Tempo
Média
2,8
405 notas

94 Críticas do usuário

5
15 críticas
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9 críticas
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14 críticas
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Antowan
Antowan

17 seguidores 184 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2023
Filme surpreende, faz quem gosta de cinema se prender a tela sem querer perder nem um minuto, diferente, inovador, faz você viajar em imaginar que um lugar desse possa existir,,, será ???
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.170 seguidores 969 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de setembro de 2021
O enredo é excelente. Totalmente original, ficamos cativados em cada cena querendo entender o mistério que vai se apresentando de forma direta e sem rodeios. Em meio a tantas histórias repetidas, essa nos mostra que ainda podemos esperar novidades da sétima arte. A direção faz um ótimo trabalho desenvolvendo a história sem atropelar e enrolar.
Pedro Rc Hobby
Pedro Rc Hobby

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de agosto de 2021
O filme é uma obra de arte... Curti demaisss
Estava ansioso pela estreia, e nao me decepcionou nem um pouco!
Billy Joy
Billy Joy

4 seguidores 51 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de outubro de 2021
Quase um bottle movie pela sua ambientação restrita. Contudo, diferente do costumeiro em situações limitadoras como esta, o filme não se dedica a diálogos elaborados. O roteiro, na verdade, parece até simplório no sentido de texto e dramaturgia. Com isso, Shyamalan se dedica a uma mise-en-scène que assume, desde cedo, uma ingenuidade que faz muito bem ao filme.

Ao negar o distanciamento de sua narrativa, e inserir o espectador de modo incômodo dentro de situações pouco claras, o diretor demonstra seu apreço pela experiência sensorial de seu filme, em detrimento de uma trama com localizações, causas e consequências mais evidentes. Seus personagens até verbalizam muito essa busca por uma racionalização do que acontece em tela, mas isso acaba sendo muito bem sufocado pela repercussão imediata de acontecimentos extremos.

A decupagem do filme é essencialmente desenvolvida através dos planos fechados e angulações contraintuitivas, no sentido de que alguns enquadramentos até parecem errados se levarmos em consideração um formalismo mais clássico. Pelo modo como sua decupagem foge do esperado, o Shyamalan consegue articular formalmente a perturbação por conta das situações confusas. Sentimo-nos incomodados não só pela tensão do absurdo, mas também por como essa planificação não parece seguir preceitos claros.

O poder da sugestão torna-se muito forte aqui, especialmente no encadeamento entre voz extracampo e enquadramento que revela pouco. A sequência de mudança das crianças é a mais forte nesse sentido, pois consegue uma suspensão do choque, um adiamento da revelação perturbadora, através de planos-detalhe, angulações furtivas e movimentações fora de foco que ampliam gradualmente as sugestões advindas do som.

Mas essa deslocalização perturbadora não perde de vista a premissa que impulsiona o filme: a fugacidade do tempo num cenário que por si só já levanta reflexões. O filme consegue alternar muito bem momentos contemplativos, espécies de aceitação do absurdo, com alterações bruscas de ritmo devido a situações repentinas. Seus movimentos rápidos de câmera, ao mesmo tempo que concretizam a simultaneidade das ações e reconfiguram o foco do espectador, ampliam o sentimento de fugacidade de um tempo que escorre como areia entre os dedos dos personagens.

Acaba sendo curioso como a trama aborda essa questão de cobaia humana, de personagens que estão sendo observados à distância (pelo próprio diretor), mas formalmente ele não busca distanciamento algum. É nesse sentido que retomo o que sugeri sobre uma ingenuidade de Shyamalan, o que na verdade é uma característica bastante comum da filmografia do diretor. Shyamalan recusa frontalmente o olhar distanciado do cientista. Ao invés disso, seus filmes são a entrega total, quase religiosa, à vivência humana com o fantasioso/sobrenatural. Toda a discussão moral que potencialmente surge desse experimento no qual os personagens são inseridos torna-se menos relevante em face à proximidade cênica que o filme adota. Nossa experiência quanto espectador acaba sendo a mesma dos personagens, olhando para pontos brilhantes na colina distante à praia.
Fabio Souza
Fabio Souza

1 seguidor 26 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de janeiro de 2024
Muito bom filme, vale a pena. Não é um blockbuster, não espere algo como franquias enlatadas. O enredo é interessantíssimo, o desenrolar tem a velocidade correta, o tempo de filme é adequado e consegue manter algum suspense até o final. Possui algumas falhas sim, mas blockbusters de sucesso tem várias falhas e mesmo assim a galera consome. Entrega um final decente, com plot twist satisfatório. Recomendo!
Sérgio cabrallis
Sérgio cabrallis

27 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de dezembro de 2023
Como terror psicológico, vale as transformações e maquiagem de Tempo. Faltou buscar saida da praia,ir além dos corais, só no final. Lembro de diretores Carlos Saura,Roman Polanski,Ingmar Bergman, Alfred Hitchcock,mestres do suspense. Nota 8,5. Valeu ter um final sem termos de imaginar. Alguns filmes irritam ,inacabados e termos de deduzir pelo autor,final.
Michel Lucas
Michel Lucas

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de novembro de 2022
O filme é muito bom, tem um enredo interessante e que segura a nossa atenção até agora final. Um filme simples e bem feito.
Vera Milos
Vera Milos

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de junho de 2025
A ideia só filme é muito boa. No desenrolar da história, alguns acontecimentos são forçados, mas o que está por trás de tudo "justifica". Agora, o envelhecimento dos personagens é muito legal. Conseguem envelhecer, em especial as crianças, mostrando adultos que são realmente a cara das crianças
Assuero Breckinridge
Assuero Breckinridge

1 seguidor 36 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de maio de 2026
Há poucas coisas tão dramáticas quanto o envelhecimento. Tempo é um filme de terror realmente trágico sobre um conjunto de pessoas que é submetido a um experimento macabro ilegal numa praia paradisíaca peculiar. Shyamalan dirige o filme de um modo esplêndido como um diretor experiente que é. O resultado: um filme intenso e impactante abordando o envelhecimento acelerado dos personagens e como eles reagem e se comportam frente a esse fenômeno inesperado. O experimento é conduzido por uma equipe de cientistas de uma renomada empresa farmacêutica que decide testar seus medicamentos na praia usando as pessoas como cobaias involuntárias. É como se o Shyamalan estivesse dizendo: nenhum experimento científico revolucionário é justificável quando as pessoas são prejudicadas, quando sua saúde é posta em risco. Tempo aponta claramente para um limite ético nos experimentos científicos, um limite que deve ser respeitado em qualquer circunstância, até mesmo quando o progresso é alardeado como objetivo do experimento. Em Tempo, o progresso não é relevante e os coordenadores da empresa farmacêutica só pensam em seus próprios lucros em detrimento da integridade física das cobaias. Por mais que digam que a vontade da natureza deve ser feita, são apenas empresários gananciosos. E é aqui que reside a beleza de Tempo, sua profundidade, sua força narrativa. Nenhum progresso é válido ou aceitável quando não há ética e nem controle. Por esta razão, Tempo ecoa como um filme extraordinário, nos inspirando e nos mostrando o que está além de um modo bem incomum. Altamente recomendado!
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