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Andrei Andrade
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59 críticas
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1,0
Enviada em 12 de abril de 2022
Cara, pensa em um filme tosco, agora multiplica por 5: BINGO!!! aqui está esse Águas Profundas... A esposa é uma vagabunda pervertida que chega a dar raiva, vivida pela belíssima Ana de Armas (aliás essa uma estrela é graças a beleza dela, senão seria 0 estrelas). O marido (Afleck) é um corno conivente que chega a dar ódio do cara, sério, fiquei com vergonha alheia do cara por ter aceitado esse papel. E só, o filme fica nesse lenga lenga que você já saca no começo #spoiler que o marido vai dando cabo em todos os amantes da mulher, que por sinal é um amante atrás do outro, vagaba profissa a danadinha. Soma-se isso a um final idiota (não sei o que o outro cara estava fazendo no meio do nada) e voilá!!! temos um dos piores filmes do ano!!! Na moral, 2 horas perdidas da minha vida.
Esse entra para a minha lista dos piores filmes que já assisti. Não tecnicamente, porque os atores são muitos bons, atuações muito convincentes. Mas o roteiro e a estória são horríveis, basicamente o enredo é: o cara é corno manso, de um que nível que a mulher traz os caras para jantarem com eles e daí ele decide ir matando um a um dos amantes dela e pronto, só isso, você acha que vai ter alguma coisa além disso, mas não, é só essa droga mesmo. Não sei como o Ben Affleck, um ator renomado, aceitou fazer um filme merda desses.
Confesso que assisti sem grandes expectativas. E para minha surpresa... O filme é horrível. Mais uma vez a impunidade impera. O sentimento que tenho quanto ao filme é de decepção!
Existem filmes em que a gente se esforça para encontrar alguns elementos que nos fazem entrar de cabeça em suas histórias. E existem filmes como “Águas Profundas”, do diretor Adrian Lyne, que tem uma trama tão complicada e que nos causa tanta falta de empatia, que fica difícil tentar enxergar algo de positivo nele.
O roteiro, que é baseado no livro “Em Águas Profundas”, de Patricia Highsmith, é um suspense centrado no casal Vic (Ben Affleck) e Melinda (Ana de Armas), que preferem sustentar um casamento infeliz do que tomar a decisão de cada um seguir seu próprio caminho.
No código de ética que eles adotaram no relacionamento deles, Melinda tem a autorização para se envolver com quantos homens ela desejar. O desconforto de Vic com esse conceito de casamento aberto está claro e o grande conflito por trás de “Águas Profundas” é o destino comum que todos os amantes de Melinda possuem e qual seria o papel de Vic nessas fatalidades.
“Águas Profundas” é uma representação perfeita sobre o caráter doentio que envolve alguns relacionamentos, sobre a falta de responsabilidade afetiva que algumas pessoas demonstram possuir e, principalmente, sobre o egoísmo que envolve alguns adultos. No caso particular de Vic e Melinda, as situações ganham um contorno ainda mais sério, pois os atos e escolhas deles influenciam diretamente na criação e na formação do caráter da filha dos dois, Trixie (Grace Jenkins). Vendo os atos de Trixie, também percebemos o quanto ela é afetada por essa verdadeira bagunça emocional na qual seus pais se encontram.
Como a produtora teve coragem de ler o roteiro desse filme e achar que era uma boa ideia produzi-lo? Tirando a atuação perfeita dos dois atores principais e apenas isso, mas nada nesse filme presta. A história é chata e não empolga em nada, não cria tensão, não cria suspense. O final do filme é previsível e extremamente preguiçoso. Conclusao: Se você tiver tempo pra perder, perca vendo qualquer outra coisa menos pior que esse filme.
Filme com roteiro pobre, muitas cenas sem lógica, diálogos superficiais... Apenas conta a história de uma mulher casada que dá pra todo mundo e o Ben Affleck fazendo o papel de corno manso e assumido. Filme péssimo...
Nota dó o Ben Affleck fazendo a mesma atuação que ele faz a uns 30 anos com aquela cara de nada dele, filme horrível a personagem da Ana de Armas amoral e o personagem do Afdleck um bocó criei varias teorias mas esquece é só ruim
Achei a história sem pé e sem cabeça. No início achei que ele era broxa, aceitava ser corno e era inocente, mas ao longo da trama vemos que não e que eles são apaixonados. Será que de certa forma copiaram Instinto Selvagem? Só que ao invés dela matar, o marido quem mata,? Pois no final do filme ela parece aceitar os fatos, talvez seja por medo, já que está cercada de psicopatas (filha e pai).
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