A Freira 2
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3,2
388 notas

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Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.243 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de janeiro de 2024
Inferior ao primeiro, que já não era bom! Neste, ficou menos assustador e não há nada de diferente do que visto no anterior. Roteiro preguiçoso e presunçoso.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de janeiro de 2025
"Genérico, previsível e sem alma, recicla sustos sem criar verdadeira tensão ou narrativa envolvente."
Irmã Irene investiga mortes misteriosas enquanto Valek retorna para assombrar um internato na França.
O terror sobrenatural vive do inesperado, mas A Freira 2 repete fórmulas exaustivamente. Michael Chaves emula James Wan sem a mesma maestria, acumulando sustos previsíveis sem ritmo ou construção. O roteiro até tenta ser mais elaborado, mas carece de propósito. Embora algumas cenas resgatem o clima dos primeiros Invocação do Mal, o filme soa como um parque de diversões de jumpscares, sem atmosfera genuína.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 481 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de outubro de 2023
TEM SPOILERS!

A Freira 2 (The Nun 2) 2023

"A Freira 2" (também conhecido no original como "The Nun: Chapter Two") é dirigido por Michael Chaves, com roteiro escrito por Ian Goldberg, Richard Naing e Akela Cooper, a partir de uma história de Cooper e James Wan. O longa-metragem serve como uma sequência direta de "A Freira" (2018) e foi desenvolvido como o nono filme da franquia "The Conjuring Universe" (o famoso "Invocaverso"). O filme é estrelado por Taissa Farmiga, Jonas Bloquet e Bonnie Aarons, retornando do primeiro filme.

A história se passa 4 anos após os eventos do primeiro filme, no ano de 1956, na França. Onde temos um padre que é brutalmente assassinado e parece que o mal está novamente se espalhando. Para deter novamente o poder maligno, a Irmã Irene (Taissa Farmiga) mais uma vez deverá enfrentar a poderosa e demoníaca Valak, a Freira.

Este ano completa exatos 10 anos desde a estreia do primeiro "Invocação do Mal", lá em 2013. Na época o longa foi encarado apenas como mais um dos inúmeros filmes de terror que sempre eram lançados. Mas fato é que logo o filme começou a ganhar o conhecimento do público e virou febre. James Wan na época já tinha um grande conhecimento desse mundo cinematográfico de terror, pois ele já havia trabalhado como diretor e roteirista em produções como "Jogos Mortais" (2004), "Gritos Mortais" (2007), "Sentença de Morte"(2007) e "Sobrenatural" (2010). Como James Wan tinha todo o respaldo da produtora Warner Bros., além de todo o sucesso e bilheteria de "Invocação do Mal", logo ele decidiu criar Spin-offs da sua franquia principal. Foi assim que nasceu o "The Conjuring Universe", com produções como "Annabelle", "A Maldição da Chorona" e "A Freira". Além do filme "O Homem Torto", que foi cancelado.

Apesar do grande sucesso do "The Conjuring Universe", não são todos os filmes da franquia que são bons. Quantidade não quer dizer qualidade, e esta afirmação se encaixa perfeitamente aqui. Como no caso do primeiro "A Freira", que serviu apenas como base para a introdução de uma personagem de "Invocação do Mal" em seu filme solo. Porém, o filme é ruim, não funciona com a mesma relevância e estrutura narrativa da franquia principal, e ficou marcado apenas como mais um Spin-off caça-níquel tentando remar na mesma onda de "Invocação do Mal". Eu cheguei a afirmar na minha resenha que "A Freira" é o pior filme do "The Conjuring Universe".

"A Freira" arrecadou 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, o que a levou ao posto de produção com a maior arrecadação em toda a franquia de "Invocação do Mal". Seria mais do que óbvio que teríamos um segundo capítulo com a continuação de toda a história. E esta continuação veio com "A Freira 2". Mas o filme é bom?

A cena inicial é boa, com a Valak quebrando os ossos do corpo do Padre e depois o queimando vivo, e na frente do garoto. Toda esta introdução deixa bem claro que a Freira demoníaca está de volta e dessa vez mais sangrenta e vingativa. E logo somos informados através de relatos que ela está matando todos que cruzam em seu caminho, seja Padres, pessoas religiosas, Freiras e até coroinhas.

