Não Se Preocupe, Querida
Média
3,5
301 notas

46 Críticas do usuário

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Tiago A.
Tiago A.

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4,0
Enviada em 3 de outubro de 2022
Filme muito interessante. O que é vencer na vida para você? Qual o nosso papel na sociedade? Que sociedade? Ser feliz é ter status? Ou viver a vida de forma "normal"? Todos que assistirem este filme lembrem-se que as redes sociais tem uma tendência que sejamos padronizados, você está seguindo os passos certinhos?
FERNANDA LAIANE
FERNANDA LAIANE

9 seguidores 117 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de novembro de 2022
Que filme doido, do início para o meio da história, não estava entendo nada, mas eu adorei, o plot do final é tudo.
Acredito que não merece o hate que tem.
MichaellMachado
MichaellMachado

1.122 seguidores 538 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de novembro de 2022
"Interessante! Um suspense psicológico que faz você querer assistir até o final. se perguntando até aonde isso irá parar? ou como será o desfecho.

Claro que a gente sempre espera mais, porém os elementos aqui, combinam de uma forma homogênea e que no final, você não sente que desperdiçou seu tempo".
Mariano Soltys
Mariano Soltys

2 seguidores 35 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de fevereiro de 2024
Filme “Não se Preocupe, Querida” e a vida cibernética


Um filósofo atual que trata do tema da cibernética é Pierre Levy, sendo que ainda outros observam o momento atual com desconfiança, como Zizec, Bauman e outros. O filme “Não se preocupe, querida” está em um nível de Matrix, Show de Truman, Blade Runner e outros, mostrando mulheres em uma vida dos anos 40, para servir maridos e ficarem presas a um serviço e operação secreta militar no deserto. Os maridos saem para trabalhar, as mulheres cuidam dos filhos, da casa e do almoço: por si só isso já seria uma distopia patriarcal. Mas o foco do filme é spoiler:
um simulacro da realidade, parecendo à cidade onde moram aquelas de testes nucleares americanos.

“Não se preocupe, querida” tem um primeiro choque quando a protagonista Alice, spoiler:
vê imagens estranhas, bem como começa a questionar após ver uma queda de avião do céu, além de uma amiga e vizinha ter se suicidado, ou ferido a si mesma, em crise existencial. A realidade por ser um choque, entre o real e o imaginário, entre o real e o virtual. Vivemos em gaiolas mentais fabricadas pela família, pela cultura, pela religião e tudo mais. As mulheres parecem terem sido as maiores vítimas dessas manipulações comportamentais. O corpo se torna o escravo, seja dos maridos, seja dos pais ou da religião e sociedade. Nos anos 50 havia uma grande libertação das mulheres, seja pela pílula, seja por começarem a trabalhar fora. Parece o filme mostrar uma vida ou sonho americano perfeitos nessa dinâmica, misturado a um serviço militar secreto e um período de pós Segunda Guerra. Acaba no tema feminista, que parece transparecer na mulher que desafia o marido, que não quer ser escrava no amor e casamento. O livro “She: a chave da psicologia feminina” mostra esse universo feminino voltado para o amor e o casamento, como espécie de iniciação a vida plena. Desconstruir o que a mulher era obrigada a fazer era necessário para reconstruir a mulher na sua essência.

Mas a temática do filme começa a se desvelar quando mostra o casal no mundo real, ou a médica ao tratar Alice. Ela é médica dela mesma. O mudo que ela vivia era cibernético e virtual, um simulacro de uma vida noutro tempo, no passado onde a mulher não questionava, não pensava, não estudava, não trabalhava. Alice assim descobre de onde vêm as imagens que aparecem nas suas lembranças, quando no mundo perfeito. Também o filme é curioso pelo que não diz, abrindo a possibilidades que podem ser explicadas em outro filme, como já fez um Cubo, por exemplo. Muitas vezes vivemos algo semelhante em nossos celulares, em mundo cibernético e “perfeito” que nos coloca na morte ou em coma, para a vida realmente real, dos sentidos, de pessoas próximas, amigos legítimos e um amor de real entrega. Talvez sejamos cobaias de um sistema planejado, para nos manipular, como a Alice no filme, que descobre um pouco tarde, mas que coloca em caos toda a jogada do governo e poder militar. Esse é o papel de uma disposição filosófica, é desvendar esse mundo de ilusão e manipulação. A vida cibernética nos mescla com as máquinas e nos torna obsoletos, mas ao mesmo nos desperta para desafiar esse sistema comportamental e figurativo.

