ser filho de quem é. Ele deseja ser valorizado ou reconhecido pelos seus talentos e pelas suas capacidades profissionais. Por isso, quando ele se candidata a uma das vagas de executivo junior da empresa do pai, ele assume uma identidade diferente, a do amigo Igor (Jaffar Bambirra), o qual, por sua vez, se apresenta a todos, no decorrer do mesmo processo, como Teto.
A brincadeira entre Teto e Igor, ao mesmo tempo, é um reflexo da personalidade do herdeiro. Teto é imaturo, só quer saber de festas, diversão e mulheres. A proposta que ele faz a Igor envolve justamente algo que o amigo o fala: o de que, para Teto, é fácil conseguir as coisas, por ele ser quem é. Por isso mesmo, o que acompanhamos em Ricos de Amor acaba sendo a tentativa de Teto de conseguir conquistas pessoais pelo seu próprio mérito, e isso envolve também o seu relacionamento com a estudante de medicina Paula (Giovanna Lancellotti).
Como disse no início dessa resenha crítica, Ricos de Amor é um daqueles filmes que você assiste de uma maneira descompromissada, por ele ser muito leve. Entretanto, a obra tem um carisma bem peculiar. Acompanhar a transformação de Teto, mesmo pelos caminhos bastante previsíveis que o roteiro segue, é uma experiência bem legal. Quando o filme termina, tem-se a certeza de que, agora, Teto sabe quem ele é de verdade, quais são as suas aspirações e aquilo que o faz feliz.
Teve nota baixa do site, mas se fosse filme do Paulo Gustavo teria nota boa. O filme entrega o que se propõe, comédia romântica ao estilo Adan Sandler, divertida, leve e ótima para quem gosta do gênero.
O filme e bom não sei porque uma nota tão baixa pode ser porque e brasileiro .já vi muito filme americano bem pio com nota bem melhor o filme tira bastante risadas
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