Dito isto: "A Freira 2" é tão ruim quanto o primeiro, ou até pior. Você pode até considerar o primeiro melhor, ou este segundo melhor, a verdade é que ambos são péssimos. O roteiro de "A Freira 2" é preguiçoso, superficial, genérico, pífio, sem pé nem cabeça, que parte do nada para lugar nenhum. Se no primeiro tínhamos a introdução da figura da Freira baseado na complexidade do caso em que duas freiras foram brutalmente atacadas por uma entidade maligna, onde o Vaticano envia o Padre Burke (Demián Bichir) e uma jovem freira, Irmã Irene, para investigar o caso. Aqui o roteiro é tão preguiço e mal escrito que temos o mais do mesmo. Não temos nenhum desenvolvimento, nenhuma evolução, nenhum avanço na história da Valak (que era algo que eu esperava).

Simplesmente o roteiro decide trazer de volta a figura da Freira, onde ela causa algumas mortes bizarras para impressionar o espectador. Decide que dessa vez a protagonista será apenas a Irmã Irene e não contará mais com a presença do Padre Burke, que dizem ter morrido de cólera. No final do primeiro filme o personagem Maurice Theriault (Jonas Bloquet) salva a vida da Irmã Irene, após o embate com a Valak, porém o mesmo fica possuído pela entidade. Ou seja, este é o gancho para o roteiro de "A Freira 2", usar o Maurice como cobaia de Valak durante grande parte da história. Esta é um decisão que eu considero falha, pobre, sem criatividade e sem credibilidade. Poderiam ter desenvolvido algo melhor, mais interessante, que pelo menos surpreendesse.

Uma coisa é certa, o "The Conjuring Universe" nunca foge do trivial, e aqui temos mais uma prova disso. "A Freira 2" também peca pelo comodismo, pelo conformismo, por decidir entregar o mais do mesmo e nunca sair da sua zona de conforto. Ou seja, tudo que você já está acostumado em filmes de terror moderno você verá aqui; justamente os clichês, a forçação de barra em cima dos famosos jumpscare, cenas que sempre pecam pela previsibilidade de você já saber o que irá acontecer na cena seguinte. Além do que "A Freira 2" parece um grande catado de tudo que já presenciamos em outros títulos da franquia, e isso que mais impacta no quesito originalidade, pois o roteiro parece abraçar o comodismo e jogar na segurança de tudo que já fez anteriormente.

Uma das maiores falhas do longa é justamente a falta de atitude, de querer ir mais além, de querer se aprofundar em uma trama mais complexa, mais interessante, e não ficar só bebendo da fonte do primeiro filme. Mas isso definitivamente não acontece, pelo fato de que no final do primeiro filme a Irmã Irene meio que derrota a Valak com o poder do famoso "sangue de Jesus tem poder". Aqui voltamos praticamente na mesma história, que é a Irma Irene novamente derrotando a Valak com o poder dos barris de vinho benzido. A explicação agora é o fato da descoberta de que a Irmã Irene é descendente da Santa Luzia, a padroeira dos olhos. Dessa forma a linhagem sagrada da personagem é o que justifica sua capacidade de milagres e se torna arma fundamental no embate. Ou seja, atacar a Valak novamente com algo líquido. Então tá né...mas a mim não me convenceu!

Outra falha do primeiro que volta a acontecer:
Se no primeiro a figura da Freira foi pouca explorada e pouco utilizada, aqui é menos ainda, onde a Freira é utilizada somente como pano de fundo para impressionar nos jumpscare. O Maurice possuído ganha mais destaque e aparece mais vezes do que a própria Freira. A figura da Freira é utilizada apenas nos momentos mais oportunos durante toda a trama, e isso justifica as suas pouquíssimas aparições, o que eu não concordo. Aqui era como se a Freira ficasse o tempo todo oculta e se apoiando em seus servos durante grande parte do tempo; como no caso do próprio Maurice e daquela espécie de "Homem-bode".

Dos poucos pontos positivos no filme:
Temos a excelente caracterização da Freira, que é ainda mais bizarra que no primeiro. Por sinal, aquela cena final é boa e se destaca pela agressividade e o tamanho da Freira. A Freira é o grande nome por trás do filme, ela é o grande chamariz da produção, mas aquele "Homem-bode" é bizarro e sensacional. Por sinal, aquela cena em que o bode macabro sai dos vitrais e persegue as garotas é excelente. Eu vi um grande potencial ali, pena que ele foi pouco explorado. Aquela cena na banca de revista, onde se forma a figura da Freira, é muito boa.

