Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Diogo Codiceira
24 seguidores
880 críticas
Seguir usuário
2,5
Enviada em 10 de novembro de 2024
Podemos dizer que apesar do bom elenco e da boa atuações de Florence Pugh (protagonista), que conseguem desenvolver e entregar bons dialogos e da ótima fotografia, o filme acaba se perdendo em uma discussão rasa e sem necessariamente conseguir o que quer mostrar. O roteiro de Katie Silberman sugere reviravoltas e mistérios aparentemente não 100% explicado e uma relação de insegurança no que acreditar (no que está no olhos da protagonista ou nos seus lapsos de consciência). O que talvez esperássemos da trama era uma construção gradual de despertar da protagonista à realidade. No mais, a história é ambienta da década de 1950, na qual um pequena comunidade de trabalhadores em diversas áreas estão desenvolvendo um projeto secreto (projeto Vitória). Cada um desses trabalhadores tem uma vida aparentemente perfeita com suas casas e esposas, na qual todos os dias parecem ser cenas repetidas. A problemática do filme começa quando a protagonista (casada com um engenheiro) começa a ter lapsos e visões e começa a questionar tudo ao seu redor. No mais, Harry Styles (Jack) marido da protagonista parece que só foi colocado no filme pelo seu charme, pois fica muito evidente o abismo de atuações entre ele e Pugh no terceiro ato. Por fim, o filme no deixa até sem saber se temos ou não esperança após o seu termino.
Com toda Simbologia,Frases e Segredos o público fica preso ,atento e até levanta teorias.Mas respostas estranhas e mais perguntas vão dividir esse mesmo público no final.
O filme retrata a vida perfeita, segundo toda tecnologia e estética dos anos 50, onde as mulheres são femininas e os homens provedores. Os casais são pacatos e tem contentamento na maior parte das cenas, os homens são recrutados para participarem do projeto criado pelo Frank, ele é o chefe, modelo e Coaching de todos os seus operadores, as mulheres são instruídas a apoiarem seus maridos na importante missão designada a eles. O filme pode ser encarado como crítica a vida comum dos anos 50, onde o marida trabalha e a mulher cuida do lar e dos filhos, na história embora as mulheres se mostrem felizes e os maridos satisfeitos e empolgados com a importância do trabalho, às vezes sinto que o filme quer mostrar que aquela vida é fútil e vazia, tanto que a personagem Alice vivia uma vida extremamente cansativa com o trabalho, praticamente era o homem do lar e mesmo assim queria sua vida como antes e briga com o Marido por causa disto e talvez esta critica seja fruto do meu cansaço a estar sendo sempre vendido para as mulheres a ideia de que elas se bastam e de que elas podem e devem ser o homem de seus lares. Isso funciona? Pois vemos uma mulher extremamente cansada, onde o casal nem mesmo consegue ter relações sexuais, esta é a vida perfeita em contrate com a outra que a personagem vive? É claro que neste caso devemos considerar que a atriz quer escapar da cabeça doentia de Frank. Além disso, o filme não explora seus pontos fortes da história, fico o tempo todo com a impressão de que estão lançando várias teorias e faces da história sem se aprofundar em nada, seria melhor se fosse mais rápido, com tempo de desenvolver mais os personagens e o passado, mais do que aconteceu antes da criação da comunidade ou o motivo pela qual ela foi criada e eu também gostaria de conhecer a história do casal Frank e Shelly. Então o filme é ótimo se você quer apenas assistir algo com a fotografia bonita, apenas.
O filme conta até o meio do filme com um roteiro legal, depois se perde e o final já é meio que “esperado” , achei estranho, não indicaria pra ninguém.
O filme mergulhou muito nas polêmicas ao redor dele, e esqueceu de entregar roteiro, por que tinha tudo, cenário, atores, algumas exceções logicamente e a temática se bem desenvolvida tinha um potencial gigantesco, basicamente a florence pugh carregou o filme nas costas.
pegaram várias ideias boas, jogaram tudo no liquidificador e saiu uma coisa bem sem sabor, porém tragável. Pontos positivos: Atuação da Florence Pughee e fotografia.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade