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alessandrofc
1 seguidor
19 críticas
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0,5
Enviada em 25 de fevereiro de 2021
Filme ruim...não não, isto aqui pra chegar a ser ruim precisa ser refilmado novamente. Coitada da Netflix, se continuar com essas produções, logo quebra. Fui ver as críticas somente quando estava chegando no final...perdi 2 horas da minha vida, faça um favor pra você, não jogue seu tempo fora...final porco, história começa interessante, mas depois vira um autêntico lixo.
WTF Netflix ?!?! O roteiro tinha tudo pra ser bem mais interessante, mas foi por um caminho tão errado. Rosamund Pike desperdiçando talento, em uma história que começou bem, mas desandou. Decepção!
Ruim do início ao fim! Além de extremamente irreal e com uma trama que te irrita durante todo o longa, o filme se faz cansativo com tanta fantasia! O elenco e o final são as únicas coisas minimamente boas! Não recomendo!
Filme muito bom, com começo, meio e Fim. o pessoal falam que não gostaram mas não falam porque, acho que nem sabem o que falam e não entenderam o filme.
A idéia de história e ínteressante, mas parece que não foi bem explorada. A atriz principal tem um ar de "vilã" que casou bem com a personagem, porém os demais personagens tem atuações muito previsíveis.
Na boa? Muito ruim! Argumento paupérrimo! Há momentos em que parece que a história vai dar uma guinada para melhor; só que não! Piora! Muita pieguice, canastrice e enrolação. Tratam o expectador como bobos! E o desfecho é de um amadorismo... Uma estrela por causa de Peter Dinklage - sempre bom - senão seria zero! De resto, perda de tempo...
(Insta: @cinemacrica): Desenvolver bons suspenses já é um desafio. Na verdade, o racional também se aplica aos demais gêneros, mas sinto que a escassez de bons suspenses é mais pronunciada que os dramas, por exemplo. A tarefa torna-se ainda mais árdua quando a proposta busca incorporar elementos de outros gêneros como a leveza da comédia de forma a propor uma unidade estilística diferenciada. Em "Eu Me Importo", o diretor Jonathan Blakeson abraça o desafio e oferece uma experiência híbrida onde a protagonista, Marla, é uma guardiã legal de cidadãos que não estão na plenitude de suas faculdades mentais. Seria algo doce caso Marla não forjasse a incapacidade das pessoas assistidas para de alguma forma se beneficiar das suas posses. Seria perfeitamente cabível tecer uma trama de cunho moralista em torno dessa prática. Mas, a opção foi adotar um tom de cinismo, que poderia refrear a obviedade dessa opção, desvencilhando-se da pequenez do simples "certo e errado". Não estranhe ao ler nas sinopses que o filme tem como classificação Suspense e Comédia. A adoção desse referido tom de cinismo endereça o segundo gênero, mas ao invés elevar o longa para um patamar superior de diferenciação, o mau uso da comicidade relega o todo a uma entrega desarmônica. Apesar de não ser engraçado, e entendendo que o filme tampouco tem essa pretensão, a busca pela sátira assertiva perde-se por completo. São sucessivas execuções de cinismos mal trabalhados, em dado momento, a impressão é de estar contemplando um filme teenager. Alguns exemplos são as cenas em que, após cometerem algo perspicaz, coadjuvante e protagonista são acintosamente sublinhadas pelo olhar de um diretor que, sem sucesso, busca dinamizar a rigidez de um suspense clássico. Some a isso trilhas sonoras que reforçam esse sublinhamento e a escolha aleatória de recursos cinematográficos como a saturação de cores e alguns tipos de enquadramento descabidos (a forma com que a conversa com a Karen é filmada, por exemplo). É um agregado de intenções mal executadas. Poderia ser interessante, como o bom suspense irreverente "Entre Facas e Segredos", mas foi apenas mais uma tentativa.
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