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Ruy Marcus Medina de Oliveira
21 críticas
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4,0
Enviada em 2 de junho de 2023
Irreverente e angustiante com a Anya mais uma vez mostrando sua capacidade. O filme, na pior das hipóteses, tem um roteiro simples, mas bem suficiente pra sua proposta. Anya merecia ser indicada. Bom filme.
SPOILER Bom filme, bem instigante! Funcionou pra mim. Só me incomodou aqueles funcionários agindo como robôs o filme inteiro. Sei que se trata de um suspense caricato e que quer fazer uma crítica, mas pareceu surreal demais pra mim. Mas pensando por outro lado, é até óbvio que todos ali estejam sob influencia de hipnose, no bater de palmas do chef, por exemplo. Detalhe esse que a Margot fisgou e usou ao seu favor. Inclusive a cena final foi muito boa. Ele preparando o X-Burguer e a leve satisfação em sua expressão, o prazer em preparar algo simples, mas com todo carinho. A cartada final dela foi sensacional e deu todo um sentido pra história. 4 estrelas, merecidamente, só não cinco pq há um ou outro momento que não me ganharam, mas é sem dúvidas um filme muito inteligente, com boas atuações!
o começão não me surpreendeu muito, pra mim inha ser um filme pessimo e tals, mais quando começou servi ali as comidas despertou um certo interesse. Aí a protagonista começou a dar a cara e teve ali um ótimo desenvolvimento, e pra finalizar esse final perfeito
" Atuações fortes e crítica mordaz, mas ritmo vacila em momentos-chave." Um restaurante de luxo, comandado por um chef excêntrico, oferece uma experiência gastronômica peculiar que expõe as falhas, arrogâncias e hipocrisias de seus abastados clientes. Com direção precisa de Mark Mylod, O Menu mistura sátira e suspense ao explorar o elitismo e a desconexão de classes. Ralph Fiennes entrega uma performance magnética como o chef Slowik, enquanto Anya Taylor-Joy é o contraponto que conecta o espectador à trama. A crítica social, embora contundente, por vezes é ofuscada pelo ritmo irregular.
O Menu é um filme necessário porque coloca o dedo na ferida de uma forma que poucos correm o risco de fazer. Ele expõe uma verdade que muita gente percebe no dia a dia, mas que raramente ganha importância: a ideia de que o óbvio e o simples só passam a ter valor quando são validados por quem detém o poder. É frustrante notar que, quando uma pessoa comum aponta o vazio de certas vaidades e desse consumo de aparências, ela é prontamente ignorada ou tratada como alguém sem instrução. O filme inverte essa lógica e dá autoridade a quem não se deixa levar pelo teatro da elite, o que gera uma sensação de justiça muito genuína.
Adorei a obra, mas é preciso destacar que a atuação de Anya Taylor-Joy foi o que realmente elevou o nível do projeto. O roteiro é muito bem escrito, mas sem a presença dela, ele correria o risco de se tornar apenas uma crítica social abstrata ou um exercício de estilo. Anya trouxe uma sobriedade e uma firmeza que ancoram a história na realidade. Ela representa o espectador que não aceita ser alimentado por conceitos ocos e exige substância. Foi essa entrega que tornou o filme completo, transformando uma boa premissa em um embate real de valores onde, finalmente, a lucidez de quem é simples prevalece.
Cara, que desgraça de filme ruim, tem pouco mais de uma hora e meia mas parece uma eterna chatice da porra, pelo amor de Deus, fica esse chef com essa carinha de cu de apertar linguiça achando que é o cara, mas ele é o mais porcaria de todos, tirando o idiota que se mata, a zoiúda sobrevive e ainda janta um lanche do brabo, além de que ela sabe pilotar barcos, tirando o fato de ser uma bosta, é um ótimo filme.
Um filme mediano de suspense onde todos vão para uma ilha para uma experiencia gastronômica, porém durante o filme descobrem que aquela experiência não vai terminar bem, porém tem uma personagem que não estava prevista pra estar lá que atrapalha o chef... Filme é muito parado, porém mediano...
Suspense bem realizado, ótimas interpretações, e a cada prato servido, ficamos hipnotizados pelo que há de vir. As críticas sociais são claras, os toques cômicos ao mostrar a receita de cada prato, a esperteza da Margot em entender o que faria o Chef ainda humano e feliz, os funcionários absurdamente submissos, tudo isso faz do Menu um excelente filme.
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