Um registro afetivo sobre a história do Coletivo Murais da Leba, a maior intervenção de grafite da África, procurando entender as motivações dos artistas participantes. A Serra da Leba, composta pela província de Huila e Namibe, tem um histórico de 30 anos vividos em guerra. Buscando se relacionar com sua tradição e ancestralidade, um grupo de artistas angolanos busca pintar os mais de seis mil metros quadrados dos paredões que envolvem a região.
Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind
2,0
Fraco
As Cores da Serpente
Precisamos de arte
por Bruno Carmelo
Durante cerca de quinze minutos, o espectador escuta uma poesia angolana, em off, e assiste a um ritual local. Não se explica quem são aquelas mulheres, porque vestem os mesmos trajes coloridos, que impacto os cânticos e danças deveriam produzir em suas vidas. A direção observa o grupo num silêncio sepulcral, à distância, sem fazer perguntas nem tecer comentários. As Cores da Serpente se abre como um documentário etnológico clássico, do tipo que testemunha a riqueza de uma cultura distinta como forma de aprendizado em si. Seu valor estaria no próprio fato de ter apreendido as imagens, de ter demonstrado interesse nelas e eternizado uma prática ignorada pela maior parte do público.Eis que o projeto sofre, então, uma guinada inesperada. Nada do que se segue estabelece a mínima relação com o início austero, deixando a impressão de um longo apêndice enxertado para se atingir duração de 70 mi
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1:25

Não é um documentário fácil de entender, é necessário algum conhecimento em cultura angolana. Mas é maravilhoso para quem entende.
Festival!
Exibido na 12ª Mostra O Amor, A Morte e As Paixões, que acontece em Goiânia.
Nacionalidades
Angola,
Brasil
Distribuidor
Salvador Filmes
Ano de produção
2019
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-