A Escolhida
Média
3,4
44 notas

8 Críticas do usuário

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Nelson J
Nelson J

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3,5
Enviada em 22 de agosto de 2021
filme interessante e intrigante pelo lapso de tempo e protagonista. Na parte final um celular dá a dica do que acontece,
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de novembro de 2020
Veronica Henley, uma escritora bem-sucedida, se vê presa em uma realidade horrível que a força a confrontar o passado, o presente e o futuro antes que seja tarde demais.

o filme que me surpreendeu muito, uma história muito boa mesmo. ainda mais por se tratar de um assunto sempre atual que é o racismo, eu não sei mais eu tenho simplesmente nojo de pessoas desse tipo, que podem tratar outra pessoa com tanto desprezo simplesmente pela sua cor ou crença, só espero que um dia isso pudesse acabar isso de vez
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de outubro de 2021
Filme que me deixou com muita raiva. Perturbador, forte, pesado. Uma escritora que defende as causas negras é sequestrada e se vê em uma realidade terrível. Nos faz refletir sobre como ainda existem racistas e como a sociedade ainda tem ideias ultrapassadas. Filme bom, Janelle Monae está ótima. Me deixou nervoso, mas gostei bastante.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 897 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2026
A escolhida é um filme de terror e suspense que contou com a direção e roteiro de Gerard Bush e Christopher Renz. Na trama, acompanhamos Verônica (Janelle Monáe), uma escritora bem-sucedida, que realiza palestras sobre temas relacionados ao feminismo negro. Porém, Verônica se vê presa entre o seu passado e presente e deve tentar supera-los. A narrativa trabalha com 2 linhas temporais distintas, mas centrada no protagonismo de Monáe. Uma na época da escravatura, no que seria o final da Guerra Civil Americana e outra nos tempos atuais. A primeira narrativa é do passado, onde a direção consegue construir tudo muito bem. Praticamente é gasto quase a metade do filme nessa linha temporal. A segunda narrativa, é contemporânea e mostra as relações da protagonista com a sua família, amigas e o racismo velado em várias situações rotineiras. Por fim, tempos uma volta ao passado novamente, mas com elementos contemporâneos (como o celular). A principio ficamos sem entender, mas que logo tudo é revelado de forma muito rápida e simples. Mesmo sem saber do que se trata, a narrativa segue uma coerência muito boa e uma crescente no terror, que nos deixa instigados a saber o que está acontecendo e em seu desfecho. Talvez o filme precisasse de mais tempo após todas as revelações. Iria enriquecer mais o terror da trama. O filme entra na seara dos filmes de terror de cunho social que foram fortes entre o final da década de 2010 e começo de 2020.
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