Um filme divertido e nada mais. A criatividade da ideia nao se mantém tanto no roteiro. É válido para isso, como diversão e tem um ponto extra muito bom: os dois protagonistas são incrivelmente carismáticos, o que ajuda a manter o interesse.
Sarah (Milioti), dama de honra do casamento da irmã, descobre com Myles (Samberg), animador da festa, todo um mundo paralelo que funciona em looping, e do qual não conseguem se desvencilhar, vivenciando sonhos dentro de sonhos, sempre ocorrendo no dia 9 de novembro, data do casamento da irmã, e com um antagonista sempre a perseguir Myles, Roy (Simmons).
O que acontece quando uma roteirista pra lá de inspirada (talvez depois de algumas doses generosas de uísque ou quem sabe depois de algo mais psicodélico) decide fundir uma história divertida com noções artísticas de loop temporal? A roteirista estava de fato querendo despontar, revolucionar até, mas a história é mesmo tudo isso? Primeiro, a recepção da crítica é positiva, o que é um bom começo. No entanto, o filme se macula dando atenção excessiva ao casal protagonista e como a relação deles é construída com a finalidade de ressaltar a brevidade dos momentos e a importância do presente. É inteligente? Talvez um pouco, com diálogos extremamente fluidos, mas uma história que parece muito destinada a te entreter, e para isso, convenientemente, certos aspectos da trama são sacrificados (talvez o uísque era bem velho e do bom). Se a inteligência é questionável aqui, a ousadia não é, porque compor uma arte é se arriscar, e ela definitivamente não tem medo disso. Mas mereceria uma nota alta? O loop temporal é nitidamente um artifício para reforçar a história, podemos notar, e nada nela, inclusive o loop, é levado a sério (ponto positivo para a droga psicodélica). Tudo é feito para que haja dinamismo. Mas dinamismo demais, nos deixando tontos, inebriados e tornando o loop secundário (ficção científica? Nem a pau!) Mas somos conduzidos muito bem pela história e a proximidade entre os dois é cativante. Razoável. Decente. Consistente. Inteligente? Somente uma boa rodada de uísque poderá nos dizer.
que filme bem mais o menos chora lula Palm Springs oferece uma abordagem fresca e inteligente ao gênero de loops temporais, combinando humor afiado com profundidade emocional, garantindo uma experiência cativante e reflexiva."
Um ótimo filme, adoro filmes com loops temporais, principalmente os que não tem um final em que os personagens morrem, Andy Samberg faz um trabalho incrível novamente e retrata bem o que eu pensaria que um personagem que está vivendo em um loop sem fim assim, Cristin Milioti também faz um excelente trabalho, spoiler: ainda mais porque ela realmente se esforça para mudar esse loop e descobre como sair dele, e perdoa o Nyles por ter mentido para ela, afinal ela pensa que fez algo muito pior que ele antes do loop começar.spoiler:
Com certeza um filme alegre que vale a pena assistir.
Genialidade é raridade nos filmes de hoje, numa tendência onde compramos sequências de filmes que já tiveram um fim (ou deveriam ter, pelo menos),em Palm Springs temos algo diferente. Uma nova experimentação de comédia romântica que em nada tem a perder para outras obras famosas do mesmo gênero. O filme conta com um excelente roteiro e atuações impecáveis dos protagonistas, sem desmerecer o talentoso J.K.Simmons. Além disso, a fotografia e o desfecho não deixam de acompanhar o brilhantismo que é sustentado ao decorrer do longa.
Amei Palm Springs. Um filme leve, simples que consegue ser divertido e ao mesmo tempo falar de temas relevantes com uma certa profundidade. E tem uma trama envolvente e atuações muito boas. Recomendo!
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