Em janeiro de 2012, o cineasta Théo Angelopoulos morreu atropelado por uma moto no set de seu filme sobre a crise econômica na Grécia. A ambulância que deveria socorrê-lo quebrou porque cortes de orçamento tornaram impossível mantê-la funcionando. Sua amiga e colega de trabalho, Elodie Lélu, retorna à Grécia para, em uma carta cinematográfica endereçada a Théo, refletir sobre o papel da crise em sua morte e os temas de seu filme inacabado que ainda se mantém relevantes.
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4,0
Muito bom
Carta a Theo
Cinema é memória
por Barbara Demerov
O cinema é uma via que transforma a realidade em arte, seja ela transmitida de forma positiva ou não. Mas o grande trunfo é quando, mesmo tendo como pano de fundo uma realidade dura e cruel, a visão artística de um realizador ou realizadora se sobressai. Este é o caso do documentário Carta a Theo, que exprime o que há de belo na difícil existência daqueles que são considerados refugiados.Longe de seus países de origem e incapazes de sair da Grécia, as vítimas da guerra são algumas das personagens trabalhadas pela diretora francesa Elodie Lélu, que vai a Atenas não só para registrar momentos com aquelas pessoas como também para montar uma homenagem a Theo Angelopoulos, também diretor, que faleceu na cidade após ser atropelado por uma moto enquanto trabalha em seu novo longa. Angelopoulos (que não foi atendido por uma ambulância pois a mesma quebrou por falta de manutenção) estava filmando
Ler a crítica
2:19
Nacionalidades
Bélgica,
Grécia
Distribuidor
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Ano de produção
2019
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
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Orçamento
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Idiomas
Persa, Francês, Grego
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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