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Dagmar G.
1 crítica
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5,0
Enviada em 9 de dezembro de 2025
Simplesmente o melhor filme de natal que já assisti. Empolgante e surpriendente! Um ótimo momento para reflexão do que realmente importa em nossa vida ... Vale muito a pena.
Um homem de família é uma comédia romântica melancólica, sentimental e reflexiva de natal. O filme teve direção de Brett Ratner e direção de David Diamond e David Weissaman. O filme conta a história de Jack (Nicolas Cage) um investidor bem sucedido, porém bastante entediado com a sua longa vida de solteiro. Em um certo dia após dormir, acaba despertando ao lado de seu ex-namorada dos tempos de faculdade, Kate (Téa Leoni), com uma nova vida e família, em um subúrbio. O filme nos leva ao dilema de escolha: a vida profissional de sucesso ou a esposa e família dos seus sonhos. Além da ideia de que o dinheiro não compra tudo, não compra afeto, felicidade etc. O filme traz elementos diferentes das comédias românticas natalinas que costumam valorizar ou “estar em família”. Neste filme, o problema para Jack é justamente esse. A trilha sonora do filme é muito boa, e nos ajuda a refletir sobre a trajetória que devemos tomar. Além de tudo isso, o trabalho fabuloso e carismático de Téa Leoni, faz com que você torça o tempo todo para os personagens principais ficarem juntos. Simplesmente ela fez com que a gente abandonasse o lado racional, do capitalismo, do dinheiro e do sucesso derivado a isso, fosse para o lado emocional. Apesar de alguns clichês, o filme é satisfatório.
Um filme lindo de drama/romance, um clássico desse estilo. Realmente Hollywood sabe como fazer um filme de drama e "Um Homem de Família" não foge a essa regra, sendo um típico filme dos anos 90/2000. Traz consigo um dilema que qualquer um de nós pode passar em nossas vidas: o que é mais importante, sua carreira ou sua família? Atuação perfeita de Nicolas Cage e Tea Leoni.
Nicolas Cage nos presenteia com uma ótima atuação que não dar para entender o porque de nãos ter sido indicado ao óscar ou seja coisas da academia. Um homem de família é bonito e gostoso de assistir.
Um filme que trás para reflexão talvez o maior dilema da existencia: carreira X família, ambições inversamente proporcionais mas igualmente importantes. Somadas são nosso 100%, num extremo o milionário só, no outro o modesto núcleo familiar, e no meio todo um leque de possibilidades e versões de nós mesmos.. Pra mim a mais complexa escolha da vida.
O filme é bem interessante!!! Toca em um ponto essencial da vida!!! Escolhas fazem toda a diferença no decorrer das nossas vidas! Na história o cara é um financista rico sem nenhum compromisso com o amor ou com família. O filme no final das contas ensina que escolher a felicidade e o amor de uma família será sempre a melhor escolha! Será!!!??? A história é bonita e cativante! E claro que o dinheiro por si só jamais é garantia de qualquer nível de felicidade. Agora, família é sempre um negócio também extremamente complicado! Suprir uma família nos tempos atuais e em países como o Brasil, um negócio que cria um nível de stress que acaba por destruir famílias e que torna a vida de muitos pais em um inferno! A vida em si, é muito mais complicada do que os finais felizes de filmes. Aliás, o final de vida, a velhice algo dramático para qualquer pessoa. Agora no cinema!!! Sempre existem grandes vitórias e grandes escolhas!
Nesses últimos dias antes do aniversário de Cristo, nada melhor do que uma maratona de filmes natalinos. Entre eles, “Um homem de família” (2000) é um dos meus favoritos. Embora feito quando as Torres Gêmeas seguiam de pé e o marco ainda era a moeda alemã, não envelhece.
Disponível no Globoplay, o filme conta a história de Jack Campbell (Nicolas Cage) que, na juventude, ao escolher embarcar rumo à Londres para um intercâmbio que lhe daria muitas oportunidades, abre mão de um futuro com sua namorada Kate (Téa Leoni). Anos depois, ele se torna um milionário, porém solitário, executivo. O detalhe é que ele não é retratado como um infeliz, mas como alguém entorpecido por suas conquistas. Então, após tentar convencer um homem a buscar uma vida melhor, este lhe provoca perguntando se ele próprio não precisaria ser salvo. Campbell diz que não, afinal, “tem tudo o que precisa”. Como um passe de mágica, após adormecer na noite do dia 24 de dezembro no seu luxuoso apartamento em Manhattam, ele acorda no dia 25 na vida que teria tido se não tivesse ido à Londres: ao lado de Kate e despertado por seus dois filhos e um cachorro em uma típica casa de subúrbio.
Como dito, Jack não é descrito como alguém infeliz ou insatisfeito. Pelo contrário: ele vibra com a vida que tem. No entanto, essa felicidade é apenas um reflexo das sombras da caverna onde vive, pois aquela que reside do lado de fora é verdadeira e sem qualquer necessidade estética. É a sabedoria do Mito da Caverna de Platão. Em vez de apostar no clichê riqueza = infelicidade, ele exibe a dicotomia felicidade x felicidade transcendente. Enquanto o conceito de felicidade que Jack tem na sua vida de Manhattam foi construído com dólares, luxos e prazeres, aquele do Jack suburbano é baseado em amor e sacrifício não em seu favor, mas de sua família e de quem ama.
Nesse natal, assistam a “Um homem de família” e lembrem-se de que até mesmo a sensação de felicidade, por mais real que pareça, de repente seja apenas uma sombra exibida na escuridão da caverna de suas almas, e que a felicidade profunda, desnudada e transcendente talvez se encontre na Verdade ignorada no lado de fora dos seus corações.
É um filme SENSACIONAL. Já assisti várias vezes. Enredo e história impecável. Muito bom o elenco com destaque para o convincente Nicolas Cage, em ótima atuação. Um filme família de natal. Leva todos nós a várias reflexões: o que realmente vale a pena na nossa vida. Nos faz pensar no poder das nossas escolhas, mas que nunca é tarde para fazer a escolha certa. Você não pode mudar o passado, mas pode mudar, hoje, o que está errado e escolher o futuro melhor. E coloca um grande dilema da sociedade atual: carreira ou família? O equilíbrio entre o sucesso profissional e a felicidade pessoal. E adorei e nunca esqueço a frase que norteia o casal de protagonistas: "Sou mais nós dois". Um filme sensível, simples e ao mesmo tempo profundo. Para mim, nota máxima: 10,0.
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