Matt Damon, a excelente atriz mirim Lilou Siauvaud e a corretíssima Camille Cottin, conseguem salvar esse drama meio insoso. O filme começa e termina da mesma forma: sem sentido, sem profundidade e sem graça. O desfecho é no mínimo mal explicado, até porque o primeiro terço deixa a impressão de uma bom desenvolvimento. Frustrante. Leva duas estrêlas.
É um longo filme que no começo apresenta a proposta de um pai em busca de inocentar a filha presa em um país estrangeiro. Em um momento de alta tensão (perto de uma pista importante) a trama muda seus olhares para o relacionamento dele com a vizinha e a filha dela que decidiu ajudá-lo desde o começo. Por um momento o desejo de justiça se esfria e através de outra quebra abrupta de sentimentos a tensão volta novamente e então o filme já tá acabando sem desenvolver melhor os personagens, com um fim pouco agradável, já que é mais de 2 (duas) horas de história e, pessoalmente, esperava mais pois o trailer que vi no começo foi bem chamativo, divergentemente do que foi filme no total.
Filme comovente e brutal sobre as dificuldades da interação entre pessoas. Provar a inocência da filha presa ou abraçar o destino. Roteiro e atores brilhantes e final bruto e árido.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade