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Thopson Cardinot
1 crítica
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5,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2025
Excelente filme. Peguei para assitir, inicialmente pelos atores, e quando logo no início já tem aquela balburdia, certeza de que iria ser um filme que me prederia a atenção.
Do estrelato à tragedia, faz um retrato dos bastidores de uma Hollywood caótica, marcada por festas extravagantes, drogas e decadência. filme possui um ritmo frenético, uma ótima trilha sonora e atuações marcantes
A obra nos dá uma visão divertida da produção de filmes na maior indústria do cinema mundial. É interessante a maneira como aborda o cotidiano dos artistas e dos produtores. E a abordagem é bem "desavergonhada", pois não teme expor a libertinagem sexual e o consumo de drogas na Hollywood dos anos 1920.
A chegada do áudio no até então cinema mudo e o impacto na produção e na atuação de diretores e atores mereceu um bom destaque. Confesso que me fez refletir.
3 horas é um exagero. Muitas cenas deveriam ter sido cortadas, já que não acrescentaram nada e só "encheram linguiça".
O filme mostrar todo o escárnio e luxúria de Hollywood, festas, bebidas e drogas. Manuel, Neil Laroy e Jack Darner são os motos do filme, o caminho dos três estão sempre se cruzando e passando por varias confusões, vale salientar a atuação de Brat Pit. A direção e trilha são um chamer a parte, o diretor que já esqueci o nome, foi o mais jovem a receber um Oscar. O filme tem momentos que poderiam ser mais encurtados pois não justificou as três horas de duração. Mesmo com esse pontoa positivos, na minha visão, não traz nada de muito novo e inovador, o tema de criticar o lado ruim de Hollywood porém também homenagear o seu começo marcante, não é tão novo assim. O filme ficou um pouco aquém em certos personagens como Palmer e a diretora. Por fim, a mensagem do meio do filme que Hollywood sofrerá mudança em seus atores porém será sempre atemporal o filme, alguém do futuro poderá assistir, sendo uma boa virada de chave no roteiro. Nota: 7
Damien Chazelle dirige Brad Pitt e Margot Robbie num filme cheio de potencial, mas que falta a energia necessária para transformar potencial em qualidade, ressalvas para o bom elenco que esteve bem, principalmente Margot e Pitt.
O filme começa e já é possível saber que será uma loucura total. As atuações do Brad Pitt e, principalmente, da Margot Robbie salvam o filme de não ser um fiasco total! Não recomendo.
Musicalmente é excelente, lembra La La Land em muitos aspectos. O filme é a típica homenagem a Hollywood (com todos exageros de uma comédia) e eu vou admitir que gosto disso. Essa abordagem do cinema me deixa sentimental. Eu gostei do filme. Apesar de ser delirante demais, o que pode levar muita gente a ver como "o filme se perdeu no meio da história", eu dei algumas boas risadas, gostei dos personagens. Teria potencial pra mais sim. Parece que em algum ponto não consegue entregar o que queria e não conseguiu manter o mesmo ritmo - não o ritmo caótico no qual apresenta suas bizarrices e também suas maiores piadas(afinal ninguém aguentaria 3 horas de puro caos), mas o ritmo de qualidade, de manter a pessoa interessada o tempo todo no filme. O discurso de Jean Smart para Brad Pitt foi uma das coisas mais brilhantes que vi recentemente na história do cinema: "uma criança que nascer daqui 50 anos vai ver você em uma tela e vai sentir que te conhece, como um amigo". Entre momentos bizarros e momentos mágicos como esse, o filme se mantém.
Sou contra essa ideia de “filmes para poucas pessoas” ou “filmes para quem curte cinema”. Mas, no caso de Babilônia, é exatamente isso que acontece.
O filme é fantástico e nos apresenta a um tipo de cinema que talvez nunca tivéssemos contato, se não fosse por ele. Através da trama, acompanhamos a evolução do cinema, desde o mudo e preto e branco até o falado e colorido. As transformações da indústria cinematográfica são retratadas de forma detalhada, mostrando suas consequências e nuances.
As atuações são, em sua maioria, excelentes, com destaque para Margot Robbie e Diego Calva, que entregam performances memoráveis. A fotografia é impecável, e a trilha sonora sublime.
Confesso que as três horas de filme foram um verdadeiro deleite para mim. Na verdade, ele precisava desse tempo para contar sua história. Eu até gostaria que tivesse durado mais, de tão bom e nostálgico que é.
E a sequência final? Magnífica. Um desfecho mágico que ficará na memória por muito tempo. Não entendo esse filme não ter sido um sucesso e marcado seu nome na história. Talvez esse sucesso venha daqui algumas décadas.
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