Marla é uma mulher que ganha a vida roubando de idosos ricos, enganando juízes para que a apontem como sua "tutora legal". Ela se apropria dos bens dos idosos vivendo em grande estilo. Marla fica em apuros quando sua última vítima (uma senhora) tem ligações com um poderoso gangster. O filme começa com o desespero de um parente de uma das vítimas de Marla e termina com esse mesmo homem voltando a procurar por ela. Destaque para a interpretação de Rosamund! Não tem como não sentir ódio de sua personagem!
Muito ruim. No começo parece bom, mais depois você vê que ela sendo ruim se dá bem é isso não é legal. Fiquei com ódio dela, tirando o bem estar dos velhinhos. Enfim queria que ela tivesse sofrido mais, e ela só se deu bem. Enfim nota 0. Não gostei.
Ruim do início ao fim! Além de extremamente irreal e com uma trama que te irrita durante todo o longa, o filme se faz cansativo com tanta fantasia! O elenco e o final são as únicas coisas minimamente boas! Não recomendo!
Esse filme é tão ruim que a única coisa que pensei depois que acabou foi em vir aqui dar o toque a algum desavisado como eu. Nao consigo nem dar uma estrela toda. Só queria ter lido as críticas antes de perder quase duas horas da minha vida com essa bagaça. Completamente horrível, presença de ator nenhum compensa gastar tempo com uma porcaria dessas.
“Eu me importo”, filme produzido pela Netflix e estrelado pela ótima atriz Rosamund Pike é um retalho confuso de elementos gráficos, o diretor J Blakeson parece ter um defict de atenção no tom de sua obra, o diretor tem muitas referencias visuais e as tenta aplicar ao mesmo tempo, temos uma mistura que vai de “Demônio de Neon” a até “Scarface” mas nada funciona bem, e a cada dois minutos temos uma direção diferente. NOTA 6/10
O roteiro também não ajuda muito, apesar de criar uma antipatia ótima na personagem da Rosamund, e ter uma boa construção e um bom final, seu segundo ato é desastroso, além da constante necessidade de desenvolver uma personagem feminina forte, tal ponto é tão insistido que em determinado momento vemos apenas uma personagem muito insegura, o diretor não consegue segurar o tom do filme em nenhum aspecto.
Nem tudo são magoas, o figurino é legal, seu humor é divertido, as atuações funcionam muito bem embora não sejam capazes de salvar a obra como um todo, que tem um bom começo e uma boa conclusão, mas tudo que fica no meio não funciona. NOTA 6/10 “Eu me importo”, filme produzido pela Netflix e estrelado pela ótima atriz Rosamund Pike é um retalho confuso de elementos gráficos, o diretor J Blakeson parece ter um defict de atenção no tom de sua obra, o diretor tem muitas referencias visuais e as tenta aplicar ao mesmo tempo, temos uma mistura que vai de “Demonio de Neon” a até “Scarface” mas nada funciona bem, e a cada dois minutos temos uma direção diferente. NOTA 6/10
O roteiro também não ajuda muito, apesar de criar uma antipatia ótima na personagem da Rosamund, e ter uma boa construção e um bom final, seu segundo ato é desastroso, além da constante necessidade de desenvolver uma personagem feminina forte, tal ponto é tão insistido que em determinado momento vemos apenas uma personagem muito insegura, o diretor não consegue segurar o tom do filme em nenhum aspecto.
Nem tudo são magoas, o figurino é legal, seu humor é divertido, as atuações funcionam muito bem embora não sejam capazes de salvar a obra como um todo, que tem um bom começo e uma boa conclusão, mas tudo que fica no meio não funciona. J Blakeson mostrou que é um diretor que tem referencias em uma cinematografia, só ainda não as sabe aplicar. NOTA 6/10
Coloquei meia estrela porque não consegui dar zero. O filme tinha potencial pra ser ótimo, pelo enredo. Mas quando você começa a pensar "me surpreenda", o filme desanda e daí até o fim só decepciona. Perdi um tempo precioso da minha vida assistindo.
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