Tecnicamente:
O diretor Michael Chaves já é um velho conhecido da franquia, ele foi o diretor em "A Maldição da Chorona" (2019) e "Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio" (2021). Em "A Freira 2" Michael Chaves faz um trabalho ok, ele entrega tudo que realmente a produção pedia; como uma direção centrada, ajustada, conseguindo criar ambientes soturnos e macabros com seus takes. A trilha sonora é precisa, agrega bem nas cenas com mais ação. Aqui a trilha sonora ficou à cargo de Marco Beltrami (compositor da excelente trilha sonora de "Um Lugar Silencioso", de 2018), uma vez que o grande conhecido da franquia, Joseph Bishara, ficou de fora. A fotografia é muito boa, destaca muito bem cada cena, principalmente nas cenas finais com o enquadramento da Valak. A direção de arte também tem seus méritos, por construir cenários bem sombrios, ainda mais pelo filme ter sido filmado em uma igreja real abandonada na França.

O elenco:
Taissa Farmiga (a irmã da Vera Farmiga) é o grande nome em "A Freira 2". No primeiro filme a Irmã Irene se mostrava bem inexperiente e até assustada em determinadas situações. Aqui ela já é menos ingênua e mais corajosa, até por ela ser a principal ali sem a presença do Padre Burke. Taissa entrega o que a sua personagem pede.
Sem a presença do Padre Burke, quem fica ao lado da Irmã Irene dessa vez é a Irmã Debora (Storm Reid). Reid até consegue agregar na história com sua personagem; uma Freira rebelde que não acredita muito no discurso da Igreja e tem como ambição ver um milagre de perto.
Bonnie Aarons, que vive a Freira Valak, é novamente o grande destaque do filme. É impressionante todo o poder de interpretação que ela tem na pele na demoníaca Valak, e muito por sua caracterização e maquiagem, que estão em um altíssimo nível de perfeição.
Jonas Bloquet é mais uma vez super esforçado, mas especificamente aqui ele peca pelo caricato e pelo exagero. De certa forma ele compõe um personagem que tem suas ligações dentro da franquia, tem sua importância em um modo geral, mas no fundo não passa de um personagem vazio e dispensável.
Completando com Katelyn Rose Downey, que faz a pequena Sophie. A atriz é boa e sua personagem é peça fundamental na história.

Ainda temos uma cena pós-créditos:
No maior estilo do "Invocaverso", a cena pós-créditos mostra o casal de demonologistas Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga) atendendo um telefonema de um Padre que lhes dá alguma má notícia e pede sua ajuda. Esta cena tem toda uma ligação com o universo de "Invocação do Mal", já que ela complementa a ligação que o casal Warren teve ao tentar exorcizar Maurice (dentro da linha cronológica da franquia). Eu acredito que esta cena funciona apenas como uma maneira de ligar o filme à saga, apesar de também parecer como uma espécie de ligação com um possível "Invocação do Mal 4".

"A Freira 2" foi um sucesso comercial, arrecadando US$ 257 milhões em bilheterias ao redor do mundo.

A recepção crítica:
No Rotten Tomatoes, 52% das 130 críticas são positivas, com uma classificação média de 5,1/10. O Metacritic, que usa uma média ponderada, atribuiu ao filme uma pontuação de 47 em 100, com base em 24 críticos. O público pesquisado pelo CinemaScore deu ao filme uma nota média de "C+" em uma escala de A+ a F, enquanto os entrevistados no PostTrak deram uma pontuação geral positiva de 64%, com 47%.

No mais:
"A Freira 2" é apenas mais um capítulo perdido dentro do "The Conjuring Universe". O longa-metragem é muito falho, genérico, superficial e peca excessivamente com erros grotescos e banais. Todavia isso já era esperado, uma vez que o primeiro fez o sucesso que fez unicamente bebendo da fonte de "Invocação do Mal", ao apresentar uma personagem com grande potencial porém mal explorada.

Como essa atual geração é órfã de bons filmes de terror, o que resta é se entregar para Spin-offs genéricos que não passam de verdadeiros caça-níqueis.

O que me resta é novamente afirmar que os dois filmes de "A Freira" são os piores filmes do "The Conjuring Universe".
[18/10/2023]
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 501 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de setembro de 2025
Sinopse:
Em 1956, na França, um padre é assassinado e parece que um mal está se espalhando. Determinada a deter o maligno, irmã Irene mais uma vez fica cara a cara com uma força demoníaca.

Crítica:
"A Freira 2" chega como uma tentativa de expandir o universo de "The Conjuring", mas infelizmente acaba se perdendo em sua própria narrativa. A atmosfera gótica e os elementos sobrenaturais, que são características marcantes desse subgênero, não conseguem sustentar o interesse do público por muito tempo.