Mariano Soltys, filósofo e advogado, autor de livro Séries e Filosofia
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.170 seguidores 969 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de outubro de 2022
Um bom roteiro, não é inovador, mas é muito bom. As interpretações são ótimas e o suspense se mantém no mistério todo o tempo. Poderia ser um pouco mais conclusivo, mas compreendo o clima final.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de agosto de 2023
Eu achei um filmaço! O início é um pouco lento e confuso, mas no desenrolar da história prende bastante com um mistério muito interessante de acompanhar. O terceiro ato dar uma acelerada e empolga muito, além de ter um final bastante satisfatório. Adorei!
Danielle Sharon
Danielle Sharon

14 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de maio de 2023
Gostei do filme até quase o final.. Na minha opinião faltou aprofundamento das "descobertas" da Alice e faltou também uma explicação para o final e sobre o que tinha atrás da porta de espelho.
Miguel Augusto
Miguel Augusto

6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de dezembro de 2022
Não achei o filme ruim, mas sou suspeito a falar pois gosto muito dessa vibe sci-fi com vintage hahaha é um filme bacana, uma batida de outros clássicos como The Stepford Wives (1975) ou Esposas em Conflito, em português. A atuação do Harry é realmente algo duvidoso, mas não achei que tenha interferido. No mais, é um filme que vale a pena assistir.
Sidney Silva
Sidney Silva

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de junho de 2023
"Don't Worry, Darling" é um ótimo filme de suspense e de drama que mergulha o espectador em um universo intrigante e repleto de mistérios. Dirigido com maestria por uma das cineastas mais talentosas da atualidade na minha opinião, que pessoalmente, não havia assistido nenhum filme sob sua direção, esse foi o primeiro. O filme apresenta uma narrativa envolvente e performances excepcionais que prendem a atenção do público do início ao fim.

A trama se desenrola em uma comunidade aparentemente perfeita dos anos 1950, onde a protagonista, interpretada de forma magnífica pela talentosa atriz Florence Pugh, mergulha em uma rede de segredos e mentiras. A diretora habilmente constrói uma atmosfera de tensão crescente, deixando o espectador ansioso por descobrir a verdade por trás dos eventos inexplicáveis que ocorrem na cidade.

Além da trama intrigante, "Don't Worry, Darling" se destaca pela direção de arte meticulosa e pela recriação detalhada da época. Cada cenário, figurino e elemento de produção são cuidadosamente elaborados para transmitir a atmosfera da década de 1950, transportando o público para aquele período histórico de forma autêntica e imersiva.

O elenco brilha em cada cena, com atuações notáveis ​​que dão vida aos personagens complexos e multifacetados. A química entre os atores é palpável, adicionando camadas de profundidade aos relacionamentos retratados no filme. A protagonista feminina, em particular, se destaca ao retratar uma personagem forte, vulnerável e determinada, que luta para desvendar os segredos ocultos da cidade.

Além da trama envolvente e das performances excepcionais, a cinematografia de "Don't Worry, Darling" é deslumbrante. O diretor de fotografia utiliza uma paleta de cores rica e contrastante, ressaltando as emoções e os momentos-chave da história. A combinação entre enquadramentos criativos e movimentos de câmera habilmente executados adiciona um elemento visualmente arrebatador ao filme.

Em resumo, "Don't Worry, Darling" é um achado muito bom no mundo cinematográfico que mescla suspense, drama e uma narrativa intrigante de forma brilhante. Com uma direção habilidosa, performances excepcionais e uma estética visual deslumbrante, o filme mantém o espectador envolvido e cativado do início ao fim. É uma experiência cinematográfica que não deve ser perdida pelos amantes de um bom suspense e de narrativas complexas.
Marcos Gabriel B.
Marcos Gabriel B.

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de agosto de 2023
É um dos poucos casos em que a crítica da imprensa é ruim, mas o filme é excelente. Filme 7/10, irá te entreter, te gerar suspense e nervoso. É um filme com ritmo lento, estranho mas que passa muito rápido e você nem percebe. Filme diferente, mas bom. Atuação do harry me surpreendeu, fui ver com um certo preconceito, porém o cara deu conta do papel
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