Média
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Filme Nacional , feito em Contagem-MG , um filme estilo B , mas com uma qualidade técnica muito boa! o roteiro também é muito bom!!! , bem realista! O elenco não é o destaque.., se passa numa periferia de cidade grande, mostra as dores, frustração e os sonhos de 3 amigos, o meio do filme pra frente fica muito bom ! e te prende! Se torna um suspense! trilha sonora é muito boa! Muito rap e rock!, o final poderia ser melhor trabalhado, mais revelador, o filme tem um início , um longo meio e nenhum fim, ... muita coisa ficou no ar.
No Coração do Mundo (2019), dirigido por Gabriel Martins e Maurílio Martins, é um drama que explora a vida em uma periferia de Contagem, Minas Gerais. O filme começa com uma cena romântica, mas logo se transforma em um retrato da violência e frustração que dominam a vida dos personagens, como Ana, Marcos e Selma, que tentam escapar de suas realidades através de golpes e sonhos de riqueza.
A obra destaca as mulheres, mas peca com uma cena de nudez desnecessária, que contradiz seu foco no empoderamento feminino. O filme critica a imaturidade e a dependência dos homens, além de abordar a ausência de figuras paternas e a perpetuação de ciclos de pobreza. A violência e a falta de perspectiva tornam os sonhos dos personagens vazios, culminando em um desfecho trágico.
No Coração do Mundo também é uma reflexão sobre Contagem, uma cidade periférica muitas vezes ignorada, retratando suas tensões sociais e culturais. Apesar de sua força emocional, o filme não aprofunda completamente suas questões, deixando certos temas sem explorar.
A obra destaca as mulheres, mas peca com uma cena de nudez desnecessária, que contradiz seu foco no empoderamento feminino. O filme critica a imaturidade e a dependência dos homens, além de abordar a ausência de figuras paternas e a perpetuação de ciclos de pobreza. A violência e a falta de perspectiva tornam os sonhos dos personagens vazios, culminando em um desfecho trágico.
No Coração do Mundo também é uma reflexão sobre Contagem, uma cidade periférica muitas vezes ignorada, retratando suas tensões sociais e culturais. Apesar de sua força emocional, o filme não aprofunda completamente suas questões, deixando certos temas sem explorar.
"Tédio: aborrecimento, nojo, desgosto, enfado provocado pela demora no desenvolvimento de alguma coisa, aversão. Etimologia: do latim taedium."
Se a definição, encontrada em qualquer dicionário, não for suficiente para a compreensão desse sentimento, basta ver "No coração do mundo" e o entendimento será plenamente atingido. O mundo do título remete a Contagem, em Minas Gerais que, no filme, representa o povo pobre de qualquer periferia de qualquer grande cidade brasileira. O pobre, apesar de pobre, não é tedioso e deprimido como representado. É só conversar com qualquer pessoa da classe média alta e metidinha que habita nos edifícios de luxo ao redor da favela de Paraisópolis para constatar como o pobre gosta de festa, balada, música e diversão. Se o poder público não se faz presente, nossos pobres se viram com outros meios e são muito bem humorados. Caso fossem como os mostrados não existiria mais o problema da pobreza, pois todos teriam se suicidado. Eu, por exemplo, terminei de ver esse filme, amarrei o fio do secador de cabelos bem forte no lustre e agora é só chutar o banquin..cóf, cóf..
Se a definição, encontrada em qualquer dicionário, não for suficiente para a compreensão desse sentimento, basta ver "No coração do mundo" e o entendimento será plenamente atingido. O mundo do título remete a Contagem, em Minas Gerais que, no filme, representa o povo pobre de qualquer periferia de qualquer grande cidade brasileira. O pobre, apesar de pobre, não é tedioso e deprimido como representado. É só conversar com qualquer pessoa da classe média alta e metidinha que habita nos edifícios de luxo ao redor da favela de Paraisópolis para constatar como o pobre gosta de festa, balada, música e diversão. Se o poder público não se faz presente, nossos pobres se viram com outros meios e são muito bem humorados. Caso fossem como os mostrados não existiria mais o problema da pobreza, pois todos teriam se suicidado. Eu, por exemplo, terminei de ver esse filme, amarrei o fio do secador de cabelos bem forte no lustre e agora é só chutar o banquin..cóf, cóf..
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