Não recomendado para menos de 12 anos
Nada que uma música não conserte. Esse é o lema de Luís Rovisco, um homem divorciado e já na casa dos 60 anos. Para driblar as armadilhas deixadas pela tecnologia, pelos colegas de trabalho e pelo chefe estranhamente ausente, ele passa seus dias atrás do volante, sempre sorrindo e criando músicas para o que ele vê no caminho. Parece que nada pode abalar as canções de Luís, até que Lucinda, recepcionista do Hotel Almadrava, dá um tom diferente.
2,0
Fraco
Technoboss
A melancolia portuguesa
por Laysa Zanetti
Na primeira cena de Technoboss, o personagem Luís Rovisco (Miguel Lobo Antunes) está à beira da estrada esperando um reboque que vem buscar seu carro. Um telefone toca, e ele atende sem que o dispositivo jamais apareça em cena — a voz do interlocutor funciona quase como a de um narrador onipresente, em todas as vezes em que aparece. Em termos de narrativa lógica, isso é até onde vai o filme do português João Nicolau. Todo o resto é designado para causar um estranhamento imediato, e isso causa. As escolhas técnicas, de enquadramento, de canções entoadas sem um motivo ou uma lógica aparentes todas as vezes em que o Senhor Rovisco entra em um carro parecem ser propositais para não fazerem sentido. Mas, eventualmente, tudo se encaixa.A ideia desta espécie de híbrido entre drama, comédia e musical — não exatamente uma coisa, nem outra, nem a outra — está mais próxima a uma experiência sensori
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Nacionalidade
Portugal
Distribuidor
Vitrine Filmes
Ano de produção
2019
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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