O filme se inicia com uma premissa instigante, envolvendo o assassinato de um padre em 1956, o que já promete uma trama cheia de mistérios e reviravoltas. No entanto, logo se percebe que o desenvolvimento das ideias é previsível, seguindo clichês que já foram explorados em outras produções. A construção dos personagens também deixa a desejar; apesar de tentativas de aprofundamento, como a jornada de irmã Irene, eles permanecem rasos, dificultando qualquer conexão emocional.

A direção de Michael Chaves aposta em sustos e efeitos visuais, mas a repetição de fórmulas usadas em filmes anteriores do gênero acaba tornando os momentos de tensão previsíveis. As sequências que deveriam causar medo muitas vezes caem na armadilha do exagero, tirando o impacto que cenas mais sutis poderiam ter.

Além disso, o roteiro, embora conte com a colaboração de escritores renomados, peca na construção das relações entre os personagens. A interação entre irmã Irene e os demais não flui de maneira natural, fazendo com que algumas cenas pareçam forçadas e sem propósito real dentro da narrativa.

As atuações, embora esforçadas, não conseguem salvar um enredo que não entrega respostas satisfatórias ou um clímax realmente instigante. Taissa Farmiga, que já havia demonstrado potencial em filmes anteriores, se vê presa em um papel que não permite muito além do superficial.

Ao final, "A Freira 2" apresenta uma atmosfera atraente, mas esquece de entregar um conteúdo à altura de suas ambições. Assim, fica a impressão de que poderia ter sido um capítulo marcante na saga de "The Conjuring", mas acaba se limitando a ser mais uma sequência que não adiciona muito ao legado que o precedeu.
Maxxuel 42
Maxxuel 42

17 seguidores 219 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de janeiro de 2024
Da uma expectativa para assistir ,até tem momentos sombrios e arrepiantes ,mas com soluções religiosas e angelical .
Thiago Ferreti
Thiago Ferreti

10 seguidores 276 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de junho de 2024
Um pouco menos pior que o primeiro. A ideia dos olhos de Santa Luzia foi boa mas não parece um filme de terror. Tá mais pra ação. Em geral o roteiro é fraco mesmo. Aliás os filmes da Franquia Invocação do Mal são superestimados.
Leonardo Araújo
Leonardo Araújo

3 seguidores 16 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de setembro de 2023
Sinceramente, eu preferi o primeiro. O problema desse filme é que as cenas de tensão/sustos são meramente visuais (e acontecem em excesso, o que tira um pouco o temor do "mal")... a história em si não é desenvolvida o suficiente pra te prender, bem como os personagens são mal explorados. O resultado disso é que o filme não te envolve muito psicológicamente, motivo pelo qual ele vira simplesmente uma contagem regressiva para o próximo susto, que em determinado momento passa até a ser meio previsível.
Vislei
Vislei

100 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de agosto de 2025
Achei bem fraquinho, coisas sem pé nem cabeça, não dá medo... Um pouco chato. O primeiro é bem melhor.
thiago f
thiago f

18 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de fevereiro de 2024
JUMP SCARES, isso define perfeitamente o filme não senti medo sequer em um único segundo do filme, tomei alguns sustos mas sinceramente chegou um momento que o sustos já eram tão recorrentes que eu estava pouco me fodendo, jump scares são o pior recurso que existe no terror, são só a demonstração da falta de capacidade do diretor e dos roteiristas de criar algo que realmente cause medo.
A fotografia é linda, porém isso tá longe de salvar todo o resto, os poderes do demonio não fazem sequer sentido, hora ele consegue levitar e por fogo em um padre dentro da igreja, hora ele só consegue fazer presença e nada mais.
O bode conseguiu ser mais interessante que o próprio demônio valak, em um filme que carrega seu nome, fica a impressão que perderam mais tempo tentando mesclar a freira com o ambiente sua volta, nas paredes, jornais e etc, do que realmente se preocupando em fazer um bom filme.
ismael prant
ismael prant

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de dezembro de 2023
Filme preguiçoso. No início parecia ,que ia ser bom. O demônio Valak sofre até de anemia. Ele bateu cabeça da irmã Irene no concreto e essa não morreu. Aliás essa atuou bem no primeiro filme. Mas, não deu para salvar esse. O primeiro tinha um enlace interessante, apesar de os sustos não equiparar por exemplo a invocação do mal 2 . A freira parecia um demônio osso duro de lidar. Enfim acho, que o filme estragou, com história de Valak ele pareceu um bocó. Aliás porque ele sendo senhor das serpentes não chamou algumas, para pelos menos parecer mais perigoso ?
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